Informativo Eletrônico Semanal CDMC


Centro de Documentação de Música Contemporânea, Pesquisa, Documentação e Informação Musical.

Regras para solicitar divulgações no informativo semanal CDMC

Como solicitar uma divulgação no informativo semanal CDMC

Enviar um e-mail com a divulgação desejada para o endereço fwciddic@unicamp.br contendo o resumo da divulgação no corpo da mensagem, com as seguintes informações:

  • Data
  • Horário
  • Local do Evento
  • Link com a fonte da notícia

Enviar apenas mensagens envolvendo o tema música, são aceitos: Concursos, chamadas, divulgações, festivais, notícias e concertos.
*Enviar a mensagem em texto simples (sem figuras ou anexos).

Importante: O prazo da solicitação da divulgação é de no máximo 1 (um) dia antes da divulgação do informativo semanal, ou seja, às quartas-feiras. Para envios após esse prazo, a divulgação poderá acontecer na semana seguinte caso a data final da divulgação desejada esteja no prazo.



CONCERTO: Orquestra Jovem Sabra realiza Concertos Didáticos gratuitos para estudantes do EJA e comunidade em Betim

Série de apresentações acontece às terças-feiras, de maio a dezembro de 2026, no Teatro Municipal Newton Amaral Franco, com entrada franca

O Instituto Unimed-BH, patrocinador máster dos projetos da Sabra, convida para o início da uma série de Concertos Didáticos com a Orquestra Jovem Sabra voltada especialmente para estudantes do programa Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para a comunidade em geral. As apresentações ocorrerão sempre às 19h, às terças-feiras, de maio a dezembro de 2026, no Teatro Municipal Newton Amaral Franco. A entrada é franca, limitada à lotação do teatro, e a classificação é livre.

Formada por alunos da Escola de Música Sabra que ali iniciaram sua trajetória musical, a Orquestra Jovem Sabra é composta por jovens músicos que recebem bolsa incentivo – um instrumento fundamental para viabilizar a dedicação integral aos estudos e a futura profissionalização. A iniciativa não apenas forma intérpretes de excelência, mas também exerce profunda relevância sociocultural: promove a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade, afasta-os de riscos, desenvolve competências como disciplina, trabalho em equipe e pertencimento, e democratiza o acesso à música erudita, formando plateias e intérpretes na própria comunidade.

Um dos grandes diferenciais da série é o diálogo direto com o público do EJA, composto majoritariamente por pessoas de camadas populares, adultos e idosos que retornaram à escola para concluir sua formação. Ao assistir a esses concertos, esses estudantes têm contato com um repertório clássico e sinfônico, rompendo barreiras culturais e ampliando seu universo simbólico. A ação reforça o papel da música como ferramenta de emancipação e cidadania.

O programa musical foi cuidadosamente selecionado para apresentar ao público obras de alguns dos maiores nomes da música universal. Serão executadas composições de: Ludwig van Beethoven, Edward Elgar, Antonín Dvořák, Richard Strauss, Pyotr Ilyich Tchaikovsky, Edvard Grieg, Franz Liszt, Georges Bizet e Carlos Gomes.
O maestro Márcio Miranda Pontes, regente da Orquestra Jovem Sabra, convida a todos para prestigiar os concertos: “É uma alegria levar essa música grandiosa para o público do EJA e para a comunidade de Betim. Nossos jovens músicos se preparam com muito carinho e disciplina. Queremos que vocês se sintam em casa, se emocionem e descubram que a música clássica também é feita para vocês. Venham celebrar conosco!”

Serviço
Evento: Concertos Didáticos – Orquestra Jovem Sabra
Datas: Terças-feiras, de maio a dezembro de 2026
Horário: 19h
Local: Teatro Municipal Newton Amaral Franco – Av. Padre Osório Braga, 149 – Betim/MG
Ingressos: Entrada franca (sujeita à lotação do teatro) Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos nas segundas e terças-feiras na secretaria da Escola de Música Sabra, localizada na Praça Milton Campos, 28 – Centro, Betim/MG. A retirada ocorre em horário comercial, mediante disponibilidade.
Classificação: Livre

