{"id":1065,"date":"2018-01-19T09:22:13","date_gmt":"2018-01-19T11:22:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/?page_id=1065"},"modified":"2024-01-31T13:40:04","modified_gmt":"2024-01-31T16:40:04","slug":"panorama-da-musica-brasileira","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/osu\/panorama-da-musica-brasileira\/","title":{"rendered":"Panorama da M\u00fasica Brasileira"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sobre a S\u00e9rie<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Em conv\u00eanio com o SESC-Campinas, o Centro de Integra\u00e7\u00e3o, Documenta\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o Cultural da Reitoria Unicamp, atrav\u00e9s da Comiss\u00e3o de A\u00e7\u00e3o Cultural da Reitoria Unicamp, realiza neste ano a S\u00e9rie Panorama da M\u00fasica Brasileira, um ciclo de oito concertos mensais com a Orquestra de C\u00e2mara da Unicamp e solistas convidados. A s\u00e9rie homenageia renomados compositores brasileiros vivos, nascidos entre os anos de 1920 e 1940. Cada evento ser\u00e1 constitu\u00eddo de um recital de m\u00fasica de c\u00e2mara com obras de um ou dois compositores homenageados, comentado pelo pr\u00f3prio compositor e seguido de bate-papo. S\u00e3o duas r\u00e9citas de cada concerta, uma na Unicamp e outra no Audit\u00f3rio do SESC-Campinas.<\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00e9rie Panorama da M\u00fasica Brasileira \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o em prol da divulga\u00e7\u00e3o da m\u00fasica de concerto produzida no Brasil nos \u00faltimos 50 anos, em sua forma\u00e7\u00e3o camer\u00edstica. As obras apresentadas ao longo do ano s\u00e3o exemplos da grande diversidade de propostas surgidas no Brasil no s\u00e9culo XX, indo desde as vertentes nacionalistas, passando pelo experimentalismo e pela absor\u00e7\u00e3o da multiplicidade expressiva da atualidade. O objetivo dessa S\u00e9rie \u00e9 o de divulgar a enorme riqueza e valor da m\u00fasica de concerto produzida no Brasil, revelando compositores e obras que, embora muito reconhecidos no meio musical e at\u00e9 internacionalmente, muitas vezes n\u00e3o s\u00e3o conhecidos do grande p\u00fablico brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-left has-black-color has-text-color\" style=\"font-style:normal;font-weight:300\"><strong>Compositores Homenageados<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"106\" height=\"161\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rauldovalle.jpg\" alt=\"Raul do Valle\" class=\"wp-image-1066\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rauldovalle.jpg 106w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rauldovalle-16x24.jpg 16w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rauldovalle-24x36.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/rauldovalle-32x48.jpg 32w\" sizes=\"auto, (max-width: 106px) 100vw, 106px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Raul do Valle:<\/strong> Estudou com Camargo Guanieri e diplomou-se em sua classe de composi\u00e7\u00e3o e reg\u00eancia no Conservat\u00f3rio Musical de Santos, em 1973. Foi contratado como professor da UNICAP em mar\u00e7o de 1974. Viajou no mesmo ano para a Europa, onde estudou com Nadia Boulanger, em Paris e com Alberto Ginastera, em Genebra. A partir de 1976 passou a residir em Paris onde estudou com Oliver Messiaen, Pierre Eschpay, Ton de Leeuw e outros. Sua produ\u00e7\u00e3o inclui obras sinf\u00f4nicas, de c\u00e2mara e eletroac\u00fasticas, al\u00e9m de m\u00fasicas para filmes, v\u00eddeos, teatro, dan\u00e7a e espet\u00e1culos multim\u00eddia. Recebeu in\u00fameros pr\u00eamios no Brasil e no estrangeiro. \u00c9 doutor em m\u00fasica pela UNICAMP e professor titular (aposentado) do Departamento de M\u00fasica do Instituto de Artes da UNICAMP. Criou em 1983 o N\u00facleo Interdisciplinar de Comunica\u00e7\u00e3o Sonora\/NICS e foi seu coordenador de 1983 a 2000. Atualmente \u00e9 pesquisador Colaborador Volunt\u00e1rio junto ao NICS\/UNICAMP. \u00c9 membro fundador da Sociedade Brasileira de M\u00fasica Eletroac\u00fastica e Sociedade Brasileira de M\u00fasica Contempor\u00e2nea\/SBMC; membro fundador da Academia Paulista de M\u00fasica e Academia Campineira de M\u00fasica. Em 1994 foi eleito Membro Efetivo da Academia Brasileira de M\u00fasica ocupando a cadeira n\u00ba 33.<br>E-mail para contato: <a href=\"mailto:raul@unicamp.br\">raul@unicamp.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"107\" height=\"161\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/edmundovillani.jpg\" alt=\"Edmundo Villani Cort\u00eas\" class=\"wp-image-1072\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/edmundovillani.jpg 107w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/edmundovillani-16x24.jpg 16w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/edmundovillani-24x36.