Informativo Eletrônico Semanal CDMC


Centro de Documentação de Música Contemporânea, Pesquisa, Documentação e Informação Musical.

Regras para solicitar divulgações no informativo semanal CDMC

Como solicitar uma divulgação no informativo semanal CDMC

Enviar um e-mail com a divulgação desejada para o endereço fwciddic@unicamp.br contendo o resumo da divulgação no corpo da mensagem, com as seguintes informações:

  • Data
  • Horário
  • Local do Evento
  • Link com a fonte da notícia

Enviar apenas mensagens envolvendo o tema música, são aceitos: Concursos, chamadas, divulgações, festivais, notícias e concertos.
*Enviar a mensagem em texto simples (sem figuras ou anexos).

Importante: O prazo da solicitação da divulgação é de no máximo 1 (um) dia antes da divulgação do informativo semanal, ou seja, às quartas-feiras. Para envios após esse prazo, a divulgação poderá acontecer na semana seguinte caso a data final da divulgação desejada esteja no prazo.



CONCERTO: Orquestra Jovem Sabra realiza Concertos Didáticos gratuitos para estudantes do EJA e comunidade em Betim

Série de apresentações acontece às terças-feiras, de maio a dezembro de 2026, no Teatro Municipal Newton Amaral Franco, com entrada franca

O Instituto Unimed-BH, patrocinador máster dos projetos da Sabra, convida para o início da uma série de Concertos Didáticos com a Orquestra Jovem Sabra voltada especialmente para estudantes do programa Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para a comunidade em geral. As apresentações ocorrerão sempre às 19h, às terças-feiras, de maio a dezembro de 2026, no Teatro Municipal Newton Amaral Franco. A entrada é franca, limitada à lotação do teatro, e a classificação é livre.

Formada por alunos da Escola de Música Sabra que ali iniciaram sua trajetória musical, a Orquestra Jovem Sabra é composta por jovens músicos que recebem bolsa incentivo – um instrumento fundamental para viabilizar a dedicação integral aos estudos e a futura profissionalização. A iniciativa não apenas forma intérpretes de excelência, mas também exerce profunda relevância sociocultural: promove a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade, afasta-os de riscos, desenvolve competências como disciplina, trabalho em equipe e pertencimento, e democratiza o acesso à música erudita, formando plateias e intérpretes na própria comunidade.

Um dos grandes diferenciais da série é o diálogo direto com o público do EJA, composto majoritariamente por pessoas de camadas populares, adultos e idosos que retornaram à escola para concluir sua formação. Ao assistir a esses concertos, esses estudantes têm contato com um repertório clássico e sinfônico, rompendo barreiras culturais e ampliando seu universo simbólico. A ação reforça o papel da música como ferramenta de emancipação e cidadania.

O programa musical foi cuidadosamente selecionado para apresentar ao público obras de alguns dos maiores nomes da música universal. Serão executadas composições de: Ludwig van Beethoven, Edward Elgar, Antonín Dvořák, Richard Strauss, Pyotr Ilyich Tchaikovsky, Edvard Grieg, Franz Liszt, Georges Bizet e Carlos Gomes.
O maestro Márcio Miranda Pontes, regente da Orquestra Jovem Sabra, convida a todos para prestigiar os concertos: “É uma alegria levar essa música grandiosa para o público do EJA e para a comunidade de Betim. Nossos jovens músicos se preparam com muito carinho e disciplina. Queremos que vocês se sintam em casa, se emocionem e descubram que a música clássica também é feita para vocês. Venham celebrar conosco!”

Serviço
Evento: Concertos Didáticos – Orquestra Jovem Sabra
Datas: Terças-feiras, de maio a dezembro de 2026
Horário: 19h
Local: Teatro Municipal Newton Amaral Franco – Av. Padre Osório Braga, 149 – Betim/MG
Ingressos: Entrada franca (sujeita à lotação do teatro) Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos nas segundas e terças-feiras na secretaria da Escola de Música Sabra, localizada na Praça Milton Campos, 28 – Centro, Betim/MG. A retirada ocorre em horário comercial, mediante disponibilidade.
Classificação: Livre

CONTATO PARA A IMPRENSA:
Escola de Música SABRA
Setor de Comunicação
E-mail: secretaria@sabra.org.br
Site: http://www.sabra.org.br