CONTATO PARA A IMPRENSA:
Escola de Música SABRA
Setor de Comunicação
E-mail: secretaria@sabra.org.br
Site: http://www.sabra.org.br

Sobre a Escola de Música SABRA:
A Sociedade Artística Brasileira SABRA, mantenedora da Escola de Música Sabra, é uma instituição sem fins lucrativos que oferece ensino musical de qualidade para crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e PcDs, independentemente de sua classe social ou origem. Desde sua fundação em 2013, a escola tem como missão democratizar o acesso à música e promover a formação de cidadãos conscientes e críticos. Para tanto, oferece uma gama completa de cursos para todas as idades, desde a musicalização infantil até orquestras sinfônicas e grupos instrumentais de câmara. A escola também promove concertos didáticos e apresentações públicas gratuitas, levando a música de qualidade para toda a comunidade. As atividades da SABRA são financiadas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio máster do Instituto Unimed-BH.
 
Sobre o Instituto Unimed-BH:
O Instituto Unimed-BH completa 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.


Î Voltar ao topo

FESTIVAL: XXI RioHarpFestival transforma o Rio, novamente, na capital mundial da harpa

Uma volta ao mundo com músicos de mais de 20 países

O maior festival de harpas do planeta volta a transformar o Rio de Janeiro na capital mundial do instrumento. De 1º a 31 de julho de 2026, o XXI RioHarpFestival apresenta 54 concertos gratuitos, reunindo cerca de 150 músicos e grupos vocais de mais de 20 países da América Latina, Europa, Ásia, Oriente Médio e África, em diferentes espaços culturais da cidade.

Integrado oficialmente ao calendário de eventos do Rio de Janeiro, o festival promove uma verdadeira volta ao mundo ao som das harpas, conectando culturas e tradições musicais de diferentes continentes. A programação também ganha expansão internacional com edições em São Paulo e apresentações na Europa — em países como Espanha, França, Áustria e Alemanha — além de uma versão africana na África do Sul.

Com apresentações concentradas, em sua grande maioria no Espaço Cultural Arte Sesc  e  Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) e em outros importantes espaços culturais da cidade como a Academia Brasileira de Letras, Academia Nacional de Medicina, Real Gabinete Português de Leitura, Jockey Club, Igreja da Candelária, Palácio Tiradentes, CC Justiça Federal, Museu da Justiça, Forte de Copacabana o festival convida o público para uma verdadeira volta ao mundo ao som das harpas, reunindo diferentes tradições musicais e culturais em uma programação que vai do clássico ao contemporâneo, do barroco ao jazz, da música árabe aos ritmos latino-americanos, passando pelas harpas africanas, pelo koto japonês e pelas sonoridades indianas.

A abertura acontece no dia 1º de julho, quarta-feira, às 18h, no Espaço Cultural Arte Sesc Flamengo, com a Orquestra Rio Camerata, sob a regência do maestro Alexandre Rocha, e participação especial do harpista brasileiro Gelton Galvão.

Uma das maiores conquistas do RioHarpFestival é promover o encontro entre músicos internacionais e talentos das comunidades do Rio de Janeiro. Quando jovens da Maré, do Pavão-Pavãozinho, de São Gonçalo ou de Cabo Frio dividem o palco com artistas vindos da Áustria, dos Estados Unidos, da Venezuela ou de outros países, a música cumpre seu papel mais nobre: aproximar culturas, criar oportunidades e mostrar que a arte é uma poderosa ferramenta de inclusão social“, afirma Sérgio da Costa e Silva, idealizador do festival.

Ao longo de 31 dias de programação, o público poderá acompanhar artistas do México, Espanha, França, Portugal, Áustria, Estados Unidos, Peru, Colômbia, Guatemala, República Dominicana, Venezuela, Argentina, Líbano, Japão, Índia entre outros países, consolidando o Rio de Janeiro como um dos principais polos internacionais da harpa.