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/edmundovillani-32x48.jpg 32w\" sizes=\"auto, (max-width: 107px) 100vw, 107px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Edmundo Villani Cort\u00eas:<\/strong> Nascido na cidade de Juiz de Fora no dia 08 de Novembro de 1930, \u00e9 um dos mais importantes compositores brasileiros e atua, tamb\u00e9m, como pianista, arranjador, regente e professor com a naturalidade de quem sempre esteve em contato direto com a m\u00fasica. Estreou seu primeiro concerto para piano em 1954 em Juiz de Fora-MG, com a filarm\u00f4nica local. De 1960 a 1963, aperfei\u00e7oou-se em piano com Jos\u00e9 Kliass. Transferindo-se para S\u00e3o Paulo, estudou composi\u00e7\u00e3o com Camargo Guarnieri durante algum tempo. Em 1978, \u00e9poca em que estudava Composi\u00e7\u00e3o com H.J. Koellreutter, foi vencedor do concurso &#8220;Noneto de Munique&#8221; patrocinado pelo Instituto Goethe do Brasil. Em 1981, foi vencedor da Feira Livre da MPB, patrocinada pela TV Cultura, para representar o Brasil no d\u00e9cimo festival da OTI, realizado na cidade do M\u00e9xico. Em 1986, foi vencedor do concurso de composi\u00e7\u00e3o patrocinado pela Editora Cultura Musical, tendo obtido o primeiro lugar com a pe\u00e7a para viol\u00e3o Choro Pretencioso. Em 1982, foi convidado para lecionar Contraponto e Composi\u00e7\u00e3o na Unes, onde \u00e9 professor aposentado. Nos anos de 1988, 89, 90 e 91, trabalhou na ilustra\u00e7\u00e3o musical do programa &#8220;J\u00f4 Soares onze e meia&#8221;, no SBT. Em 1990, recebeu o pr\u00eamio dos &#8220;Melhores de 1989&#8221;, conferido pela A.P.C.A. (Associa\u00e7\u00e3o Paulista dos Cr\u00edticos de Artes), por sua apresenta\u00e7\u00e3o do &#8220;Ciclo Cec\u00edlia Meireles&#8221;. Em 1992, foi escolhido pela Escola de M\u00fasica Arte Livre como compositor do ano, homenageado por meio de in\u00fameros recitais com obras de sua autoria. No ano de 1993, por ocasi\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o o centen\u00e1rio de nascimento do poeta M\u00e1rio de Andrade, foi vencedor do concurso promovido pela prefeitura de S\u00e3o Paulo, com a composi\u00e7\u00e3o Rua Aurora. Em 31 de maio de 1994, foi-lhe conferida pela Prefeitura do munic\u00edpio de Juiz de Fora a &#8220;Comenda Henrique Halfeld&#8221;. Comp\u00f4s tamb\u00e9m o concerto para flauta e orquestra, estreado em 8 de abril de 2000, em Londres, pela orquestra do Convent Garden. Comp\u00f4s tamb\u00e9m um Te Deum, em comemora\u00e7\u00e3o aos 150 anos da cidade de Juiz de Fora. Em 2009 nasce a Orquestra Sinf\u00f4nica Edmundo Villani C\u00f4rtes, sob a Dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Fernando Cardoso, que em 2010 celebrou os 80 anos de vida de seu patrono Villani Cort\u00eas.<br>E-mail para contato: <a href=\"mailto:villanicortes@gmail.com\">villanicortes@gmail.com<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"107\" height=\"161\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mahle.jpg\" alt=\"Ernst Mahle\" class=\"wp-image-1073\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mahle.jpg 107w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mahle-16x24.jpg 16w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mahle-24x36.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mahle-32x48.jpg 32w\" sizes=\"auto, (max-width: 107px) 100vw, 107px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Ernst Mahle:<\/strong> Nasceu no ano de 1929, em Stuttgart, Alemanha. Chegou ao Brasil em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1962. Foi aluno de composi\u00e7\u00e3o de Johann Nepomuk David, na Alemanha; de Hans Joachim Koellreuter, no Brasil; e de Messiaen, W. Fortner, E. Krenek, em cursos internacionais de f\u00e9rias, onde tamb\u00e9m estudou reg\u00eancia com R. Kubelik e Mueller-Kray.<\/p>\n\n\n\n<p>Em reconhecimento ao seu extenso trabalho em prol da juventude, recebeu, em 1965, o t\u00edtulo de &#8220;Cidad\u00e3o Piracicabano&#8221;. \u00c9 co-fundador da Escola de M\u00fasica de Piracicaba &#8220;Maestro Ernst Mahle&#8221;, onde exerce o cargo de Professor e Maestro das Orquestras de C\u00e2mera e Sinf\u00f4nica, sendo o idealizador do bianual &#8220;Concurso Jovens Instrumentistas&#8221;. Atua tamb\u00e9m como Professor em v\u00e1rios cursos de f\u00e9rias e festivais de m\u00fasica. Foi vice-presidente da Sociedade Brasileira de M\u00fasica Contempor\u00e2nea e \u00e9 membro da Academia Brasileira de M\u00fasica (cadeira n\u00ba 6).<\/p>\n\n\n\n<p>Cr\u00edticos de arte atestam a qualidade da m\u00fasica de Mahle, sendo reconhecido por sua t\u00e9cnica irrepreens\u00edvel. Como compositor foi premiado em v\u00e1rios concursos e \u00e9 internacionalmente conhecido pela magnitude e valor de seus trabalhos em prol da educa\u00e7\u00e3o musical e de suas obras, tanto no repert\u00f3rio camer\u00edstico como orquestral. Em 1995, recebeu o pr\u00eamio Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte (APCA).<br>E-mail para contato: <a href=\"mailto:ernstmahle@msn.com\">ernstmahle@msn.com<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"100\" height=\"137\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/lacerda.jpg\" alt=\"Osvaldo Lacerda\" class=\"wp-image-1075\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/lacerda.jpg 100w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/lacerda-18x24.jpg 18w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/lacerda-26x36.jpg 26w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/lacerda-35x48.jpg 35w\" sizes=\"auto, (max-width: 100px) 100vw, 100px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Osvaldo Lacerda:<\/strong> Nasceu em S\u00e3o Paulo, em 23 de Mar\u00e7o de 1927. Iniciou seus estudos de piano aos nove anos de idade, com Ana Veloso de Resende, aperfei\u00e7oando-se com Maria dos Anjos Oliveira Rocha. No in\u00edcio, apenas sua m\u00e3e apoiava sua decis\u00e3o de seguir carreira musical. Seu pai preferia fazer dele um advogado. Em 1947, Osvaldo Lacerda passa a ter aulas de piano com Jos\u00e9 Kliass e, tr\u00eas anos depois, com Camargo Guarnieri, que o desaconselha a