Sobre a Escola de Música SABRA:
A Sociedade Artística Brasileira SABRA, mantenedora da Escola de Música Sabra, é uma instituição sem fins lucrativos que oferece ensino musical de qualidade para crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e PcDs, independentemente de sua classe social ou origem. Desde sua fundação em 2013, a escola tem como missão democratizar o acesso à música e promover a formação de cidadãos conscientes e críticos. Para tanto, oferece uma gama completa de cursos para todas as idades, desde a musicalização infantil até orquestras sinfônicas e grupos instrumentais de câmara. A escola também promove concertos didáticos e apresentações públicas gratuitas, levando a música de qualidade para toda a comunidade. As atividades da SABRA são financiadas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio máster do Instituto Unimed-BH.
 
Sobre o Instituto Unimed-BH:
O Instituto Unimed-BH completa 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.


Î Voltar ao topo

CONCERTO: Orquestra Sinfônica da Unicamp une romantismo francês e alemão no palco da FCM

No dia 14 de maio, às 19h30, a Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) realiza o concerto “Brahms – Sinfonia n.4” no auditório da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, na Universidade Estadual de Campinas. A apresentação homenageia os 60 anos da universidade, trazendo para a direção do concerto o maestro convidado Luciano Camargo, docente da Universidade Estadual Paulista e diretor da Orquestra Acadêmica de São Paulo/UNIOPERA.

O programa reúne duas obras do repertório sinfônico do século XIX. A abertura da noite será a Abertura nº 1 em Mi menor, da compositora francesa Louise Farrenc (1804–1875). Pianista e compositora de destaque na vida musical parisiense, Farrenc foi professora do Conservatório de Paris e construiu uma carreira relevante no cenário musical europeu. Nos últimos anos, sua obra tem sido progressivamente redescoberta por orquestras e instituições culturais, ampliando o reconhecimento de sua contribuição para o repertório sinfônico do período romântico.

Na segunda parte do concerto, a OSU interpreta a Sinfonia nº 4 em Mi menor, Op. 98, última sinfonia de Johannes Brahms (1833–1897) e uma das obras mais marcantes do repertório orquestral do século XIX. Estreada em 1885, a peça representa o auge da maturidade criativa do compositor alemão, reunindo intensidade dramática e rigor estrutural. O movimento final, construído na forma de passacaglia inspirada em modelos barrocos, é considerado um dos exemplos mais notáveis da capacidade de Brahms de dialogar com tradições musicais do passado dentro da linguagem romântica.

Serviço:

Brahms – Sinfonia n.4

Data: 14 de maio

Horário: 19h30

Local: Auditório da FCM – Unicamp

Entrada gratuita

Fonte: https://www.ciddic.unicamp.br/ciddic/orquestra-sinfonica-da-unicamp-une-romantismo-frances-e-alemao-no-palco-da-fcm/


Î Voltar ao topo

FESTIVAL: Orquestra Sinfônica Brasileira realiza 1º Festival OSB Novas Compositoras

Concurso vai eleger sinfonias compostas por mulheres brasileiras para serem estreadas pela OSB em 2026

A Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) anuncia a 1ª edição do Festival OSB Novas Compositoras, um concurso dedicado a fomentar a criação musical orquestral entre mulheres brasileiras. Com inscrições abertas até maio de 2026, a primeira fase vai selecionar até cinco composições sinfônicas inéditas que serão interpretadas pela própria Orquestra Sinfônica Brasileira no concerto final , em agosto. A compositora vencedora receberá uma encomenda para escrever uma nova obra especialmente para a OSB.

Poderão inscrever-se somente compositoras brasileiras ou naturalizadas com até 45 anos, e cada uma pode inscrever apenas uma obra, que deve ser inédita, não podendo ter sido anteriormente executada, gravada ou inscrita em outro concurso de composição. Uma comissão julgadora vai avaliar cada uma das composições submetidas e selecionar até cinco obras, que serão estreadas pela Orquestra Sinfônica Brasileira no dia 22 de agosto de 2026, na Sala Cecília Meireles.

Para participar do festival, é necessário ler a íntegra do edital, disponível aqui, e submeter a obra no formulário digital disponibilizado no documento. O resultado do concurso será divulgado até o dia 5 de junho de 2026.

