Informativo Eletrônico Semanal CDMC


Centro de Documentação de Música Contemporânea, Pesquisa, Documentação e Informação Musical.

Regras para solicitar divulgações no informativo semanal CDMC

Como solicitar uma divulgação no informativo semanal CDMC

Enviar um e-mail com a divulgação desejada para o endereço fwciddic@unicamp.br contendo o resumo da divulgação no corpo da mensagem, com as seguintes informações:

  • Data
  • Horário
  • Local do Evento
  • Link com a fonte da notícia

Enviar apenas mensagens envolvendo o tema música, são aceitos: Concursos, chamadas, divulgações, festivais, notícias e concertos.
*Enviar a mensagem em texto simples (sem figuras ou anexos).

Importante: O prazo da solicitação da divulgação é de no máximo 1 (um) dia antes da divulgação do informativo semanal, ou seja, às quartas-feiras. Para envios após esse prazo, a divulgação poderá acontecer na semana seguinte caso a data final da divulgação desejada esteja no prazo.



CONCERTO: Orquestra Jovem Sabra realiza Concertos Didáticos gratuitos para estudantes do EJA e comunidade em Betim

Série de apresentações acontece às terças-feiras, de maio a dezembro de 2026, no Teatro Municipal Newton Amaral Franco, com entrada franca

O Instituto Unimed-BH, patrocinador máster dos projetos da Sabra, convida para o início da uma série de Concertos Didáticos com a Orquestra Jovem Sabra voltada especialmente para estudantes do programa Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para a comunidade em geral. As apresentações ocorrerão sempre às 19h, às terças-feiras, de maio a dezembro de 2026, no Teatro Municipal Newton Amaral Franco. A entrada é franca, limitada à lotação do teatro, e a classificação é livre.

Formada por alunos da Escola de Música Sabra que ali iniciaram sua trajetória musical, a Orquestra Jovem Sabra é composta por jovens músicos que recebem bolsa incentivo – um instrumento fundamental para viabilizar a dedicação integral aos estudos e a futura profissionalização. A iniciativa não apenas forma intérpretes de excelência, mas também exerce profunda relevância sociocultural: promove a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade, afasta-os de riscos, desenvolve competências como disciplina, trabalho em equipe e pertencimento, e democratiza o acesso à música erudita, formando plateias e intérpretes na própria comunidade.

Um dos grandes diferenciais da série é o diálogo direto com o público do EJA, composto majoritariamente por pessoas de camadas populares, adultos e idosos que retornaram à escola para concluir sua formação. Ao assistir a esses concertos, esses estudantes têm contato com um repertório clássico e sinfônico, rompendo barreiras culturais e ampliando seu universo simbólico. A ação reforça o papel da música como ferramenta de emancipação e cidadania.

O programa musical foi cuidadosamente selecionado para apresentar ao público obras de alguns dos maiores nomes da música universal. Serão executadas composições de: Ludwig van Beethoven, Edward Elgar, Antonín Dvořák, Richard Strauss, Pyotr Ilyich Tchaikovsky, Edvard Grieg, Franz Liszt, Georges Bizet e Carlos Gomes.
O maestro Márcio Miranda Pontes, regente da Orquestra Jovem Sabra, convida a todos para prestigiar os concertos: “É uma alegria levar essa música grandiosa para o público do EJA e para a comunidade de Betim. Nossos jovens músicos se preparam com muito carinho e disciplina. Queremos que vocês se sintam em casa, se emocionem e descubram que a música clássica também é feita para vocês. Venham celebrar conosco!”

Serviço
Evento: Concertos Didáticos – Orquestra Jovem Sabra
Datas: Terças-feiras, de maio a dezembro de 2026
Horário: 19h
Local: Teatro Municipal Newton Amaral Franco – Av. Padre Osório Braga, 149 – Betim/MG
Ingressos: Entrada franca (sujeita à lotação do teatro) Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos nas segundas e terças-feiras na secretaria da Escola de Música Sabra, localizada na Praça Milton Campos, 28 – Centro, Betim/MG. A retirada ocorre em horário comercial, mediante disponibilidade.
Classificação: Livre

CONTATO PARA A IMPRENSA:
Escola de Música SABRA
Setor de Comunicação
E-mail: secretaria@sabra.org.br
Site: http://www.sabra.org.br

Sobre a Escola de Música SABRA:
A Sociedade Artística Brasileira SABRA, mantenedora da Escola de Música Sabra, é uma instituição sem fins lucrativos que oferece ensino musical de qualidade para crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e PcDs, independentemente de sua classe social ou origem. Desde sua fundação em 2013, a escola tem como missão democratizar o acesso à música e promover a formação de cidadãos conscientes e críticos. Para tanto, oferece uma gama completa de cursos para todas as idades, desde a musicalização infantil até orquestras sinfônicas e grupos instrumentais de câmara. A escola também promove concertos didáticos e apresentações públicas gratuitas, levando a música de qualidade para toda a comunidade. As atividades da SABRA são financiadas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio máster do Instituto Unimed-BH.
 
Sobre o Instituto Unimed-BH:
O Instituto Unimed-BH completa 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.


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CONCERTO: Centro de Música Brasileira apresenta recital de Adélia Issa e Edelton Gloeden

Poemas de Cecília Meireles, Guilherme de Almeida e Ribeiro Couto

No dia 27 de junho, sábado, às 18h, recital de Adélia Issa (canto) e Edelton Gloeden (violão) na programação do Centro de Música Brasileira na Universidade Presbiteriana Mackenzie,em HigienópolisGrátis!

No programa, o duo vai interpretar obras de Edino Krieger, Ernst Mahle, Guerra-Peixe, Mignone, Osvaldo Lacerda e Paulo Costa Lima. As canções têm poemas de Cecília Meireles, Guilherme de Almeida e Ribeiro Couto.

Dois dos mais respeitados músicos solistas brasileiros, Adélia Issa e Edelton Gloeden apresentam-se juntos no Brasil e exterior há cerca de 30 anos. Nesse período, ambos vêm se dedicando intensamente à pesquisa e à divulgação de um repertório originalmente escrito para canto e violão, e também encomendando obras com essa formação a autores contemporâneos. Vários compositores dedicaram suas obras ao Duo, entre eles os brasileiros Paulo Costa Lima, Jorge Antunes, Ernst Mahle e Antonio Ribeiro, o uruguaio Eduardo Fernandez e o britânico Stephen Goss.