Entre os destaques internacionais estão Baltazar Juarez (1º harpista da Orquestra Sinfônica do México) e Kevin Zabadiel (México); Al Nur Kibir (Líbano); Beatriz Millán, Lidia e Thais Del Rio (Espanha); Juan Riveros e Danny Jordan (Estados Unidos); Lea Mesnil, (França)  Karishima Ramirez e Armando Becerra (Peru); Carlos Lara (Colômbia); Adan Vasquez (República Dominicana); Nelson Becerra (Guatemala); Walter Morato (Argentina); Lara Fonseca (Portugal); Edith Gasteiger (Áustria); Jesus Suarez (Venezuela); além do Grupo Shiva, com repertório indiano; grupos japoneses de koto e tambores orientais; e apresentações dedicadas às tradicionais harpas africanas Kora e N’Goni, com o Coral Vozes da ÁfricaMUSSO NGONI e o Gaio de Lima Trio, 

O Brasil também marca forte presença na programação com artistas e grupos de destaque, entre eles os harpistas Gelton Galvão e Giovana Sanches, o Coral Madrigal Cruz Lopes, a Banda Sinfônica Nacional, a Banda Sinfônica dos Fuzileiros Navais, o Sexteto de Sopros dos Fuzileiros Navais, Rafael Debolato (de Mato Grosso) e Aline Araujo (de Goiás) 

Inclusão social como marca do festival

Mais do que um encontro internacional de músicos, o RioHarpFestival reafirma seu compromisso com a inclusão social, a formação cultural e a democratização do acesso à cultura.

Nesta edição, artistas internacionais dividem o palco com projetos socioculturais do Rio de Janeiro, aproximando diferentes territórios por meio da música. Participam da programação a Orquestra Meninos de Luz, da comunidade do Pavão-Pavãozinho; a Camerata Uerê, formada por jovens da Maré; a Orquestra de Cavaquinhos de Cabo Frio, da Região dos Lagos; a Orquestra de Gaitas de Foles, de São Gonçalo; e a Orquestra do Forte, formada por músicos das comunidades da Zona Sul, assim como a Orquestra Light, da Comunidade da Rocinha.

A iniciativa reforça o papel do festival como uma ponte entre culturas, gerações e realidades sociais diversas, mostrando que a música é uma poderosa ferramenta de transformação e inclusão.

Fazemos questão de que o RioHarpFestival seja também um espaço de inclusão. Ver uma orquestra de jovens da Maré, os Meninos de Luz , a Orquestra de Cavaquinhos de Cabo Frio, Light, da Rocinha,Orquestra de Gaitas de Foles, de São Gonçalo  compartilhando o palco com músicos consagrados de diferentes países é uma demonstração de que a cultura não conhece fronteiras. É um intercâmbio artístico, mas também humano, que transforma a vida de quem participa e de quem assiste“, destaca Sérgio da Costa e Silva.

Orquestra Meninos de Luz receberá os músicos norte-americanos Juan Riveros e Danny Jordan. Já a Camerata Uerê terá participação especial da harpista austríaca Edith Gasteiger. Criada em 2013 pela violinista francesa Constance Depretz, a Camerata reúne cerca de 30 jovens músicos do Projeto Uerê, com idades entre 7 e 18 anos.

Idealizador do festival, o produtor cultural Sérgio da Costa e Silva destaca que a integração entre músicos internacionais e projetos comunitários é um dos pilares do evento.

Os números do projeto são expressivos frente aos desafios e os benefícios são inúmeros, desde proporcionar a beleza de apresentar um repertório clássico e erudito até promover bem-estar, redução do estresse e a difusão de uma cultura rica e diversificada. Esta vigésima primeira edição reforça também a importância da integração entre as orquestras e grupos artísticos de comunidades com os harpistas estrangeiros, ampliando o foco de inclusão social do projeto“, afirma.


SERVIÇO

XXI RioHarpFestival

Período: 1º a 31 de julho de 2026

Concertos: 54 apresentações gratuitas

Participação: cerca de 150 músicos de mais de 20 países

Locais: CCBB Rio e diversos espaços culturais da cidade

Classificação: Livre

Idealizador e Diretor dos Projetos Música no Museu e XXI RioHarpFestival

Sergio da Costa e Silva

(21) 999889332                                                                        

carpex@bighost.com.br                                                 

http://www.rioharpfestival.com .br

http://www.musicanomuseu.com.br/

www.radiomusicanomuseu.com


Î Voltar ao topo

CALL: Open for artists – 21st Bucharest International JAZZ Competition 2027

 @ EUROPAfest

100 % jazz & more… competition, concerts, jam sessions, jazz workshops

Date: 2 – 10 July 2027

open for: instrumentalists and vocalists of all nationalities
NEW ! Age limit: up to 45 years old ( born after the 1st of July 1982 ). The leader can be older than 45.