O Festival OSB Novas Compositoras surge em consonância com a vocação histórica da Orquestra Sinfônica Brasileira em seu compromisso social e educacional. Ao longo de seus 85 anos, a OSB foi pioneira em importantes iniciativas de promoção da música no Brasil, com concursos para solistas e compositores que revelaram nomes como Antonio Meneses e Nelson Freire.

Essa vocação se manifesta hoje no programa de educação musical da Fundação OSB, o Conexões Musicais, que promove o acesso à formação musical e a democratização da cultura, e a OSB Jovem, uma orquestra diversa que oferece aos músicos em início de carreira um aperfeiçoamento técnico e mentoria com músicos experientes. A OSB também celebra a participação feminina na música, integrando compositoras, maestras e solistas ao repertório e à condução dos concertos de sua temporada, que agora será enriquecida com as obras selecionadas no festival.

Site: https://www.osb.com.br/1-festival-osb-novas-compositoras/


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Regimes da escuta audiovisual

Organizadores: Rodrigo Carreiro (UFPE), Débora Opolski (IFPR e Unespar) e Renan Chaves (Unicamp)

A consolidação do formato sonoro-visual do cinema encontra seu centenário na nossa atual década, os anos 2020. Entre o começo do século passado e os dias de hoje, o cinema — e a forma fílmica — penetrou meandros profundos da sociedade em múltiplos territórios: nos projetos de construção de identidade nacional, na disseminação de imaginários, nas vanguardas artísticas, no testemunho da história, na fabulação de novos mundos. Ele se fez presente na poesia do cotidiano, no lazer, no entretenimento, no ativismo político, na vocalização dos marginalizados, nas investigações sobre a subjetividade, na construção da indústria cultural. É com esse vasto repertório histórico, sensório e estético que a tradição cinematográfica desembarca em nossa contemporaneidade.

O historiador Thomas Elsaesser aponta para essa penetração polivalente do cinema na sociedade propondo que o pensemos como um dispositivo arqueológico das mídias digitais e audiovisuais. O cinema e a forma fílmica como disparadores de modos de fruição e criação. Sob essa perspectiva, o cinema passa a ser compreendido como uma máquina do audível e do visível, um artefato tecnológico fundamental na instauração e modulação de regimes de escuta e visão, marcando o cinema como a história da nossa atualidade virtual e de nossos modos de ver e ouvir.

O cinema instaura no século XX uma maneira particular de percepção sonora e musical: aquela em que o sonoro se torna indissociável materialmente, simbolicamente e esteticamente da visualidade. A percepção sonora, nesse raciocínio, seria uma percepção sonoro-visual; tal como a percepção visual seria uma percepção sonoro-visual. Michel Chion bem definiu esse regime sensório com sua noção de audiovisão. A música e o som deixam de operar como categorias autônomas para adquirirem o estatuto de materialidade fílmica, inextricáveis da visualidade: a música do filme não seria apenas música, seria música fílmica; o som do filme não seria apenas som, seria som fílmico.

Neste dossiê temático, interessa-nos explorar, em especial, os regimes de escuta audiovisual: as dimensões históricas, culturais, sociais, econômicas, estéticas, éticas e tecnológicas que posicionam e reposicionam a especificidade da escuta fílmica, seja no cinema ou nas mídias digitais. São bem-vindos manuscritos nos seguintes eixos temáticos (e em eixos correlatos).

1. Regimes contemporâneos de escuta audiovisual

Abordagens sobre como escutamos sons no cinema e nas mídias digitais, incluindo atualizações das noções de audiovisão, transdução sensória e imbricação sensório-material.

2. Histórias e genealogias do som fílmico

Estudos históricos sobre transformações das práticas sonoras e musicais no cinema, do primeiro cinema às tecnologias digitais e streaming, incluindo periodizações, rupturas e continuidades.

3. Tecnologias sonoras, mediações e materialidades

Análises das técnicas, dispositivos e infraestruturas que moldam a escuta audiovisual: captação, edição, mixagem, reprodução, algoritmos, IA generativa, plataformas, salas de cinema, home theater, fones.

4. Estéticas e poéticas sonoras no audiovisual contemporâneo

Discussões sobre estratégias sonoras e musicais na ficção, no documentário, no experimental, no ensaio, no cinema expandido e nas práticas híbridas.