Programa

Osvaldo Lacerda
As dádivas (Guilherme de Almeida)
Vácuo (Guilherme de Almeida)
Três peças para Violão – Ponteio, Moda Paulista e Valsa
Saudade (textos populares)

César Guerra-Peixe
Mãe d’água
Prelúdio nº 1 (Lua Cheia)
Prelúdio nº 5 (Ponteado Nordestino)

Paulo Costa Lima – Oriki de Erinlé (Texto recolhido por Pierre Verger)

Edino Krieger – Romanceiro para violão

Ernst Mahle
Morena, Pena de Amor (Cecília Meireles)
Queixa da Moça Arrependida (Ribeiro Couto)

Francisco Mignone
Valsa nº 8 para violão
Estudo nº 9 para violão

Adélia Issa é uma das mais importantes cantoras líricas brasileiras, frequentou a Manhattan School of Music, em Nova York e participou de cursos de aperfeiçoamento operístico com Nico Castel, na Metropolitan Opera. Apresenta-se por todo o Brasil e exterior em recitais, concertos sinfônicos e em óperas, e atuou ao lado dos tenores Carlo Bergonzi e Plácido Domingo. Foi solista em primeiras audições mundiais de obras de Camargo Guarnieri, Francisco Mignone e Cláudio Santoro, entre outros. Suas gravações mais recentes incluem os CDs Puertas, com o violonista Edelton Gloeden (Selo Sesc), Vozes Mulheres, com a pianista Rosana Civile, apresentando compositoras brasileiras, e Poemas da Negra e de Macunaíma, com a pianista Araceli Chacon, com canções de Camargo Guarnieri e poemas de Mário de Andrade (ambos pelo Edital Proac – São Paulo).

Edelton Gloeden é um dos mais destacados violonistas clássicos da atualidade, apresenta-se em recitais solo, com grupos de câmara, e em concertos com orquestra, no Brasil e em vários países. É professor Livre Docente no Departamento de Música da Universidade de São Paulo, e é presença constante nos mais importantes festivais de música do país. Foi o diretor artístico de todas as edições do Festival Internacional de Violão Leo Brouwer em São Paulo, com a presença de grandes músicos internacionais. Em sua extensa discografia, destacam-se os CDs Puertas (Selo Sesc), 12 Valsas Brasileiras em Forma de Estudos de Francisco Mignone (Edital Proac – São Paulo) e o CD duplo Integrais (Selo Sesc), ganhador do Prêmio do Júri da Revista Concerto como a melhor gravação de 2024.

Centro de Música Brasileira – CMB tem 40 anos de existência e é uma sociedade civil sem fins lucrativos, fundada em São Paulo, em 18 de dezembro de 1984, iniciando suas atividades em 29 de abril de 1985, no Teatro de Cultura Artística, com recital de Eudóxia de Barros, que é a atual Presidente. O compositor Osvaldo Lacerda foi o Presidente até 2011.
O CMB visa defender e promover a música brasileira erudita de todas as épocas e estilos. Por duas vezes recebeu Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA. Realizou 374 apresentações em São Paulo, e um total de 48 em cidades do interior dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Desde 2022, as apresentações acontecem no Auditório Escola Americana do Mackenzie.
Financeiramente sobrevive por investimento da pianista Eudóxia de Barros, parceria com a Universidade Presbiteriana Mackenzie que cede o auditório e por anuidades de músicos interessados, R$ 250,00 (individual) e R$ 400,00 (casal).
Promoveu vários concursos nacionais de Interpretação: 7 da Canção de Câmara Brasileira; 5 de Músicas Brasileiras para Piano; 2 de Músicas Brasileiras para Flauta.
Realizou um Concurso de Monografia “O Dobrado”, e dois de Composição: o primeiro, em parceria com a Biblioteca Municipal Mário de Andrade de São Paulo, em 2008, o Concurso de Tocata para Piano, vencido em 1º lugar por Nelson Lin, que teve prêmio oferecido pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e a impressão da Tocata, pela Academia Brasileira de Música. Em 2009, na Casa Mário de Andrade, foram realizados o II Concurso de Interpretação de Músicas Brasileiras para Flauta e o V Concurso de Interpretação de Músicas Brasileiras para Piano, com prêmios oferecidos pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
Facebook: https://www.facebook.com/centrodemusicabrasileira

Serviço:

Recital de Adélia Issa (canto) e Edelton Gloeden (violão)

Centro de Música Brasileira

27 de junho, sábado, às 18h

Local: Auditório Escola Americana – Campus Higienópolis
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Rua Piauí, 130
Higienópolis
Próximo ao Metrô Higienópolis-Mackenzie
Tem acessibilidade

250 lugares
Duração: 1h30

Classificação Livre

Grátis!

Assessoria de imprensa do Centro de Música Brasileira
Miriam Bemelmans

miriam@bemelmans.com.br
(11) 99969-0416
http://www.bemelmans.com.br
Instagram: @mbemel


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CONCERTO: No concerto de junho da Temporada 2025, o Grupo Prelúdio 21 convida o pianista Thalyson Rodrigues

O concerto de junho da Temporada 2026 terá a participação do pianista Thalyson Rodrigues, interpretando peças dos compositores membros do grupo Prelúdio 21: Alexandre SchubertMarcos LucasMarcelo CarneiroNeder Nassaro e J. Orlando AlvesO concerto será realizado no dia 27/06/26, às 15h, no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF-RJ).

27 de junho (sábado), às 15h

Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Av. Rio Branco, 241 – Centro (metrô Cinelândia)

Rio de Janeiro

https://ccjf.trf2.jus.br/programacao/preludio-21-musica-do-presente-convida-o-pianista-thalyson-rodrigues


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CONCERTO: Semana da ELM reúne apresentações dos grupos artísticos da Escola Livre de Música da Unicamp

Entre os dias 21 e 25 de junho, a Escola Livre de Música (ELM) da Unicamp, realiza a Semana da ELM 2026, evento que reúne apresentações dos grupos artísticos e formativos vinculados à instituição. A programação, que acontece no Teatro de Arena, ELM e Sala Almeida Prado,  é gratuita e aberta ao público. 