Prizes: The total amount is 10.000 Euro, cash and concerts
Infojmevents.ro@gmail.com 

Website: www.jazzfest.rowww.jazzcompetition.ro

Facebookhttps://www.facebook.com/Bucharest.International.Jazz.Competition

Facebook Event ( to share ): https://fb.me/e/6X3i1AR75
The application is OPEN

Deadline: 1st March 2027

Please find attached in our website: https://www.jazzcompetition.ro/2027.html

  • poster
  • General Rules 
  • Application form.

Î Voltar ao topo

CHAMADA: Regimes da escuta audiovisual

Organizadores: Rodrigo Carreiro (UFPE), Débora Opolski (IFPR e Unespar) e Renan Chaves (Unicamp)

A consolidação do formato sonoro-visual do cinema encontra seu centenário na nossa atual década, os anos 2020. Entre o começo do século passado e os dias de hoje, o cinema — e a forma fílmica — penetrou meandros profundos da sociedade em múltiplos territórios: nos projetos de construção de identidade nacional, na disseminação de imaginários, nas vanguardas artísticas, no testemunho da história, na fabulação de novos mundos. Ele se fez presente na poesia do cotidiano, no lazer, no entretenimento, no ativismo político, na vocalização dos marginalizados, nas investigações sobre a subjetividade, na construção da indústria cultural. É com esse vasto repertório histórico, sensório e estético que a tradição cinematográfica desembarca em nossa contemporaneidade.

O historiador Thomas Elsaesser aponta para essa penetração polivalente do cinema na sociedade propondo que o pensemos como um dispositivo arqueológico das mídias digitais e audiovisuais. O cinema e a forma fílmica como disparadores de modos de fruição e criação. Sob essa perspectiva, o cinema passa a ser compreendido como uma máquina do audível e do visível, um artefato tecnológico fundamental na instauração e modulação de regimes de escuta e visão, marcando o cinema como a história da nossa atualidade virtual e de nossos modos de ver e ouvir.

O cinema instaura no século XX uma maneira particular de percepção sonora e musical: aquela em que o sonoro se torna indissociável materialmente, simbolicamente e esteticamente da visualidade. A percepção sonora, nesse raciocínio, seria uma percepção sonoro-visual; tal como a percepção visual seria uma percepção sonoro-visual. Michel Chion bem definiu esse regime sensório com sua noção de audiovisão. A música e o som deixam de operar como categorias autônomas para adquirirem o estatuto de materialidade fílmica, inextricáveis da visualidade: a música do filme não seria apenas música, seria música fílmica; o som do filme não seria apenas som, seria som fílmico.

Neste dossiê temático, interessa-nos explorar, em especial, os regimes de escuta audiovisual: as dimensões históricas, culturais, sociais, econômicas, estéticas, éticas e tecnológicas que posicionam e reposicionam a especificidade da escuta fílmica, seja no cinema ou nas mídias digitais. São bem-vindos manuscritos nos seguintes eixos temáticos (e em eixos correlatos).

1. Regimes contemporâneos de escuta audiovisual

Abordagens sobre como escutamos sons no cinema e nas mídias digitais, incluindo atualizações das noções de audiovisão, transdução sensória e imbricação sensório-material.

2. Histórias e genealogias do som fílmico

Estudos históricos sobre transformações das práticas sonoras e musicais no cinema, do primeiro cinema às tecnologias digitais e streaming, incluindo periodizações, rupturas e continuidades.

3. Tecnologias sonoras, mediações e materialidades

Análises das técnicas, dispositivos e infraestruturas que moldam a escuta audiovisual: captação, edição, mixagem, reprodução, algoritmos, IA generativa, plataformas, salas de cinema, home theater, fones.

4. Estéticas e poéticas sonoras no audiovisual contemporâneo

Discussões sobre estratégias sonoras e musicais na ficção, no documentário, no experimental, no ensaio, no cinema expandido e nas práticas híbridas.