5. Antropoceno, ecologias do som e políticas da escuta

Investigações sobre como filmes e obras audiovisuais articulam crises ambientais, ecologias acústicas, paisagens sonoras, não-humanos, ruídos industriais, poéticas do planeta e do pós-humano.

6. Som, memória, história e arquivo

Estudos sobre o papel do som audiovisual como documento, vestígio, testemunho, inscrição histórica e operador de memória.

7. Música fílmica: composição, dramaturgia e fabulação

Abordagens sobre composições originais, dramaturgia musical, poéticas experimentais, música popular no cinema e novas práticas composicionais na era digital.

8. Escuta, subjetividade e experiência sensória

Debates sobre modos de subjetivação pela escuta fílmica, experiências perceptivas, corporalidade, envolvimento emocional, imersão, atenção.

9. Cinema, indústria cultural e economia do som

Reflexões sobre dimensões econômicas, laborais e industriais da produção sonora audiovisual: fluxos de trabalho, profissões, políticas de crédito, precarização, automação.

10. Poéticas sonoras nas mídias digitais, plataformas e redes

Estudos sobre sonoridades em vídeo games, plataformas de vídeo, redes sociais, ambientes de Realidade Expandida.

MAIORES INFORMAÇÕES EMwww.revistamusimid.com.br

Heloísa de A. Duarte Valente Profª Titular Programa de Pós-Graduação em Comunicação – UNIP

MusiMid -Centro de Estudos em Música e Mídia/ Revista MusiMid

www.musimid.mus.br/ www.revistamusimid.com.br

Wagner Rodrigues Valente Prof. Livre-Docente em Educação – Unifesp

GHEMAT -Grupo Associado de Estudos e Pesquisas em História da Educação Matemática

http://www.ghemat.com.br


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Dossiê “Morton Feldman – Uma revolução silenciosa ao longo de 100 anos”

O ano de 2026 sinaliza um importante marco: o centenário do nascimento e da obra de Morton Feldman (1926–1987), uma das figuras mais provocativas da música de concerto do século XX. Para além de sua produção musical, os textos de Feldman constituem obras literárias dignas de leitura atenta, apresentando uma singularidade comparável à de suas composições e delineando muitas das questões abordadas nesta chamada de trabalhos.

“PARA QUE A ARTE TENHA ÊXITO, SEU CRIADOR DEVE FRACASSAR” (Feldman, 2000, p. 27).

Feldman foi um compositor judeu nascido em Nova York, estreitamente associado à tradição da música experimental norte-americana. Manteve relações próximas com figuras centrais da cena da nova música experimental nos Estados Unidos — como John Cage, Pauline Oliveros, Earle Brown, Christian Wolff e David Tudor —, que indubitavelmente influenciaram seu pensamento artístico. Feldman compôs para uma ampla variedade de formações instrumentais, abrangendo desde obras solo e camerísticas até contextos orquestrais, corais e operísticos. Apesar de sua conhecida provocação — “Do we really need electronics?” (Feldman, 2008, p. 752) —, realizou também uma incursão, ainda que cautelosa, na música eletroacústica. Em 1973, tornou-se titular da Cátedra Edgard Varèse de Composição na State University of New York at Buffalo (SUNY Buffalo), contribuindo de maneira decisiva para a consolidação de uma tradição composicional em Buffalo que perdura até os dias atuais. Feldman faleceu em 1987, aos 61 anos de idade, em sua residência em Buffalo, Nova York.

Chamada completa em: https://periodicos.unespar.edu.br/vortex/libraryFiles/downloadPublic/242

É nesse horizonte conceitual que convidamos autoras e autores a submeter contribuições que abordem a obra de Morton Feldman, acolhendo esse amplo espectro de perspectivas e desdobramentos possíveis. Entre os temas sugeridos incluem-se, sem se limitar a eles:

  • Abordagens analíticas das obras de Feldman em diferentes períodos
  • Os escritos de Feldman e suas dimensões estéticas, filosóficas ou literárias
  • Tempo, duração, repetição e forma não teleológica
  • Som, acústica e fenomenologia na música de Feldman
  • Feldman e as artes visuais
  • Feldman em relação à música experimental norte-americana
  • Práticas de performance e interpretação
  • Feldman a partir de perspectivas decoloniais, transnacionais ou do Sul Global

As submissões podem adotar abordagens analíticas, históricas, teóricas, filosóficas ou baseadas na prática. Todos os artigos devem seguir as diretrizes do periódico e estarão sujeitos à avaliação por pares.