Durante cinco dias, a comunidade poderá acompanhar apresentações que evidenciam a formação musical desenvolvida pela Escola Livre de Música, em um momento de compartilhamento dos resultados do trabalho realizado ao longo do semestre por alunos, instrutores e monitores. 

A Semana da ELM representa um dos principais momentos do calendário artístico e pedagógico da escola, oferecendo aos estudantes a oportunidade de apresentar ao público o repertório e as atividades desenvolvidas em sala de aula e nos grupos musicais. Os concertos refletem os processos de ensino, aprendizagem e prática coletiva que caracterizam a formação musical oferecida pela instituição. 

Atualmente, a Escola Livre de Música atende cerca de 290 alunos, entre eles 19 bolsistas, e oferece 22 cursos nas áreas de prática instrumental, música de conjunto e formação teórica. Além disso, mantém 10 grupos artísticos de aplicação — entre bandas, orquestras, grupos de câmara e coletivos musicais — que proporcionam aos estudantes experiências práticas de performance em conjunto e vivência artística coletiva. 

A programação contempla diferentes formações instrumentais e repertórios variados, oferecendo ao público um panorama da diversidade musical presente na ELM. Mais do que apresentações de encerramento de semestre, os concertos evidenciam o compromisso da escola com a formação musical, a difusão cultural e a aproximação entre a universidade e a sociedade. 

Vinculada ao Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural (CIDDIC), da Unicamp, a Escola Livre de Música é aberta à comunidade interna e externa da universidade. Por meio de cursos, práticas coletivas e atividades artísticas, a ELM promove o acesso à educação musical, incentiva a formação de músicos de diferentes níveis e contribui para a democratização da cultura e para o fortalecimento dos vínculos entre a universidade e a sociedade. 

Programação – Semana da ELM 2026

  • Dia 21/06 (Domingo), às 18h:
    • Atividade: Mesa-redonda “A influência de Charles Schlueter na formação dos trompetistas brasileiros: uma reflexão sobre a Região Metropolitana de Campinas”.
    • Local: Sala Almeida Prado (Rua Bernardo Sayão, 194 – Cidade Universitária, Campinas – SP).
  • Dia 22/06 (Segunda-feira), às 19h:
    • Atividade: Abertura da Semana da ELM –  Banda Sinfônica e convidados do IA-Unicamp, da UNIRIO e da Universidade do Arkansas (EUA).
    • Local: Teatro de Arena (R. Elis Regina – Cidade Universitária, Campinas – SP).
  • Dia 23/06 (Terça-feira), às 12h30:
    • Atividade: Orquestra de Cordas e Grupo de Trompas.
    • Local: Salão da ELM (Rua João Pandiá Calógeras, nº 60 – Cidade Universitária, Campinas – SP).
  • Dia 23/06 (Terça-feira), às 19h:
    • Atividade: Grupo de Trompetes e Big Band.
    • Local: Teatro de Arena (R. Elis Regina – Cidade Universitária, Campinas – SP).
  • Dia 24/06 (Quarta-feira), às 12h30:
    • Atividade: Quarteto de Cordas e Orquestra de Cordas.
    • Local: Teatro de Arena (R. Elis Regina – Cidade Universitária, Campinas – SP).
  • Dia 25/06 (Quinta-feira), às 12h30:
    • Atividade: Recital de Violino e Piano
    • Local: Salão da ELM (Rua João Pandiá Calógeras, nº 60 – Cidade Universitária, Campinas – SP).
  • Dia 25/06 (Quinta-feira), às 19h:
    • Atividade: Encerramento com o Grupo de Percussão e Coletivo Musical Unibanda.
    • Local: Teatro de Arena (R. Elis Regina – Cidade Universitária, Campinas – SP).

Link: https://www.ciddic.unicamp.br/ciddic/semana-da-elm-reune-apresentacoes-dos-grupos-artisticos-da-escola-livre-de-musica-da-unicamp/


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CONCERTO: Centro MariAntonia promove o concerto Trimorfose: música de câmara contemporânea

Na quinta-feira, 25 de junho, às 17h, o Centro MariAntonia promove o concerto Trimorfose: música de câmara contemporânea, com o Grupo Música Viva Unesp. O evento é aberto a todos e tem entrada gratuita.

Programa
– Arthur Barbosa (1965) – Capricho n.9: Aboio (2020), para violino solo
– Tatiana Catanzaro (1976) – Traces fouillis gris pâle presque blanc sur blanc (2007), para violino, viola e cello
– Igor Maia (1988) – Traços (2026), para flauta, clarinete, violino, viola e cello
– Younghi Pagh-Paan (1945) – Dreisam-Nore (1975), para flauta solo
– Luciano Berio (1925-2003) – O King (1970), para voz e cinco músicos
– Alexandre Lunsqui (1969) – Slope Field II (2026), para flauta, clarinete, violino, viola e cello
– Marcus Siqueira (1974) – Trimorfose (2026), para flauta, clarinete, violino, viola e cello

Integrantes do Grupo Música Viva Unesp
Dimitri Ferreira Aguiar de Rezende (flauta) / Mariana de São Justo Brito (clarinete) / Veronica Lopes da Silva Batista Joaquim (violino) / Gabriel Faria de Souza (viola) / Gabriel Augusto de Angelis Gomes (violoncelo) / Leonardo Labrada (regência)

Coordenação: Maurício De Bonis, Alexandre Lunsqui e Sarah Hornsby, professores da Unesp.

O que é o Grupo Música Viva Unesp
Criado pelo professor Alexandre Lunsqui e, atualmente coordenado também pelos professores Maurício De Bonis e Sarah Hornsby, o projeto de extensão Grupo Música Viva Unesp tem como objetivos o desenvolvimento artístico e pedagógico dos alunos de instrumento, canto, regência e composição do Instituto de Artes da Unesp, no nível de graduação, através do estudo e performance da música dos séculos XX e XXI. Além disso, uma das principais características do projeto é o seu viés extensionista, promovendo a colaboração entre importantes instituições de música de São Paulo, visando a apresentação da produção artística do grupo para diferentes públicos dentro e fora da universidade. Isso será feito através de concertos e masterclasses envolvendo os participantes do projeto (coordenadores e bolsistas) e membros convidados da comunidade musical. O projeto de extensão Grupo Música Viva integra o Programa de Extensão Música e Formação de Público e tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UNESP, através dos Editais 07/2024, 01/2023 e 01/2022.