tentar ser pianista para se dedicar \u00e0 composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1963, gra\u00e7as aos incentivos de Camargo Guarnieri, Osvaldo Lacerda passa a ter aulas com outros compositores. Recebe, ent\u00e3o, uma bolsa da Funda\u00e7\u00e3o Guggenheim para ter aulas com Aaron Copland e Vittorio Giannini, nos Estados Unidos. Pouco antes, contudo, Osvaldo Lacerda formou-se em Direito para satisfazer seu pai. Nesta \u00e9poca tamb\u00e9m criou a Sociedade Pr\u00f3-M\u00fasica Brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Em maio de 1965, foi um dos compositores que o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores enviou aos Estados Unidos, para representar o Brasil no Semin\u00e1rio Interamericano de Compositores, na Universidade de Indiana, e no III\u00ba Festival Interamericano de M\u00fasica, em Washington. Em abril de 1996, foi um dos compositores brasileiros que a American Composers Orchestra convidou para participar, em Nova York, do Festival \u201cSonido de las Am\u00e9ricas: Brazil\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 1966 e 1970, Osvaldo Lacerda atuou como consultor na Comiss\u00e3o Nacional de M\u00fasica Sacra, e uma de suas atividades foi a proposi\u00e7\u00e3o do uso da m\u00fasica sacra brasileira na liturgia da Igreja Cat\u00f3lica.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1982 ele se casou com sua antiga aluna, a pianista Eud\u00f3xia de Barros.<\/p>\n\n\n\n<p>Osvaldo Lacerda tornou-se tamb\u00e9m professor da Escola Municipal de M\u00fasica de S\u00e3o Paulo, cargo do qual se aposentou em 1992.<\/p>\n\n\n\n<p>Morreu em 18 de julho de 2011, por fal\u00eancia m\u00faltipla dos \u00f3rg\u00e3os, em S\u00e3o Paulo (SP), aos 84 anos de idade.<\/p>\n\n\n\n<p>Lacerda ocupava a cadeira de n\u00famero 9 da Academia Brasileira de M\u00fasica, que j\u00e1 foi de Bras\u00edlio Itiber\u00ea da Cunha.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"108\" height=\"162\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/tacuchian.jpg\" alt=\"Ricardo Tacuchian\" class=\"wp-image-1076\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/tacuchian.jpg 108w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/tacuchian-16x24.jpg 16w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/tacuchian-24x36.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/tacuchian-32x48.jpg 32w\" sizes=\"auto, (max-width: 108px) 100vw, 108px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Ricardo Tacuchian:<\/strong> \u00c9 compositor e regente, nascido no Rio de Janeiro em 1939. Membro da Academia Brasileira de M\u00fasica.<\/p>\n\n\n\n<p>Por ocasi\u00e3o da estreia americana de sua obra Transpar\u00eancias, em 1996, no Carnegie Hall (New York), o The New York Times assim se manifestou: &#8220;Transpar\u00eancias de Ricardo Tacuchian cria cativantes cores e texturas contrastantes para piano e vibrafone.&#8221;<br>Da mesma forma, a estreia americana do seu Quarteto de Cordas n\u00ba 2 &#8211; &#8220;Bras\u00edlia&#8221; mereceu o seguinte coment\u00e1rio do Los Angeles Times: &#8220;O segundo quarteto de Ricardo Tacuchian, um brasileiro de descend\u00eancia arm\u00eania, faz uso de uma variedade de t\u00e9cnicas, iniciando com uma se\u00e7\u00e3o de intenso e hipn\u00f3tico tremolo, seguindo impulsivamente atrav\u00e9s de uma variedade de texturas e sonoridades&#8230;&#8221;<br>Em 2000, Tacuchian lan\u00e7ou o CD Estruturas (sua obra de c\u00e2mara dos anos 70), em selo Rio Arte Digital, e teve mais 60 apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo de sua obra, sendo 20% deste total no exterior. Dentre estas apresenta\u00e7\u00f5es se destacam duas primeiras audi\u00e7\u00f5es mundiais: Toccata Urbana, para quarteto de madeiras, piano e quinteto de cordas (North\/South Consonance Ensemble, New York) e o Quarteto de Cordas n\u00ba 3 (no Teatro Filodrammatici de Mil\u00e3o).<br>Toccata Urbana, um ano depois de sua estreia mundial, foi apresentada pela primeira vez no Brasil, em 2001, sob a reg\u00eancia do autor, por ocasi\u00e3o da XIV Bienal de M\u00fasica Brasileira Contempor\u00e2nea. Em 2001, participou do Music of the Americas Festival, em Miami, onde apresentou seu noneto Rio\/LA. A prop\u00f3sito dessa apresenta\u00e7\u00e3o, assim se manifestou o Sun-Sentinel, de Miami: &#8220;Rio\/LA&#8221; do compositor brasileiro Ricardo Tacuchian comunicou a energia crua e os ritmos de for\u00e7a propulsiva das duas cidades&#8221;.<br>Tacuchian \u00e9 professor de composi\u00e7\u00e3o e regente da Orquestra de C\u00e2mara da UNIRIO e membro do Conselho Curador e de Programa\u00e7\u00e3o do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde coordena a temporada da s\u00e9rie de M\u00fasica Brasileira do S\u00e9culo Passado.<br>Estudou composi\u00e7\u00e3o com Jos\u00e9 Siqueira, Francisco Mignone, Claudio Santoro e, mais tarde, nos Estados Unidos, com Stephen Hartke. Trabalhou em Reg\u00eancia com Hilmar Schatz (Alemanha) e Hans Swarowsky (\u00c1ustria) em cursos realizados no Rio de Janeiro e frequentou classes de Reg\u00eancia Coral e de Reg\u00eancia Instrumental na University of Southern California. Nesta Universidade conquistou o t\u00edtulo de Doutor em M\u00fasica.