SUBMISSÕES E PRAZOS
Submissões: até 01/09/2026
Diretrizes, modelo e plataforma de submissão:
https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/about/submissions

Contato dos editores: revista.vortex@unespar.edu.br
Website: http://vortex.unespar.edu.br/
Formulário de autorização de uso de imagem:
https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/libraryFiles/downloadPublic/35

SOBRE A REVISTA
A Revista Vórtex é um periódico de acesso aberto dedicado às seguintes áreas musicais: Criação, Estética e Composição Musical; Performance Musical; Análise, Percepção e Teoria Musical; Musicologia e Etnomusicologia; Computação Musical e Tecnologia Musical. A Política Editorial incentiva a submissão de trabalhos originais em português, inglês ou espanhol. Os trabalhos submetidos são avaliados por meio de um sistema de revisão por pares duplo-cego e, quando publicados, são depositados e indexados em diversas bases bibliométricas, tais como DOAJ, Web of Science, RILM, Google Scholar, SciELO, entre outras.


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Acorda para compor! – Chamada para compositoras e compositores

Acorda para compor! – Chamada para compositoras e compositores

O Acorda! Coletivo de Música, conjunto sediado no Rio de Janeiro/Brasil, promove uma chamada de propostas destinada a compositores e compositoras brasileiros(as), preferencialmente para estudantes de música em nível superior. O objetivo é selecionar composições para a formação completa do grupo, formado por Flauta, Viola, Violoncelo e Contrabaixo, com ou sem eletrônica (eletrônica mista e/ou eletrônica ao vivo).

 Como contrapartida, o Acorda! coletivo de música oferece aos compositores a gravação das peças selecionadas no estúdio Flecha, na cidade do Rio de Janeiro, e a estreia da composição com gravação ao vivo ao longo da temporada de concertos do Acorda! nos anos de 2026/27.

As inscrições serão aceitas até 01/08/2026.

Em caso de dúvidas, escreva para bernardofan@gmail.com

Para participar, acesse o formulário https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe9ejFLzpcmGQheGBTeWywDMoMeiUJthi-indZvR9AsWoD58w/viewform?usp=publish-editor


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Publicações de livros de edições críticas de partituras musicais – edição 2026/2027

O Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural (CIDDIC), o Programa de Pós-Graduação em Música do Instituto de Artes da Unicamp (PPG-MÚSICA/IA/UNICAMP) e o Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) convidam pesquisadores a submeterem propostas de livros que serão publicados pela Coleção CIDDIC CDMC de maneira online e gratuita.

Poderão se inscrever alunos ou alunas regularmente matriculado/as em programas de pós-graduação (mestrado ou doutorado) e alunos ou alunas egresso/as mestres ou doutores, desde que o trabalho proposto seja resultado de pesquisa realizada junto a um programa de Pós-Graduação (mestrado ou doutorado).

As submissões deverão ser feitas exclusivamente pelo sistema OMP da Coleção CIDDIC/CDMC.

Prazo para submissão de propostas: de 1º de abril de 2026 a 31 de julho de 2026.

Maiores informações na chamada a seguir: https://www.ciddic.unicamp.br/ciddic/chamada-para-publicacoes-edicao-2026-2027/


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Artigos para o Dossiê “Histórias e Performances Musicais no espaço ibero-afro-americano”

Chamada Pública para envio de artigos para o Dossiê “Histórias e Performances Musicais no espaço ibero-afro-americano”

Prazo: 20 de maio de 2026  

Link: https://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/announcement/view/72


Î Voltar ao topo

CHAMADA: KNOB DETOX 2026 – Colóquio de música experimental e linguagens eletrônico-digitais

Entre 13 e 18 de outubro de 2026 acontecerá a 2ª edição do KNOB DETOX, um colóquio que busca pensar com o som, e não apenas sobre o som. O evento será presencial e ocorrerá na Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), em Curitiba (Brasil), reunindo apresentação de obras artísticas e papers curtos em torno da temática do som como campo transdisciplinar de problematização tecnológica.