Serviço:

Concerto Trimorfose: música de câmara contemporânea

Quando | 25 de junho de 2026 às 17 horas
Onde | Centro MariAntonia da USP – Edifício Joaquim Nabuco
Endereço | Rua Maria Antônia 258
Classificação | Livre
Lotação da sala  | 100 lugares 
Quanto | Grátis


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FESTIVAL: XXI RioHarpFestival transforma o Rio, novamente, na capital mundial da harpa

Uma volta ao mundo com músicos de mais de 20 países

O maior festival de harpas do planeta volta a transformar o Rio de Janeiro na capital mundial do instrumento. De 1º a 31 de julho de 2026, o XXI RioHarpFestival apresenta 54 concertos gratuitos, reunindo cerca de 150 músicos e grupos vocais de mais de 20 países da América Latina, Europa, Ásia, Oriente Médio e África, em diferentes espaços culturais da cidade.

Integrado oficialmente ao calendário de eventos do Rio de Janeiro, o festival promove uma verdadeira volta ao mundo ao som das harpas, conectando culturas e tradições musicais de diferentes continentes. A programação também ganha expansão internacional com edições em São Paulo e apresentações na Europa — em países como Espanha, França, Áustria e Alemanha — além de uma versão africana na África do Sul.

Com apresentações concentradas, em sua grande maioria no Espaço Cultural Arte Sesc  e  Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) e em outros importantes espaços culturais da cidade como a Academia Brasileira de Letras, Academia Nacional de Medicina, Real Gabinete Português de Leitura, Jockey Club, Igreja da Candelária, Palácio Tiradentes, CC Justiça Federal, Museu da Justiça, Forte de Copacabana o festival convida o público para uma verdadeira volta ao mundo ao som das harpas, reunindo diferentes tradições musicais e culturais em uma programação que vai do clássico ao contemporâneo, do barroco ao jazz, da música árabe aos ritmos latino-americanos, passando pelas harpas africanas, pelo koto japonês e pelas sonoridades indianas.

A abertura acontece no dia 1º de julho, quarta-feira, às 18h, no Espaço Cultural Arte Sesc Flamengo, com a Orquestra Rio Camerata, sob a regência do maestro Alexandre Rocha, e participação especial do harpista brasileiro Gelton Galvão.

Uma das maiores conquistas do RioHarpFestival é promover o encontro entre músicos internacionais e talentos das comunidades do Rio de Janeiro. Quando jovens da Maré, do Pavão-Pavãozinho, de São Gonçalo ou de Cabo Frio dividem o palco com artistas vindos da Áustria, dos Estados Unidos, da Venezuela ou de outros países, a música cumpre seu papel mais nobre: aproximar culturas, criar oportunidades e mostrar que a arte é uma poderosa ferramenta de inclusão social“, afirma Sérgio da Costa e Silva, idealizador do festival.

Ao longo de 31 dias de programação, o público poderá acompanhar artistas do México, Espanha, França, Portugal, Áustria, Estados Unidos, Peru, Colômbia, Guatemala, República Dominicana, Venezuela, Argentina, Líbano, Japão, Índia entre outros países, consolidando o Rio de Janeiro como um dos principais polos internacionais da harpa.

Entre os destaques internacionais estão Baltazar Juarez (1º harpista da Orquestra Sinfônica do México) e Kevin Zabadiel (México); Al Nur Kibir (Líbano); Beatriz Millán, Lidia e Thais Del Rio (Espanha); Juan Riveros e Danny Jordan (Estados Unidos); Lea Mesnil, (França)  Karishima Ramirez e Armando Becerra (Peru); Carlos Lara (Colômbia); Adan Vasquez (República Dominicana); Nelson Becerra (Guatemala); Walter Morato (Argentina); Lara Fonseca (Portugal); Edith Gasteiger (Áustria); Jesus Suarez (Venezuela); além do Grupo Shiva, com repertório indiano; grupos japoneses de koto e tambores orientais; e apresentações dedicadas às tradicionais harpas africanas Kora e N’Goni, com o Coral Vozes da ÁfricaMUSSO NGONI e o Gaio de Lima Trio, 

O Brasil também marca forte presença na programação com artistas e grupos de destaque, entre eles os harpistas Gelton Galvão e Giovana Sanches, o Coral Madrigal Cruz Lopes, a Banda Sinfônica Nacional, a Banda Sinfônica dos Fuzileiros Navais, o Sexteto de Sopros dos Fuzileiros Navais, Rafael Debolato (de Mato Grosso) e Aline Araujo (de Goiás) 

Inclusão social como marca do festival

Mais do que um encontro internacional de músicos, o RioHarpFestival reafirma seu compromisso com a inclusão social, a formação cultural e a democratização do acesso à cultura.

Nesta edição, artistas internacionais dividem o palco com projetos socioculturais do Rio de Janeiro, aproximando diferentes territórios por meio da música. Participam da programação a Orquestra Meninos de Luz, da comunidade do Pavão-Pavãozinho; a Camerata Uerê, formada por jovens da Maré; a Orquestra de Cavaquinhos de Cabo Frio, da Região dos Lagos; a Orquestra de Gaitas de Foles, de São Gonçalo; e a Orquestra do Forte, formada por músicos das comunidades da Zona Sul, assim como a Orquestra Light, da Comunidade da Rocinha.

A iniciativa reforça o papel do festival como uma ponte entre culturas, gerações e realidades sociais diversas, mostrando que a música é uma poderosa ferramenta de transformação e inclusão.