<br>Nos anos 70, foi um dos fundadores e o primeiro regente do grupo camer\u00edstico Ars Contemporanea, especializado em m\u00fasica do S\u00e9culo XX e para o qual escreveu v\u00e1rias de suas obras daquele per\u00edodo. Nesta mesma \u00e9poca dirigiu, tamb\u00e9m, o grupo vocal-instrumental S\u00edntese, dedicado \u00e0 m\u00fasica medieval e renascentista. Em 1985 dirigiu o maior grupo instrumental de toda a hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira: uma banda com dois mil m\u00fasicos, num programa de m\u00fasica tradicional e popular brasileira, na Pra\u00e7a da Apoteose, no Rio de Janeiro. Regeu orquestras como a Orquestra de C\u00e2mara da R\u00e1dio MEC, Orquestra de C\u00e2mara do Brasil, Orquestras Sinf\u00f4nica e de C\u00e2mara da Escola de M\u00fasica da UFRJ, Orquestra da Universidade de S\u00e3o Paulo, Orquestra Sinf\u00f4nica da Universidade Federal da Bahia, Orquestra da UNIRIO, Orquestra Sinf\u00f4nica do Estado de S\u00e3o Paulo, Orquestra Sinf\u00f4nica de Porto Alegre, Orquestra Sinf\u00f4nica de Santa Maria, Orquestra Sinf\u00f4nica da Universidade Estadual de Londrina, Orquestra Sinf\u00f4nica Nacional, Orquestra Sinf\u00f4nica de Goi\u00e2nia, USC Community Orchestra (Los Angeles) e a SUNYA University<br>Community Orchestra (Albany, NY), al\u00e9m de coros como o Coro do Teatro Municipal do RJ e a Associa\u00e7\u00e3o de Canto Coral.<br>E-mail para contato: <a href=\"mailto:rtacuchian@terra.com.br\">rtacuchian@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"107\" height=\"159\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Mariafernandes.jpg\" alt=\"Maria Helena Rosa Fernandes\" class=\"wp-image-1077\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Mariafernandes.jpg 107w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Mariafernandes-16x24.jpg 16w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Mariafernandes-24x36.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Mariafernandes-32x48.jpg 32w\" sizes=\"auto, (max-width: 107px) 100vw, 107px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Maria Helena Rosa Fernandes:<\/strong> \u00c9 compositora e nasceu em Minas Gerais. Sua obra mais importante est\u00e1 na m\u00fasica de c\u00e2mera e orquestra, tendo composto duas \u00f3peras.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde o final da d\u00e9cada de 70 vem utilizando temas da cultura ind\u00edgena em sua m\u00fasica. Foi aluna de Osvaldo Lacerda, Jos\u00e9 Augusto Almeida Prado e H. J. Koellretter. \u00c9 idealizadora e organizadora do Encontro Internacional de Mulheres Compositoras, que soma tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es e est\u00e1 caminhando para a quarta, em 2007. Ganhou alguns concursos importantes ao longo de sua carreira e \u00e9 frequentemente convidada para eventos fora do Brasil, sendo reconhecida internacionalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Maria Helena Rosa Fernandes tamb\u00e9m \u00e9 reconhecida internacionalmente pela sua atua\u00e7\u00e3o na m\u00fasica de c\u00e2mara e orquestra e a utiliza\u00e7\u00e3o de temas da cultura ind\u00edgena em suas composi\u00e7\u00f5es.<br>E-mail para contato: <a href=\"mailto:mhrosafernades@gmail.com\">mhrosafernades@gmail.com<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"107\" height=\"128\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/eduardoescalante.jpg\" alt=\"Eduardo Escalante\" class=\"wp-image-1079\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/eduardoescalante.jpg 107w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/eduardoescalante-20x24.jpg 20w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/eduardoescalante-30x36.jpg 30w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/eduardoescalante-40x48.jpg 40w\" sizes=\"auto, (max-width: 107px) 100vw, 107px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Eduardo Escalante:<\/strong> Nasceu em B. Aires (1937), tendo se radicado em S. Paulo [Brasil] em 1949. Naturalizado brasileiro. Estudou piano com Francisco J\u00falio Conserino e Vera Del Nero Gomes. Percep\u00e7\u00e3o com Souza Lima. Harmonia, An\u00e1lise e Contraponto com Osvaldo Lacerda. Reg\u00eancia com Emmerich Csammer e Diogo Pacheco. Composi\u00e7\u00e3o com Camargo Guarnieri. Bacharelado em Composi\u00e7\u00e3o e Reg\u00eancia (Fac. Santa Marcelina) e Mestrado em Artes (ECA\/USP).<\/p>\n\n\n\n<p>Fundou a Associa\u00e7\u00e3o de M\u00fasicos e Compositores do Estado de S\u00e3o Paulo; \u00e9 Presidente da Sociedade Pr\u00f3 M\u00fasica Brasileira. Fundou v\u00e1rios corais: da Ass. dos Funcion\u00e1rios P\u00fablicos do Est. de S. Paulo, Departamento Estadual de Administra\u00e7\u00e3o, Federa\u00e7\u00e3o dos C\u00edrculos Oper\u00e1rios do Est. de S. P., Grupo Ars Cantorum, al\u00e9m das orquestras da ACM, Osvaldo Cruz, Folcloriana e Grupo Pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em v\u00e1rias oportunidades, a convite do Mto. Eleazar de Carvalho, regeu a Orquestra Sinf\u00f4nica do Estado de S\u00e3o Paulo apresentando obras de sua autoria.<\/p>\n\n\n\n<p>Efetuou, para o Museu da Imagem e do Som, o levantamento do folclore do Vale do Ribeira (SP) (1973-4). Realizou pesquisas de folclore nos munic\u00edpios de Carapicu\u00edba, Itapecerica da Serra e no M\u00e9dio Tiet\u00ea Paulista, al\u00e9m do Vale do Para\u00edba, sul de Minas Gerais e regi\u00e3o de Canudos (BA).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1974 inaugurou o Teatro Adolpho Bloch (Manchete\/RJ) como Diretor Musical da pe\u00e7a O homem de La Mancha. Foi Maestro-arranjador do Est\u00fadio Eldorado (SP), Assessor do programa Folclore do Brasil (TV-2 Cultura) e Coordenador do levantamento do folclore do Vale do Ribeira para o Museu da Imagem e do Som (SP). Atualmente coordena e apresenta o programa &#8220;M\u00fasicas que Elevam&#8221; da Rede Mundial de Televis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi redator da coluna M\u00fasica Erudita da Folha da Tarde (SP), tendo publicado aproximadamente 250 artigos. Fundador, Diretor e Redator do peri\u00f3dico Correio Musical (atualmente na Internet: http:\/\/www.correiomusical.com.br).