Inserido na trajetória de excelência do Núcleo Música Nova — que compreende o SiMN, a Caravana da Síntese Sonora, oficinas, publicações, o Ensemble Móbile e a produção fonográfica do Núcleo — o Knob Detox se distingue na recusa de uma noção meramente instrumental da técnica, articulando criação artística com reflexão teórica.

Nesse sentido, o KNOB DETOX coloca-se como um espaço de conexão entre música e outros campos do conhecimento, operando por meio de abordagens experimentais, críticas e imersivas. 

Prazo para envio de trabalhos até: 17/05/2026

Submissões: https://www.nucleomusicanova.com.br/eventos/knob-detox/knob-detox-2026


Î Voltar ao topo

DIVULGAÇÃO: Lançamento do álbum Cello++/BR: Música brasileira para violoncelo e eletrônica

O violoncelista e pesquisador de pós-doutorado do CDMC William Teixeira anuncia o lançamento de seu primeiro álbum completo, Cello++/BR: Música brasileira para violoncelo e eletrônica, que chega às plataformas digitais no dia 7 de maio. O projeto inaugura o catálogo do Selo CDMC, projeto do Centro de Documentação de Música Contemporânea da Unicamp para divulgação de sua produção artística, marcando uma etapa importante na documentação e difusão do repertório brasileiro contemporâneo.

Resultado de uma pesquisa iniciada em 2024, o álbum nasce do enfrentamento de um problema recorrente: a dificuldade de acesso ao repertório nacional para instrumentos e sons eletroacústica – gênero conhecido como música eletroacústica mista – que está frequentemente disperso ou dependente de processos de reconstrução e atualização tecnológica. O projeto ocorreu no âmbito de um pós-doutorado sênior financiado pelo CNPq, desenvolvido no CDMC sob supervisão de Denise Garcia, referência nos estudos da música eletroacústica brasileira, envolvendo a gravação e recuperação das partes eletroacústicas, além da transcrição e editoração de partituras perdidas.

O disco reúne obras pioneiras de Jorge Antunes, Claudio Santoro, Rufo Herrera, Rodolfo Caesar, Rodrigo Cicchelli e Jocy de Oliveira, compondo um panorama que atravessa diferentes gerações e abordagens estéticas da música eletroacústica no Brasil. As gravações foram realizadas ao longo de seis meses, em um processo detalhado que buscou equilibrar precisão técnica e densidade expressiva, com mixagem e masterização assinadas por Bryan Holmes, professor da UNIRIO. O álbum conta ainda com a participação especial da cantora Doriana Mendes, também professora da UNIRIO, na faixa Imagel, de Rufo Herrera.

O concerto oficial de lançamento acontecerá no dia 27 de maio (quarta-feira), às 19h, no Auditório da ADunicamp, com a execução integral do álbum. A circulação do projeto inclui ainda um concerto de lançamento na Maratona de Música Eletroacústica da UFRJ, no dia 30 de julho, às 19h, com apoio da Academia Brasileira de Música. As obras do disco também serão apresentadas na Bienal de Música Eletroacústica de São Paulo, em outubro, e no Encontro Internacional de Música Eletroacústica, que será realizado na Universidade Federal de Goiás em novembro, promovido pela Sociedade Brasileira de Música Eletroacústica.

Cello++/BR é o primeiro de uma trilogia dedicada à recuperação, documentação e circulação do repertório brasileiro para violoncelo e eletrônica, consolidando uma contribuição relevante tanto para a performance quanto para a pesquisa musical contemporânea.

Tracklist
Jorge Antunes – Insubstituível 2a (1967)
Claudio Santoro – Mutationen II (1970)
Rufo Herrera – Imagel (1988)
Rodolfo Caesar – Arcos (1989)
Rodrigo Cicchelli – Latitudes Emaranhadas (1994)
Jocy de Oliveira – For Cello (1994)

Ficha técnica
Violoncelo e eletrônica: William Teixeira
Participação especial: Doriana Mendes (Imagel)
Produção: William Teixeira
Assistente de gravação: Jardim de Rosa Ferro
Mixagem e masterização: Bryan Holmes

Disponível em todas as plataformas digitais a partir de 7 de maio.

Fonte: https://www.ciddic.unicamp.br/ciddic/lancamento-do-album-cello-br-musica-brasileira-para-violoncelo-e-eletronica/


Î Voltar ao topo
Rolar para cima