Fazemos questão de que o RioHarpFestival seja também um espaço de inclusão. Ver uma orquestra de jovens da Maré, os Meninos de Luz , a Orquestra de Cavaquinhos de Cabo Frio, Light, da Rocinha,Orquestra de Gaitas de Foles, de São Gonçalo  compartilhando o palco com músicos consagrados de diferentes países é uma demonstração de que a cultura não conhece fronteiras. É um intercâmbio artístico, mas também humano, que transforma a vida de quem participa e de quem assiste“, destaca Sérgio da Costa e Silva.

Orquestra Meninos de Luz receberá os músicos norte-americanos Juan Riveros e Danny Jordan. Já a Camerata Uerê terá participação especial da harpista austríaca Edith Gasteiger. Criada em 2013 pela violinista francesa Constance Depretz, a Camerata reúne cerca de 30 jovens músicos do Projeto Uerê, com idades entre 7 e 18 anos.

Idealizador do festival, o produtor cultural Sérgio da Costa e Silva destaca que a integração entre músicos internacionais e projetos comunitários é um dos pilares do evento.

Os números do projeto são expressivos frente aos desafios e os benefícios são inúmeros, desde proporcionar a beleza de apresentar um repertório clássico e erudito até promover bem-estar, redução do estresse e a difusão de uma cultura rica e diversificada. Esta vigésima primeira edição reforça também a importância da integração entre as orquestras e grupos artísticos de comunidades com os harpistas estrangeiros, ampliando o foco de inclusão social do projeto“, afirma.


SERVIÇO

XXI RioHarpFestival

Período: 1º a 31 de julho de 2026

Concertos: 54 apresentações gratuitas

Participação: cerca de 150 músicos de mais de 20 países

Locais: CCBB Rio e diversos espaços culturais da cidade

Classificação: Livre

Idealizador e Diretor dos Projetos Música no Museu e XXI RioHarpFestival

Sergio da Costa e Silva

(21) 999889332                                                                        

carpex@bighost.com.br                                                 

http://www.rioharpfestival.com .br

http://www.musicanomuseu.com.br/

www.radiomusicanomuseu.com


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CALL: Open for artists – 21st Bucharest International JAZZ Competition 2027

 @ EUROPAfest

100 % jazz & more… competition, concerts, jam sessions, jazz workshops

Date: 2 – 10 July 2027

open for: instrumentalists and vocalists of all nationalities
NEW ! Age limit: up to 45 years old ( born after the 1st of July 1982 ). The leader can be older than 45.

Prizes: The total amount is 10.000 Euro, cash and concerts
Infojmevents.ro@gmail.com 

Website: www.jazzfest.rowww.jazzcompetition.ro

Facebookhttps://www.facebook.com/Bucharest.International.Jazz.Competition

Facebook Event ( to share ): https://fb.me/e/6X3i1AR75
The application is OPEN

Deadline: 1st March 2027

Please find attached in our website: https://www.jazzcompetition.ro/2027.html

  • poster
  • General Rules 
  • Application form.

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CHAMADA: Regimes da escuta audiovisual

Organizadores: Rodrigo Carreiro (UFPE), Débora Opolski (IFPR e Unespar) e Renan Chaves (Unicamp)

A consolidação do formato sonoro-visual do cinema encontra seu centenário na nossa atual década, os anos 2020. Entre o começo do século passado e os dias de hoje, o cinema — e a forma fílmica — penetrou meandros profundos da sociedade em múltiplos territórios: nos projetos de construção de identidade nacional, na disseminação de imaginários, nas vanguardas artísticas, no testemunho da história, na fabulação de novos mundos. Ele se fez presente na poesia do cotidiano, no lazer, no entretenimento, no ativismo político, na vocalização dos marginalizados, nas investigações sobre a subjetividade, na construção da indústria cultural. É com esse vasto repertório histórico, sensório e estético que a tradição cinematográfica desembarca em nossa contemporaneidade.

O historiador Thomas Elsaesser aponta para essa penetração polivalente do cinema na sociedade propondo que o pensemos como um dispositivo arqueológico das mídias digitais e audiovisuais. O cinema e a forma fílmica como disparadores de modos de fruição e criação. Sob essa perspectiva, o cinema passa a ser compreendido como uma máquina do audível e do visível, um artefato tecnológico fundamental na instauração e modulação de regimes de escuta e visão, marcando o cinema como a história da nossa atualidade virtual e de nossos modos de ver e ouvir.

O cinema instaura no século XX uma maneira particular de percepção sonora e musical: aquela em que o sonoro se torna indissociável materialmente, simbolicamente e esteticamente da visualidade. A percepção sonora, nesse raciocínio, seria uma percepção sonoro-visual; tal como a percepção visual seria uma percepção sonoro-visual. Michel Chion bem definiu esse regime sensório com sua noção de audiovisão. A música e o som deixam de operar como categorias autônomas para adquirirem o estatuto de materialidade fílmica, inextricáveis da visualidade: a música do filme não seria apenas música, seria música fílmica; o som do filme não seria apenas som, seria som fílmico.

Neste dossiê temático, interessa-nos explorar, em especial, os regimes de escuta audiovisual: as dimensões históricas, culturais, sociais, econômicas, estéticas, éticas e tecnológicas que posicionam e reposicionam a especificidade da escuta fílmica, seja no cinema ou nas mídias digitais. São bem-vindos manuscritos nos seguintes eixos temáticos (e em eixos correlatos).

1. Regimes contemporâneos de escuta audiovisual

Abordagens sobre como escutamos sons no cinema e nas mídias digitais, incluindo atualizações das noções de audiovisão, transdução sensória e imbricação sensório-material.

2. Histórias e genealogias do som fílmico

Estudos históricos sobre transformações das práticas sonoras e musicais no cinema, do primeiro cinema às tecnologias digitais e streaming, incluindo periodizações, rupturas e continuidades.

3. Tecnologias sonoras, mediações e materialidades

Análises das técnicas, dispositivos e infraestruturas que moldam a escuta audiovisual: captação, edição, mixagem, reprodução, algoritmos, IA generativa, plataformas, salas de cinema, home theater, fones.

4. Estéticas e poéticas sonoras no audiovisual contemporâneo

Discussões sobre estratégias sonoras e musicais na ficção, no documentário, no experimental, no ensaio, no cinema expandido e nas práticas híbridas.