<\/p>\n\n\n\n<p>Membro e depois Presidente da Comiss\u00e3o Estadual de Folclore da Secretaria de Estado da Cultura de SP, Tesoureiro da APCA (Ass. Paul.de Cr\u00edticos de Artes), criou o Projeto Folc-v\u00eddeo da referida Secretaria. Foi Membro da Comiss\u00e3o de Escolha do Hino de Itu (SP). Desde 1998 tem participado como Jurado do Concurso Estadual de Bandas e Fanfarras da Secretaria de Esportes e Turismo no Est. de S. Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 Membro Titular do Instituto de Estudos de Folclore e Membro da Ordem Nac. dos Bandeirantes. Pertence a duas academias: Ac. Paulistana da Hist\u00f3ria e Ac. Paulista de M\u00fasica (Cadeira n\u00ba 13 &#8211; Patr.: Andr\u00e9 da Silva Gomes).<br>Recebeu, dentre outros, os seguintes pr\u00eamios e t\u00edtulos: Trof\u00e9u Jo\u00e3o de Barro (Revista Laqui), Madrigalista (Madrigal Renascentista de B. Horizonte, MG), Trof\u00e9u Guassu Piteri (Prefeitura Municipal de Osasco, SP), Pr\u00eamio Comiss\u00e3o Estadual de M\u00fasica 1968, APCA (Melhor obra sinf\u00f4nica de 1990), APCA 2009 (pela m\u00fasica da \u00f3pera O Pagador de Promessas). \u00c9 Conselheiro da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Folclore e Membro Titular do Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico de S\u00e3o Paulo. Recebeu o Gr\u00e3-Colar da Ordem do M\u00e9rito Cultural &#8220;Carlos Gomes&#8221; na categoria Comendador (pela Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino).<\/p>\n\n\n\n<p>Foi professor de Folclore de v\u00e1rios conservat\u00f3rios e faculdades. Ministrou cursos em S.P. e M.G. Proferiu palestras em S.P., M.G., BA. v\u00e1rias vezes em institutos de artes em B. Aires e na Embaixada do Brasil daquela cidade. \u00c9 professor (aposentado do Instituto de Artes da UNESP, no Curso de Bacharelado em Composi\u00e7\u00e3o e Reg\u00eancia). Livros: Metodologia da pesquisa de folclore (Eudesp, 1980), A festa de Santa Cruz da Aldeia de Carapicu\u00edba (Pr\u00eamio Silvio Romero 1974 &#8211; MEC\/Secr. da Cult. de SP), A m\u00fasica do Cururu do M\u00e9dio Tiet\u00ea paulista (ECA\/USP, 1987).<\/p>\n\n\n\n<p>Livros: Metodologia da pesquisa de folclore (Eudesp, 1980), A festa de Santa Cruz da Aldeia de Carapicu\u00edba (Pr\u00eamio Silvio Romero 1974 &#8211; MEC\/Secr. da Cult. de SP), A m\u00fasica do Cururu do M\u00e9dio Tiet\u00ea paulista (ECA\/USP, 1987).<br>E-mail para contato: <a href=\"mailto:eescala@terra.com.br\">eescala@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"106\" height=\"161\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ficarelli.jpg\" alt=\"Mario Ficarelli\" class=\"wp-image-1080\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ficarelli.jpg 106w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ficarelli-16x24.jpg 16w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ficarelli-24x36.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/ficarelli-32x48.jpg 32w\" sizes=\"auto, (max-width: 106px) 100vw, 106px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Mario Ficarelli :<\/strong> Estudou piano com Maria de Freitas Moraes e Alice Philips e composi\u00e7\u00e3o com Olivier Toni.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu cat\u00e1logo de obras conta atualmente com mais de 60 composi\u00e7\u00f5es escritas para quase todas as forma\u00e7\u00f5es instrumentais: c\u00e2mara, vocal, coral, c\u00eanica e sinf\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<p>Obteve v\u00e1rios pr\u00eamios em concursos de composi\u00e7\u00e3o no pa\u00eds e no exterior (Brasil, Fran\u00e7a, Alemanha).<\/p>\n\n\n\n<p>Possui diversas obras editadas no Brasil, Europa e Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Dedicado tamb\u00e9m ao magist\u00e9rio, leciona composi\u00e7\u00e3o e outras disciplinas na Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo, onde \u00e9 professor Livre Docente em composi\u00e7\u00e3o, tendo sido eleito Chefe do Departamento de M\u00fasica em 1997.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua tese de Doutorado defendida na Universidade de S\u00e3o Paulo versa sobre as Sete Sinfonias de Jean Sibelius.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu nome \u00e9 verbete em destacadas publica\u00e7\u00f5es, tais como, Groves Dictionary of Music e Who\u2019s Who in the World (1998). \u00c9 membro da Sociedade Brasileira de M\u00fasica Contempor\u00e2nea desde 1975, da ABM &#8211; Academia Brasileira de M\u00fasica desde 1994 &#8211; tendo participado da diretoria de ambas &#8211; bem como da SUISA &#8211; Schweizerische Gesellschaft f\u00fcr die Rechte der Urheber musikalischer Werke desde 1992.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1975 participou da Tribuna Internacional de Compositores, em Paris, regendo sua obra Ensaio-72 no Th\u00e8atre de la Ville. Transfigurationis, encomendada pela Orquestra Sinf\u00f4nica do Estado de S\u00e3o Paulo, estreou em 1981, valendo-lhe na ocasi\u00e3o o pr\u00eamio da APCA-Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte.<br>Em 1988 esta obra foi estreada pela Orquestra Sinf\u00f4nica Tonhalle de Zurique e em 1992 teve tr\u00eas execu\u00e7\u00f5es pela Orquestra Sinf\u00f4nica Bruckner de Linz, na \u00c1ustria.