5. Antropoceno, ecologias do som e políticas da escuta

Investigações sobre como filmes e obras audiovisuais articulam crises ambientais, ecologias acústicas, paisagens sonoras, não-humanos, ruídos industriais, poéticas do planeta e do pós-humano.

6. Som, memória, história e arquivo

Estudos sobre o papel do som audiovisual como documento, vestígio, testemunho, inscrição histórica e operador de memória.

7. Música fílmica: composição, dramaturgia e fabulação

Abordagens sobre composições originais, dramaturgia musical, poéticas experimentais, música popular no cinema e novas práticas composicionais na era digital.

8. Escuta, subjetividade e experiência sensória

Debates sobre modos de subjetivação pela escuta fílmica, experiências perceptivas, corporalidade, envolvimento emocional, imersão, atenção.

9. Cinema, indústria cultural e economia do som

Reflexões sobre dimensões econômicas, laborais e industriais da produção sonora audiovisual: fluxos de trabalho, profissões, políticas de crédito, precarização, automação.

10. Poéticas sonoras nas mídias digitais, plataformas e redes

Estudos sobre sonoridades em vídeo games, plataformas de vídeo, redes sociais, ambientes de Realidade Expandida.

MAIORES INFORMAÇÕES EMwww.revistamusimid.com.br

Heloísa de A. Duarte Valente Profª Titular Programa de Pós-Graduação em Comunicação – UNIP

MusiMid -Centro de Estudos em Música e Mídia/ Revista MusiMid

www.musimid.mus.br/ www.revistamusimid.com.br

Wagner Rodrigues Valente Prof. Livre-Docente em Educação – Unifesp

GHEMAT -Grupo Associado de Estudos e Pesquisas em História da Educação Matemática

http://www.ghemat.com.br


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Revista Música (USP) – Análise musical e construção de cânones na América Latina: repertórios, circulação e historiografia

Português BR / Español / English

DOSSIÊ TEMÁTICO – REVISTA MÚSICA (USP)

Tema: Análise musical e construção de cânones na América Latina: repertórios, circulação e historiografia

Prazo para submissão de trabalhos: 10 de setembro de 2026

Editora convidada: Adriana Lopes Moreira

Edição: Vol. 26, N. 2, 2026

Website: https://revistas.usp.br/revistamusica/pt_BR/announcement

Caras e caros colegas,

Este dossiê convida pesquisadoras e pesquisadores a refletirem sobre o papel da análise musical na constituição, revisão e ampliação de cânones, tomando como foco obras latino-americanas. Nosso argumento considera que, ao interagir com aspectos estruturais, poéticos, estéticos e culturais de obras musicais, a pessoa que analisa contribui para sua inserção em redes de significado que frequentemente extrapolam os limites do próprio objeto investigado.

Serão bem-vindas contribuições que discutam repertórios, compositoras e compositores, processos criativos, redes de influência, questões historiográficas e abordagens analíticas capazes de ampliar a compreensão da participação latino-americana na construção do pensamento musical contemporâneo.

Sugerimos abaixo algumas linhas temáticas para enquadramento dos trabalhos, os quais poderão se relacionar com mais de uma das categorias apresentadas:

1. Análise musical e processos de canonização de repertórios latino-americanos;

2. Relações entre análise musical, performance, escuta e práticas interpretativas de obras latino-americanas;

3. Teoria e análise da música popular latino-americana;

4. Processos de circulação, recepção e legitimação de repertórios musicais na América Latina;

5. Redes de influência, intercâmbio e transferência cultural entre compositoras e compositores latino-americanos e de outras regiões do mundo;

6. Contribuições latino-americanas para a formulação de técnicas, procedimentos composicionais e linguagens musicais contemporâneas;

7. Análise de processos criativos, esboços, manuscritos, correspondências e documentos de trabalho de compositoras e compositores latino-americanos;

8. Abordagens analíticas aplicadas à música eletroacústica, mista, experimental e às novas tecnologias musicais na América Latina;

9. Análise de música para cinema, teatro, dança, performance multimídia e outras formas de criação interdisciplinar na América Latina;