5. Antropoceno, ecologias do som e políticas da escuta

Investigações sobre como filmes e obras audiovisuais articulam crises ambientais, ecologias acústicas, paisagens sonoras, não-humanos, ruídos industriais, poéticas do planeta e do pós-humano.

6. Som, memória, história e arquivo

Estudos sobre o papel do som audiovisual como documento, vestígio, testemunho, inscrição histórica e operador de memória.

7. Música fílmica: composição, dramaturgia e fabulação

Abordagens sobre composições originais, dramaturgia musical, poéticas experimentais, música popular no cinema e novas práticas composicionais na era digital.

8. Escuta, subjetividade e experiência sensória

Debates sobre modos de subjetivação pela escuta fílmica, experiências perceptivas, corporalidade, envolvimento emocional, imersão, atenção.

9. Cinema, indústria cultural e economia do som

Reflexões sobre dimensões econômicas, laborais e industriais da produção sonora audiovisual: fluxos de trabalho, profissões, políticas de crédito, precarização, automação.

10. Poéticas sonoras nas mídias digitais, plataformas e redes

Estudos sobre sonoridades em vídeo games, plataformas de vídeo, redes sociais, ambientes de Realidade Expandida.

MAIORES INFORMAÇÕES EMwww.revistamusimid.com.br

Heloísa de A. Duarte Valente Profª Titular Programa de Pós-Graduação em Comunicação – UNIP

MusiMid -Centro de Estudos em Música e Mídia/ Revista MusiMid

www.musimid.mus.br/ www.revistamusimid.com.br

Wagner Rodrigues Valente Prof. Livre-Docente em Educação – Unifesp

GHEMAT -Grupo Associado de Estudos e Pesquisas em História da Educação Matemática

http://www.ghemat.com.br


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CHAMADA: Dossiê “Morton Feldman – Uma revolução silenciosa ao longo de 100 anos”

O ano de 2026 sinaliza um importante marco: o centenário do nascimento e da obra de Morton Feldman (1926–1987), uma das figuras mais provocativas da música de concerto do século XX. Para além de sua produção musical, os textos de Feldman constituem obras literárias dignas de leitura atenta, apresentando uma singularidade comparável à de suas composições e delineando muitas das questões abordadas nesta chamada de trabalhos.

“PARA QUE A ARTE TENHA ÊXITO, SEU CRIADOR DEVE FRACASSAR” (Feldman, 2000, p. 27).

Feldman foi um compositor judeu nascido em Nova York, estreitamente associado à tradição da música experimental norte-americana. Manteve relações próximas com figuras centrais da cena da nova música experimental nos Estados Unidos — como John Cage, Pauline Oliveros, Earle Brown, Christian Wolff e David Tudor —, que indubitavelmente influenciaram seu pensamento artístico. Feldman compôs para uma ampla variedade de formações instrumentais, abrangendo desde obras solo e camerísticas até contextos orquestrais, corais e operísticos. Apesar de sua conhecida provocação — “Do we really need electronics?” (Feldman, 2008, p. 752) —, realizou também uma incursão, ainda que cautelosa, na música eletroacústica. Em 1973, tornou-se titular da Cátedra Edgard Varèse de Composição na State University of New York at Buffalo (SUNY Buffalo), contribuindo de maneira decisiva para a consolidação de uma tradição composicional em Buffalo que perdura até os dias atuais. Feldman faleceu em 1987, aos 61 anos de idade, em sua residência em Buffalo, Nova York.

Chamada completa em: https://periodicos.unespar.edu.br/vortex/libraryFiles/downloadPublic/242

É nesse horizonte conceitual que convidamos autoras e autores a submeter contribuições que abordem a obra de Morton Feldman, acolhendo esse amplo espectro de perspectivas e desdobramentos possíveis. Entre os temas sugeridos incluem-se, sem se limitar a eles:

  • Abordagens analíticas das obras de Feldman em diferentes períodos
  • Os escritos de Feldman e suas dimensões estéticas, filosóficas ou literárias
  • Tempo, duração, repetição e forma não teleológica
  • Som, acústica e fenomenologia na música de Feldman
  • Feldman e as artes visuais
  • Feldman em relação à música experimental norte-americana
  • Práticas de performance e interpretação
  • Feldman a partir de perspectivas decoloniais, transnacionais ou do Sul Global

As submissões podem adotar abordagens analíticas, históricas, teóricas, filosóficas ou baseadas na prática. Todos os artigos devem seguir as diretrizes do periódico e estarão sujeitos à avaliação por pares.

SUBMISSÕES E PRAZOS
Submissões: até 01/09/2026
Diretrizes, modelo e plataforma de submissão:
https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/about/submissions

Contato dos editores: revista.vortex@unespar.edu.br
Website: http://vortex.unespar.edu.br/
Formulário de autorização de uso de imagem:
https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/libraryFiles/downloadPublic/35

SOBRE A REVISTA
A Revista Vórtex é um periódico de acesso aberto dedicado às seguintes áreas musicais: Criação, Estética e Composição Musical; Performance Musical; Análise, Percepção e Teoria Musical; Musicologia e Etnomusicologia; Computação Musical e Tecnologia Musical. A Política Editorial incentiva a submissão de trabalhos originais em português, inglês ou espanhol. Os trabalhos submetidos são avaliados por meio de um sistema de revisão por pares duplo-cego e, quando publicados, são depositados e indexados em diversas bases bibliométricas, tais como DOAJ, Web of Science, RILM, Google Scholar, SciELO, entre outras.


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CHAMADA: Artigos para a Revista MusiMid – Dossiê Regimes da Escuta Audiovisual

Organizadores: Rodrigo Carreiro (UFPE), Débora Opolski (IFPR e Unespar) e Renan Chaves (Unicamp)

A consolidação do formato sonoro-visual do cinema encontra seu centenário na nossa atual década, os anos 2020. Entre o começo do século passado e os dias de hoje, o cinema — e a forma fílmica — penetrou meandros profundos da sociedade em múltiplos territórios: nos projetos de construção de identidade nacional, na disseminação de imaginários, nas vanguardas artísticas, no testemunho da história, na fabulação de novos mundos. Ele se fez presente na poesia do cotidiano, no lazer, no entretenimento, no ativismo político, na vocalização dos marginalizados, nas investigações sobre a subjetividade, na construção da indústria cultural. É com esse vasto repertório histórico, sensório e estético que a tradição cinematográfica desembarca em nossa contemporaneidade.