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1992 estreou com sucesso sua Sinfonia No.2 \u201cMhatuhabh\u201d, em Zurique, sob a reg\u00eancia de Roberto Duarte frente \u00e0 Orquestra Sinf\u00f4nica Tonhalle a qual lhe encomendou a obra.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1995, quando da estreia desta Sinfonia em S\u00e3o Paulo, com a OSESP, obteve novamente o pr\u00eamio da APCA. Ainda em 1992 conquistou a Bolsa Vitae de Artes para a composi\u00e7\u00e3o da 3a. Sinfonia, tendo a obra sido escrita na Su\u00ed\u00e7a, onde residiu por um ano. Sua estreia mundial ocorreu em abril\/maio de 1998 sob a reg\u00eancia de Roberto Duarte dirigindo a Orquestra Sinf\u00f4nica do Estado de S\u00e3o Paulo.<br>Mais uma vez a APCA outorgou-lhe o pr\u00eamio de melhor obra sinf\u00f4nica de 1998.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1996, sua Missa Solene (1996) para coro e solistas infantis, \u00f3rg\u00e3o e percuss\u00e3o, foi estreada na Hungria em julho do mesmo ano, comemorando os 1.000 anos da Abadia de Pannohalma para o que a obra lhe foi encomendada, tendo sido tamb\u00e9m parcialmente executada no Vaticano com a presen\u00e7a do Papa. Novamente, mediante concurso, obteve em 1997 a Bolsa Vitae de Artes para a composi\u00e7\u00e3o de tr\u00eas quintetos: Quinteto para obo\u00e9 e quarteto de cordas (1997); Quinteto para trompa e quarteto de cordas (1998), e Quinteto para 2 violinos, 2 violas e violoncelo (1998). Em 1997 comp\u00f4s, atendendo encomendas, Toccata para violino, violoncelo e piano; Tempestade \u00d3ssea &#8211; sexteto para 2 xilofones, 2 marimbas, 5 claves e 5 temple blocks (grava\u00e7\u00e3o do Grupo de Percuss\u00e3o da UNESP); A Coisa &#8211; Cantata para coro e percuss\u00e3o sobre texto de Millor Fernandes; e ainda em 1998, O Passarinho, Terezinha e o An\u00e3o Amarelo, para coro infantil, com texto pr\u00f3prio. Suite para Metais, Cordas e T\u00edmpanos (1998), foi estreada sob a reg\u00eancia de Hermann Ortendarp e a Jungendorchester \u201cil mosaico\u201d de Watwill (Su\u00ed\u00e7a) que lhe encomendou a obra, em outubro de 1998, quando o compositor, presente na ocasi\u00e3o, realizou palestras sobre a sua pr\u00f3pria obra e sobre a m\u00fasica brasileira nessa cidade e tamb\u00e9m na Universidade de Halle (Alemanha).<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio de 1999 comp\u00f4s Concertante para saxofone alto e orquestra sinf\u00f4nica, encomenda do Conservat\u00f3rio de Tatu\u00ed-SP, a\u00ed estreada pelo renomado solista Dale Underwood (USA).<\/p>\n\n\n\n<p>No segundo semestre de 2000 realizou a transcri\u00e7\u00e3o para dois pianos de 17 pe\u00e7as de Ernestos Nazareth, hoje em vias de edi\u00e7\u00e3o. Em 2001, atuou como compositor visitante na Arizon State University a convite da mesma, onde ministrou aulas de composi\u00e7\u00e3o e apresentou concerto com obras de sua autoria. Comp\u00f4s em 2002 sua primeira Sonata para piano.<br>E-mail para contato: <a href=\"mailto:marioficarelli@marioficarelli.com\">marioficarelli@marioficarelli.com<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"107\" height=\"161\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/almeidaprado.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Rezende de Almeida Prado\" class=\"wp-image-1081\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/almeidaprado.jpg 107w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/almeidaprado-16x24.jpg 16w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/almeidaprado-24x36.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/almeidaprado-32x48.jpg 32w\" sizes=\"auto, (max-width: 107px) 100vw, 107px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Rezende de Almeida Prado:<\/strong> (Santos, 8 de fevereiro de 1943 \u2014 S\u00e3o Paulo, 21 de novembro de 2010) foi um compositor e pianista brasileiro, membro da Academia Brasileira de M\u00fasica sendo considerado um dos maiores expoentes da m\u00fasica erudita no Brasil. Estudou no Brasil com Dinor\u00e1 de Carvalho (piano), Osvaldo Lacerda (harmonia) e Camargo Guarnieri (composi\u00e7\u00e3o).<br>Ap\u00f3s conquistar o primeiro pr\u00eamio no &#8220;I Festival de M\u00fasica da Guanabara&#8221; em 1969, pela cantata &#8220;Pequenos Funerais Cantantes&#8221;, sobre um texto de sua prima, a poetisa Hilda Hilst, prosseguiu seus estudos na Europa.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudou com Nadia Boulanger e Olivier Messiaen em Paris entre 1970 e 1973, al\u00e9m de uma breve perman\u00eancia em Darmstadt para estudar com Gy\u00f6rgy Ligeti e Lukas Foss. Voltou para o Brasil em 1974, assumindo o cargo de professor no &#8220;Conservat\u00f3rio Municipal de Cubat\u00e3o&#8221;. Pouco tempo depois foi contratado pelo ent\u00e3o reitor da Unicamp, Zeferino Vaz, para ser professor do curso de m\u00fasica do Instituto de Artes da universidade, na qual lecionou por 25 anos, at\u00e9 sua aposentadoria em 2000. Tamb\u00e9m em 2000, por encomenda do Minist\u00e9rio da Cultura, comp\u00f4s a obra Cartas Celestes n\u00b08 para violino e orquestra, em comemora\u00e7\u00e3o aos 500 anos da Descoberta do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Em janeiro de 2007, estreou no Carnegie Hall a sua pe\u00e7a Hil\u00e9ia &#8211; Um Mural da Amaz\u00f4nia, uma cantata para baixo e orquestra, inspirada no poema hom\u00f4nimo de Ives Gandra Martins, com a Orquestra Bachiana Filarm\u00f4nica de S\u00e3o Paulo regida pelo maestro brasileiro Jo\u00e3o Carlos Martins.