10. Estudos sobre ritmo, métrica, temporalidade e corporeidade em repertórios latino-americanos;

11. Recursos analíticos aplicados à produção musical latino-americana;

12. Análise musical e revisão historiográfica;

13. Redes de influência, intercâmbio e transferência cultural;

14. Relações entre análise musical, performance e construção de repertórios;

15. O papel da análise musical na formação acadêmica, na elaboração de repertórios e na construção da memória musical.


Español

DOSIER TEMÁTICO – REVISTA MÚSICA (USP)

Tema: Análisis musical y construcción de cánones en América Latina: repertorios, circulación e historiografía

Fecha límite para el envío de trabajos: 10 de septiembre de 2026

Editora invitada: Adriana Lopes Moreira

Website: https://revistas.usp.br/revistamusica/pt_BR/announcement

Estimadas y estimados colegas:

Este dosier invita a investigadoras e investigadores a reflexionar sobre el papel del análisis musical en la constitución, revisión y ampliación de los cánones, tomando como objeto de estudio obras musicales latinoamericanas. Partimos de la premisa de que, al interactuar con los aspectos estructurales, poéticos, estéticos y culturales de las obras musicales, la labor analítica contribuye a su inserción en redes de significado que con frecuencia trascienden los límites del propio objeto investigado.

Serán bienvenidas contribuciones que aborden repertorios, compositoras y compositores, procesos creativos, redes de influencia, cuestiones historiográficas y enfoques analíticos capaces de ampliar la comprensión de la participación latinoamericana en la construcción del pensamiento musical contemporáneo.

Se sugieren a continuación algunas líneas temáticas para la presentación de trabajos, que podrán relacionarse con una o varias de las categorías propuestas:

1. Análisis musical y procesos de canonización de repertorios latinoamericanos;

2. Relaciones entre análisis musical, interpretación, escucha y prácticas interpretativas de obras latinoamericanas;

3. Teoría y análisis de la música popular latinoamericana;

4. Procesos de circulación, recepción y legitimación de repertorios musicales en América Latina;

5. Redes de influencia, intercambio y transferencia cultural entre compositoras y compositores latinoamericanos y de otras regiones del mundo;

6. Contribuciones latinoamericanas a la formulación de técnicas, procedimientos compositivos y lenguajes musicales contemporáneos;

7. Análisis de procesos creativos, bocetos, manuscritos, correspondencia y documentos de trabajo de compositoras y compositores latinoamericanos;

8. Enfoques analíticos aplicados a la música electroacústica, mixta, experimental y a las nuevas tecnologías musicales en América Latina;

9. Análisis de música para cine, teatro, danza, performance multimedia y otras formas de creación interdisciplinaria en América Latina;

10. Estudios sobre ritmo, métrica, temporalidad y corporalidad en repertorios latinoamericanos;

11. Recursos y herramientas analíticas aplicados a la producción musical latinoamericana;

12. Análisis musical y revisión historiográfica;

13. Redes de influencia, intercambio y transferencia cultural;

14. Relaciones entre análisis musical, interpretación y construcción de repertorios;

15. El papel del análisis musical en la formación académica, la elaboración de repertorios y la construcción de la memoria musical.


English

THEMATIC DOSSIER – REVISTA MÚSICA (USP)

Theme: Musical Analysis and the Construction of Canons in Latin America: Repertoires, Circulation, and Historiography

Submission deadline: 10 September 2026

Guest Editor: Adriana Lopes Moreira

Website: https://revistas.usp.br/revistamusica/pt_BR/announcement

Dear Colleagues,

This thematic dossier invites scholars to reflect on the role of musical analysis in the constitution, revision, and expansion of canons, with a particular focus on Latin American musical works. Our premise is that, by engaging with the structural, poetic, aesthetic, and cultural dimensions of musical compositions, analytical inquiry contributes to their insertion into networks of meaning that often extend beyond the boundaries of the object under investigation itself.

We welcome contributions that address repertoires, composers, creative processes, networks of influence, historiographical questions, and analytical approaches capable of broadening our understanding of Latin America’s contribution to the construction of contemporary musical thought.