O historiador Thomas Elsaesser aponta para essa penetração polivalente do cinema na sociedade propondo que o pensemos como um dispositivo arqueológico das mídias digitais e audiovisuais. O cinema e a forma fílmica como disparadores de modos de fruição e criação. Sob essa perspectiva, o cinema passa a ser compreendido como uma máquina do audível e do visível, um artefato tecnológico fundamental na instauração e modulação de regimes de escuta e visão, marcando o cinema como a história da nossa atualidade virtual e de nossos modos de ver e ouvir.

O cinema instaura no século XX uma maneira particular de percepção sonora e musical: aquela em que o sonoro se torna indissociável materialmente, simbolicamente e esteticamente da visualidade. A percepção sonora, nesse raciocínio, seria uma percepção sonoro-visual; tal como a percepção visual seria uma percepção sonoro-visual. Michel Chion bem definiu esse regime sensório com sua noção de audiovisão. A música e o som deixam de operar como categorias autônomas para adquirirem o estatuto de materialidade fílmica, inextricáveis da visualidade: a música do filme não seria apenas música, seria música fílmica; o som do filme não seria apenas som, seria som fílmico.

Neste dossiê temático, interessa-nos explorar, em especial, os regimes de escuta audiovisual: as dimensões históricas, culturais, sociais, econômicas, estéticas, éticas e tecnológicas que posicionam e reposicionam a especificidade da escuta fílmica, seja no cinema ou nas mídias digitais. São bem-vindos manuscritos nos seguintes eixos temáticos (e em eixos correlatos).

1. Regimes contemporâneos de escuta audiovisual

Abordagens sobre como escutamos sons no cinema e nas mídias digitais, incluindo atualizações das noções de audiovisão, transdução sensória e imbricação sensório-material.

2. Histórias e genealogias do som fílmico

Estudos históricos sobre transformações das práticas sonoras e musicais no cinema, do primeiro cinema às tecnologias digitais e streaming, incluindo periodizações, rupturas e continuidades.

3. Tecnologias sonoras, mediações e materialidades

Análises das técnicas, dispositivos e infraestruturas que moldam a escuta audiovisual: captação, edição, mixagem, reprodução, algoritmos, IA generativa, plataformas, salas de cinema, home theater, fones.

4. Estéticas e poéticas sonoras no audiovisual contemporâneo

Discussões sobre estratégias sonoras e musicais na ficção, no documentário, no experimental, no ensaio, no cinema expandido e nas práticas híbridas.

5. Antropoceno, ecologias do som e políticas da escuta

Investigações sobre como filmes e obras audiovisuais articulam crises ambientais, ecologias acústicas, paisagens sonoras, não-humanos, ruídos industriais, poéticas do planeta e do pós-humano.

6. Som, memória, história e arquivo

Estudos sobre o papel do som audiovisual como documento, vestígio, testemunho, inscrição histórica e operador de memória.

7. Música fílmica: composição, dramaturgia e fabulação

Abordagens sobre composições originais, dramaturgia musical, poéticas experimentais, música popular no cinema e novas práticas composicionais na era digital.

8. Escuta, subjetividade e experiência sensória

Debates sobre modos de subjetivação pela escuta fílmica, experiências perceptivas, corporalidade, envolvimento emocional, imersão, atenção.

9. Cinema, indústria cultural e economia do som

Reflexões sobre dimensões econômicas, laborais e industriais da produção sonora audiovisual: fluxos de trabalho, profissões, políticas de crédito, precarização, automação.

10. Poéticas sonoras nas mídias digitais, plataformas e redes

Estudos sobre sonoridades em video games, plataformas de vídeo, redes sociais, ambientes de Realidade Expandida.

DATAS

1- recebimento de originais: até 17 de agosto de 2026

2 – anúncio dos resultados com os pareceres: 30 de setembro de 2026

3 – revisão dos textos pela equipe MusiMid: 15 de outubro de 2026

4 – devolutiva para os autores com correções: 30 de outubro de 2026

5 – publicação: a partir de 23 de novembro de 2026

https://revistamusimid.com.br/index.php/MusiMid/announcement/view/16

Heloísa de A. Duarte Valente Profª Titular Programa de Pós-Graduação em Comunicação – UNIP

MusiMid -Centro de Estudos em Música e Mídia/ Revista MusiMid

www.musimid.mus.br/ www.revistamusimid.com.br

Wagner Rodrigues Valente Prof. Livre-Docente em Educação – Unifesp

GHEMAT -Grupo Associado de Estudos e Pesquisas em História da Educação Matemática

http://www.ghemat.com.br


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CHAMADA: Acorda para compor! – Chamada para compositoras e compositores

Acorda para compor! – Chamada para compositoras e compositores

O Acorda! Coletivo de Música, conjunto sediado no Rio de Janeiro/Brasil, promove uma chamada de propostas destinada a compositores e compositoras brasileiros(as), preferencialmente para estudantes de música em nível superior. O objetivo é selecionar composições para a formação completa do grupo, formado por Flauta, Viola, Violoncelo e Contrabaixo, com ou sem eletrônica (eletrônica mista e/ou eletrônica ao vivo).

 Como contrapartida, o Acorda! coletivo de música oferece aos compositores a gravação das peças selecionadas no estúdio Flecha, na cidade do Rio de Janeiro, e a estreia da composição com gravação ao vivo ao longo da temporada de concertos do Acorda! nos anos de 2026/27.

As inscrições serão aceitas até 01/08/2026.

Em caso de dúvidas, escreva para bernardofan@gmail.com

Para participar, acesse o formulário https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe9ejFLzpcmGQheGBTeWywDMoMeiUJthi-indZvR9AsWoD58w/viewform?usp=publish-editor


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CHAMADA: Publicações de livros de edições críticas de partituras musicais – edição 2026/2027

O Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural (CIDDIC), o Programa de Pós-Graduação em Música do Instituto de Artes da Unicamp (PPG-MÚSICA/IA/UNICAMP) e o Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) convidam pesquisadores a submeterem propostas de livros que serão publicados pela Coleção CIDDIC CDMC de maneira online e gratuita.