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2010 residia em S\u00e3o Paulo, onde ministrava alguns cursos de an\u00e1lise musical e cursos sobre sua obra, al\u00e9m de apresentar um programa de m\u00fasica contempor\u00e2nea, Kaleidosc\u00f3pio, na r\u00e1dio Cultura FM.<br>O compositor e pianista tinha uma sa\u00fade fr\u00e1gil, em decorr\u00eancia da diabetes. Foi internado em um hospital de S\u00e3o Paulo, depois de sofrer uma parada cardiorrespirat\u00f3ria. Faleceu dez dias depois, na manh\u00e3 de 21 de novembro de 2010, aos 67 anos de idade, v\u00edtima de um edema pulmonar agudo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"100\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/willy.jpg\" alt=\"Willy Corr\u00eaa de Oliveira\" class=\"wp-image-1082\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/willy.jpg 150w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/willy-24x16.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/willy-36x24.jpg 36w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/willy-48x32.jpg 48w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Willy Corr\u00eaa de Oliveira:<\/strong> (Recife, 1938) \u00e9 um compositor brasileiro. Ap\u00f3s um primeiro per\u00edodo de intensa produ\u00e7\u00e3o como compositor de tend\u00eancia neofolclorista, frequentou laborat\u00f3rios de m\u00fasica eletroac\u00fastica da Europa e os Cursos de F\u00e9rias de Darmstadt, na Alemanha, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960.<br>Participou da articula\u00e7\u00e3o do Grupo M\u00fasica Nova[1] de S\u00e3o Paulo, que publicou um manifesto (http:\/\/www.latinoamerica-musica.net\/historia\/manifestos\/3-po.html) em 1963 e, atrav\u00e9s de Gilberto Mendes, instaurou o Festival M\u00fasica Nova, que ocorre anualmente (sempre em agosto\/setembro) at\u00e9 hoje em Santos e S\u00e3o Paulo, com algumas edi\u00e7\u00f5es ocorridas tamb\u00e9m em Ribeir\u00e3o Preto.<br>Aproximadamente de 1967 a 1972, no per\u00edodo da Ditadura Militar, trabalhou em publicidade na cidade de S\u00e3o Paulo. As ag\u00eancias foram a J.W. Thompson e a Mauro Salles Interamericana de Publicidade. Usou seus conhecimentos de m\u00fasica e cinema para dirigir o departamento de r\u00e1dio e televis\u00e3o na Salles. A convite de Olivier Toni, seu ex-professor, lecionou composi\u00e7\u00e3o e disciplinas te\u00f3ricas, como linguagem e estrutura\u00e7\u00e3o musicais, desde 1970, ano de sua funda\u00e7\u00e3o, no Departamento de M\u00fasica da Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo, onde se aposentou.<br>Depois de um per\u00edodo de afastamento cr\u00edtico da assim chamada vanguarda (em suas rela\u00e7\u00f5es evidentes com os compositores de Darmstadt, tais como Stockhausen, Boulez e Nono) e do meio musical erudito, priorizando atividades em grupos musicais de trabalhadores e sindicatos, retomou intensa atividade criativa que se mant\u00e9m pelos \u00faltimos quinze anos.<br>Teve em 2006 a grava\u00e7\u00e3o de sua obra recente conforme projeto cultural da Petrobras, que publicou, em edi\u00e7\u00e3o bil\u00edngue, incluindo-se dois \u00e1lbuns de partituras: I \u2013 Caderno de Pe\u00e7as para Piano (144 p.), II \u2013 Caderno de Can\u00e7\u00f5es, para voz e piano (132 p.); um CD duplo com livro-encarte (52 p.), gravado com os pianistas Caio Pagano, Lilian Tonela, Fernando Tominura, Isabel Kanji, Bruno Monteiro e Maur\u00edcio de Bonis, e a soprano Caroline de Comi.<br>Na vida privada, \u00e9 profundamente ligado a esposa e aos filhos, tamb\u00e9m adora tomar sorvete e quando vai a Santos \u00e9 obrigat\u00f3rio tomar um caf\u00e9 na cafeteria floresta na pra\u00e7a independ\u00eancia. Lan\u00e7ou o livro Passagens pelas Luzes no Asfalto Editora com lembran\u00e7as de sua inf\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"108\" height=\"162\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mendes.jpg\" alt=\"Gilberto Mendes\" class=\"wp-image-1083\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mendes.jpg 108w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mendes-16x24.jpg 16w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mendes-24x36.jpg 24w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mendes-32x48.jpg 32w\" sizes=\"auto, (max-width: 108px) 100vw, 108px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Gilberto Mendes:<\/strong> Iniciou seus estudos de m\u00fasica aos 18 anos, no Conservat\u00f3rio Musical de Santos, com Savino de Benedictis e Antonieta Rudge. Praticamente autodidata em composi\u00e7\u00e3o, comp\u00f4s sob orienta\u00e7\u00e3o de Cl\u00e1udio Santoro e Olivier Toni, e frequentou o Ferienkurse fuer Neue Musik de Darmstadt, Alemanha, em 1962 e 1968. \u00c9 um dos signat\u00e1rios do Manifesto M\u00fasica Nova, publicado pela revista de arte de vanguarda Inven\u00e7\u00e3o, de 1963.<br>Foi porta-voz da poesia concreta paulista, do grupo Noigandres. Como consequ\u00eancia dessa tomada de posi\u00e7\u00e3o, tornou-se um dos pioneiros no Brasil no campo da m\u00fasica concreta, aleat\u00f3ria, serial integral, mixed m\u00e9dia, experimentando ainda novos grafismos, novos materiais sonoros e a incorpora\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o musical \u00e0 composi\u00e7\u00e3o, com a cria\u00e7\u00e3o do teatro musical, do &#8220;happening&#8221;. Tamb\u00e9m professor universit\u00e1rio, conferencista, colaborador das principais revistas e jornais brasileiros.