The following thematic areas are suggested as possible frameworks for submissions. Contributions may engage with more than one of the categories listed below:

1. Musical analysis and processes of canon formation in Latin American repertoires;

2. Relationships between musical analysis, performance, listening practices, and interpretation in Latin American works;

3. Theory and analysis of Latin American popular music;

4. Processes of circulation, reception, and legitimisation of musical repertoires in Latin America;

5. Networks of influence, exchange, and cultural transfer between Latin American composers and those from other regions of the world;

6. Latin American contributions to the development of compositional techniques, procedures, and contemporary musical languages;

7. Analysis of creative processes, sketches, manuscripts, correspondence, and working documents of Latin American composers;

8. Analytical approaches to electroacoustic, mixed, experimental music, and new musical technologies in Latin America;

9. Analysis of music for film, theatre, dance, multimedia performance, and other forms of interdisciplinary artistic creation in Latin America;

10. Studies of rhythm, metre, temporality, and corporeality in Latin American repertoires;

11. Analytical tools and methodologies applied to Latin American musical production;

12. Musical analysis and historiographical revision;

13. Networks of influence, exchange, and cultural transfer;

14. Relationships between musical analysis, performance, and repertoire formation;

15. The role of musical analysis in academic training, repertoire development, and the construction of musical memory.


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Dossiê “Morton Feldman – Uma revolução silenciosa ao longo de 100 anos”

O ano de 2026 sinaliza um importante marco: o centenário do nascimento e da obra de Morton Feldman (1926–1987), uma das figuras mais provocativas da música de concerto do século XX. Para além de sua produção musical, os textos de Feldman constituem obras literárias dignas de leitura atenta, apresentando uma singularidade comparável à de suas composições e delineando muitas das questões abordadas nesta chamada de trabalhos.

“PARA QUE A ARTE TENHA ÊXITO, SEU CRIADOR DEVE FRACASSAR” (Feldman, 2000, p. 27).

Feldman foi um compositor judeu nascido em Nova York, estreitamente associado à tradição da música experimental norte-americana. Manteve relações próximas com figuras centrais da cena da nova música experimental nos Estados Unidos — como John Cage, Pauline Oliveros, Earle Brown, Christian Wolff e David Tudor —, que indubitavelmente influenciaram seu pensamento artístico. Feldman compôs para uma ampla variedade de formações instrumentais, abrangendo desde obras solo e camerísticas até contextos orquestrais, corais e operísticos. Apesar de sua conhecida provocação — “Do we really need electronics?” (Feldman, 2008, p. 752) —, realizou também uma incursão, ainda que cautelosa, na música eletroacústica. Em 1973, tornou-se titular da Cátedra Edgard Varèse de Composição na State University of New York at Buffalo (SUNY Buffalo), contribuindo de maneira decisiva para a consolidação de uma tradição composicional em Buffalo que perdura até os dias atuais. Feldman faleceu em 1987, aos 61 anos de idade, em sua residência em Buffalo, Nova York.

Chamada completa em: https://periodicos.unespar.edu.br/vortex/libraryFiles/downloadPublic/242

É nesse horizonte conceitual que convidamos autoras e autores a submeter contribuições que abordem a obra de Morton Feldman, acolhendo esse amplo espectro de perspectivas e desdobramentos possíveis. Entre os temas sugeridos incluem-se, sem se limitar a eles:

  • Abordagens analíticas das obras de Feldman em diferentes períodos
  • Os escritos de Feldman e suas dimensões estéticas, filosóficas ou literárias
  • Tempo, duração, repetição e forma não teleológica
  • Som, acústica e fenomenologia na música de Feldman
  • Feldman e as artes visuais
  • Feldman em relação à música experimental norte-americana
  • Práticas de performance e interpretação
  • Feldman a partir de perspectivas decoloniais, transnacionais ou do Sul Global

As submissões podem adotar abordagens analíticas, históricas, teóricas, filosóficas ou baseadas na prática. Todos os artigos devem seguir as diretrizes do periódico e estarão sujeitos à avaliação por pares.