Poderão se inscrever alunos ou alunas regularmente matriculado/as em programas de pós-graduação (mestrado ou doutorado) e alunos ou alunas egresso/as mestres ou doutores, desde que o trabalho proposto seja resultado de pesquisa realizada junto a um programa de Pós-Graduação (mestrado ou doutorado).

As submissões deverão ser feitas exclusivamente pelo sistema OMP da Coleção CIDDIC/CDMC.

Prazo para submissão de propostas: de 1º de abril de 2026 a 31 de julho de 2026.

Maiores informações na chamada a seguir: https://www.ciddic.unicamp.br/ciddic/chamada-para-publicacoes-edicao-2026-2027/


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CHAMADA: DMusi – Congresso Luso-Brasileiro sobre o Ensino e Aprendizagem Digital da Música

Caros pesquisadores da área de Música,

O DMusi: Congresso Luso-Brasileiro sobre o Ensino e Aprendizagem Digital da Música decorrerá entre os dias 6 e 9 de outubro de 2026, em ambiente virtual. É organizado em parceria pela Universidade de Aveiro (UA), pelo Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), pela Universidade Federal do Ceará (UFC), pela Universidade de São Paulo (USP), pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), integrando-se nas atividades da linha temática Performatividades Digitais do INET-md.

É com entusiasmo que informamos que a chamada de trabalhos já se encontra aberta, com submissões de propostas até ao dia 28/06/2026.

Aproveitamos ainda para vos convidar a acompanhar as páginas do congresso nas redes sociais e a consultar toda a informação disponível no nosso website:

Website: https://www.even3.com.br/dmusi-691679/
Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61570795347766
Instagram: @congressodmusi

A comissão organizadora

Clarissa Gomes Foletto
Dora Utermohl de Queiroz
Júlio Colabardini
Marcelo Jardim
Viviane Beineke


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CONCURSO: Professor Doutor – Departamento de Música FFCLRP – Flauta Transversal e Percepção Musical

Edital DVACAD 023/2026 – CONCURSO PROFESSOR DOUTOR

DOE 03/06/2026 – Caderno Executivo – Seção Atos de Gestão e Despesas

Período de Inscrição: 11/06/2026 – 08/09/2026

A Diretora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo torna público a todos os interessados que estarão abertas, pelo prazo de 90 (noventa) dias, com início às 09 horas (horário de Brasília) do dia 11/06/2026 e término às 17 horas (horário de Brasília) do dia 08/09/2026, as inscrições ao concurso público de títulos e provas para provimento de 01 (um) cargo de Professor Doutor, referência MS-3, em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), claro/cargo nº 1264249, com o salário de R$ 16.353,01 (maio/2025), junto ao Departamento de Música, na área de conhecimento em Flauta Transversal e Percepção Musical, nos termos do art. 125 do Regimento Geral da USP.

Abertura de Concurso Público:

https://www.ffclrp.usp.br/imagens_concursos/03_06_2026__08_51_04__159.pdf

As informações na íntegra estão disponíveis:

https://www.ffclrp.usp.br/concursos/?c=1

(utilizar o atalho do teclado “CTRL + F” para buscar pelo edital 023/2026)

Informações adicionais na Divisão Acadêmica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, pelo e-mail atac@listas.ffclrp.usp.br


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CONCURSO: Inscrições abertas para o VI Concurso Nacional de Violistas

VI Concurso Nacional de Violistas está com inscrições abertas até 31/07/2026. As fases Semifinal e Final acontecerão em São Paulo, de 10 a 12 de outubro de 2026, nas dependências do Instituto Fukuda (R. Braz Cubas, 258 – Jardim Nossa Sra. Aparecida, São Paulo – SP, 04109-040). O concurso é promovido pela Associação Brasileira de Violistas – ABRAV e tem o patrocínio do Instituto Fukuda.

VI Concurso Nacional de Violistas

Inscrições: de 01/05 a 31/07/2026

Maiores informações e inscrições: https://www.abrav.art.br/

Provas Semifinal e Final: 10 a 12/10/2026

Local: Instituto Fukuda

Endereço: R. Braz Cubas, 258 – Jardim Nossa Sra. Aparecida, São Paulo/SP – tel.: (11) 5083-4913
Promoção: ABRAV – Associação Brasileira de Violistas

Patrocínio: Instituto Fukuda


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DIVULGAÇÃO: Tese de Ricardo Tanganelli é publicada pela Editora Unesp

O egresso do Doutorado em Música do Instituto de Artes da Unesp teve sua tese publicada pelo selo Cultura Acadêmica da Editora Unesp. Além disso, o texto foi indicado pela editora para concorrer ao Prêmio ABEU (Associação Brasileira de Editoras Universitárias) 2026 na categoria Linguística, Letras e Artes.

A tese, “Memória em processos cognitivos: Percepção e organização da estrutura musical no repertório do século XXI”, aborda campos como acústica, psicologia e neurociência a fim de aprofundar a compreensão do som musical e do seu processamento pela memória, especialmente em novas formas de expressão sonora em quatro obras da música de concerto do século XXI, destacando de quais maneiras certos elementos sonoros salientes podem estruturar a memória musical.

O arquivo EPUB pode ser baixado gratuitamente pelo link:

https://www.culturaacademica.com.br/catalogo/memoria-em-processos-cognitivos

Ricardo Tanganelli da Silva é Professor Assistente de Regência na Faculdade de Comunicação e Artes da UFMT. Mestre e doutor em Música pelo IA-UNESP sob orientação do Prof. Dr. Marcos Mesquita, com bolsa Capes, graduado em regência pela mesma instituição, coordenador do “GPTAM, Grupo de Pesquisa em Teoria e Análise Musical”, e membro do grupo de pesquisa “Cogmus: Processos Analíticos, Criativos e Cognição Musical”. Sua atuação em regência se concentra especialmente em performance de música contemporânea e performance de música barroca historicamente informada. Foi responsável por estreias nacionais e internacionais e gravações de obras do repertório de concerto dos séculos XX e XXI.


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