<br>Gilberto Mendes \u00e9 fundador (1962) e ainda o diretor art\u00edstico e programador do festival M\u00fasica Nova de Santos, o mais antigo em seu g\u00eanero em toda a Am\u00e9rica.<br>Como professor convidado e composer in residence, deu aulas em The University of Wisconsin-Milwauke, na qualidade de University Artist 78\/79; e em Tinker Visiting Professor. Al\u00e9m dessas duas distin\u00e7\u00f5es no exterior, Gilberto Mendes recebeu, no Brasil, entre outros, o Pr\u00eamio Carlos Gomes, do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo, e tamb\u00e9m diversos pr\u00eamios da APCA, o I Pr\u00eamio Santos Vivo, dado pela Ong de mesmo nome, pela sua obra &#8220;Santos Football Music&#8221;, al\u00e9m da indica\u00e7\u00e3o para o Primeiro Pr\u00eamio Multicultural do jornal &#8220;O Estado de S\u00e3o Paulo&#8221;, a Bolsa Vitae, o pr\u00eamio Sergio Mota hors concours 2003 e o t\u00edtulo de &#8220;Cidad\u00e3o Em\u00e9rito&#8221; da cidade de Santos, dado pela C\u00e2mara Municipal de Vereadores. Em cerim\u00f4nia no Pal\u00e1cio do Planalto, em Bras\u00edlia, no ano de 2004, o autor recebeu a ins\u00edgnia e diploma de sua admiss\u00e3o na Ordem do M\u00e9rito Cultural, na classe de comendador, do Minist\u00e9rio da Cultura, das m\u00e3os do presidente da Rep\u00fablica, Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, e do Ministro da Cultura, Gilberto Gil.<br>Verbetes com seu nome constam das principais enciclop\u00e9dias e dicion\u00e1rios mundiais, como o GROVE ingl\u00eas, o RIEMAN alem\u00e3o, o important\u00edssimo Dictionary of Contemporary Music, de John Vinton (USA), e in\u00fameros outros. Sua obra j\u00e1 foi tocada nos cinco continentes, principalmente na Europa e EUA.<br>Destacam-se, para orquestra, Santos Football Music e o Concerto para Piano e Orquestra; para grupos instrumentais, Saudades do Parque Balne\u00e1rio Hotel, Ulysses em Copacabana Surfando com James Joyce e Dorothy Lamoura, Longhorn Trio, Rimsky; para coro, Beba Coca-Cola, Ashmatour, o Anjo Esquerdo da Hist\u00f3ria, Vila Soc\u00f3 Meu Amor, e in\u00fameras pe\u00e7as para piano e can\u00e7\u00f5es.<br>Gilberto Mendes \u00e9 doutor pela Universidade de S\u00e3o Paulo, onde deu aulas no Departamento de M\u00fasica da Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes at\u00e9 se aposentar. Seu livro Uma Odisseia Musical foi publicado pela Edusp. Faz parte, como membro honor\u00e1rio, da Academia Brasileira de M\u00fasica, e do Col\u00e9gio de Compositores Latino-americanos de M\u00fasica de Arte, com sede no M\u00e9xico.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide\" style=\"background-color:#faa61a;color:#faa61a\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"108\" height=\"142\" src=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/escobar.jpg\" alt=\"Aylton Escobar\" class=\"wp-image-1084\" srcset=\"https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/escobar.jpg 108w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/escobar-18x24.jpg 18w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/escobar-27x36.jpg 27w, https:\/\/www.ciddic.unicamp.br\/ciddic\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/escobar-37x48.jpg 37w\" sizes=\"auto, (max-width: 108px) 100vw, 108px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p style=\"padding-left:0\"><strong>Aylton Escobar:<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 14 de outubro de 1943) \u00e9 um compositor e maestro brasileiro. Foi aluno de Osvaldo Lacerda e Camargo Guarnieri na Academia Paulista de M\u00fasica, onde estudou composi\u00e7\u00e3o. Aperfei\u00e7oou-se em Nova York em m\u00fasica eletr\u00f4nica, com Vladimir Ussachevsky.<br>Ocupa atualmente a cadeira n\u00ba 25 da Academia Brasileira de M\u00fasica. Seus estudos de piano foram feitos com Da. L\u00facia Branco, respons\u00e1vel pela forma\u00e7\u00e3o de toda uma gera\u00e7\u00e3o de grandes pianistas brasileiros. Camargo Guarnieri foi seu professor de composi\u00e7\u00e3o e suas aulas de reg\u00eancia foram feitas com Alceo Bocchino e Francisco Mignone.<br>Estudou M\u00fasica Eletroac\u00fastica nos Estados Unidos, na Columbia University, em Nova York. Suas obras j\u00e1 foram interpretadas em teatros de cidades como Paris, Toledo e Zagreb, e foram premiadas diversas vezes nos Festivais de M\u00fasica Guanabara e pela Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos, al\u00e9m de receber men\u00e7\u00f5es em institui\u00e7\u00f5es de prest\u00edgio como a R\u00e1dio de Viena.<br>Sua carreira como regente tamb\u00e9m \u00e9 intensa, dividida entre concertos como maestro convidado e postos \u00e0 frente de grupos como a Sinf\u00f4nica de Minas Gerais, a Filarm\u00f4nica Norte\/Nordeste do Brasil e a Sinf\u00f4nica de Campinas. Sua contribui\u00e7\u00e3o ao mundo musical foi reconhecida com sua indica\u00e7\u00e3o para ocupar a cadeira n.\u00ba 25 da Academia Brasileira de M\u00fasica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sobre a S\u00e9rie Em conv\u00eanio com o SESC-Campinas, o Centro de Integra\u00e7\u00e3o, Documenta\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o Cultural da Reitoria Unicamp, atrav\u00e9s da Comiss\u00e3o de A\u00e7\u00e3o Cultural da Reitoria Unicamp, realiza neste ano a S\u00e9rie Panorama da M\u00fasica Brasileira, um ciclo de oito concertos mensais com a Orquestra de C\u00e2mara da Unicamp e solistas convidados. 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