SUBMISSÕES E PRAZOS
Submissões: até 01/09/2026
Diretrizes, modelo e plataforma de submissão:
https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/about/submissions

Contato dos editores: revista.vortex@unespar.edu.br
Website: http://vortex.unespar.edu.br/
Formulário de autorização de uso de imagem:
https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/libraryFiles/downloadPublic/35

SOBRE A REVISTA
A Revista Vórtex é um periódico de acesso aberto dedicado às seguintes áreas musicais: Criação, Estética e Composição Musical; Performance Musical; Análise, Percepção e Teoria Musical; Musicologia e Etnomusicologia; Computação Musical e Tecnologia Musical. A Política Editorial incentiva a submissão de trabalhos originais em português, inglês ou espanhol. Os trabalhos submetidos são avaliados por meio de um sistema de revisão por pares duplo-cego e, quando publicados, são depositados e indexados em diversas bases bibliométricas, tais como DOAJ, Web of Science, RILM, Google Scholar, SciELO, entre outras.


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Artigos para a Revista MusiMid – Dossiê Regimes da Escuta Audiovisual

Organizadores: Rodrigo Carreiro (UFPE), Débora Opolski (IFPR e Unespar) e Renan Chaves (Unicamp)

A consolidação do formato sonoro-visual do cinema encontra seu centenário na nossa atual década, os anos 2020. Entre o começo do século passado e os dias de hoje, o cinema — e a forma fílmica — penetrou meandros profundos da sociedade em múltiplos territórios: nos projetos de construção de identidade nacional, na disseminação de imaginários, nas vanguardas artísticas, no testemunho da história, na fabulação de novos mundos. Ele se fez presente na poesia do cotidiano, no lazer, no entretenimento, no ativismo político, na vocalização dos marginalizados, nas investigações sobre a subjetividade, na construção da indústria cultural. É com esse vasto repertório histórico, sensório e estético que a tradição cinematográfica desembarca em nossa contemporaneidade.

O historiador Thomas Elsaesser aponta para essa penetração polivalente do cinema na sociedade propondo que o pensemos como um dispositivo arqueológico das mídias digitais e audiovisuais. O cinema e a forma fílmica como disparadores de modos de fruição e criação. Sob essa perspectiva, o cinema passa a ser compreendido como uma máquina do audível e do visível, um artefato tecnológico fundamental na instauração e modulação de regimes de escuta e visão, marcando o cinema como a história da nossa atualidade virtual e de nossos modos de ver e ouvir.

O cinema instaura no século XX uma maneira particular de percepção sonora e musical: aquela em que o sonoro se torna indissociável materialmente, simbolicamente e esteticamente da visualidade. A percepção sonora, nesse raciocínio, seria uma percepção sonoro-visual; tal como a percepção visual seria uma percepção sonoro-visual. Michel Chion bem definiu esse regime sensório com sua noção de audiovisão. A música e o som deixam de operar como categorias autônomas para adquirirem o estatuto de materialidade fílmica, inextricáveis da visualidade: a música do filme não seria apenas música, seria música fílmica; o som do filme não seria apenas som, seria som fílmico.

Neste dossiê temático, interessa-nos explorar, em especial, os regimes de escuta audiovisual: as dimensões históricas, culturais, sociais, econômicas, estéticas, éticas e tecnológicas que posicionam e reposicionam a especificidade da escuta fílmica, seja no cinema ou nas mídias digitais. São bem-vindos manuscritos nos seguintes eixos temáticos (e em eixos correlatos).

1. Regimes contemporâneos de escuta audiovisual

Abordagens sobre como escutamos sons no cinema e nas mídias digitais, incluindo atualizações das noções de audiovisão, transdução sensória e imbricação sensório-material.

2. Histórias e genealogias do som fílmico

Estudos históricos sobre transformações das práticas sonoras e musicais no cinema, do primeiro cinema às tecnologias digitais e streaming, incluindo periodizações, rupturas e continuidades.

3. Tecnologias sonoras, mediações e materialidades

Análises das técnicas, dispositivos e infraestruturas que moldam a escuta audiovisual: captação, edição, mixagem, reprodução, algoritmos, IA generativa, plataformas, salas de cinema, home theater, fones.

4. Estéticas e poéticas sonoras no audiovisual contemporâneo

Discussões sobre estratégias sonoras e musicais na ficção, no documentário, no experimental, no ensaio, no cinema expandido e nas práticas híbridas.

5. Antropoceno, ecologias do som e políticas da escuta

Investigações sobre como filmes e obras audiovisuais articulam crises ambientais, ecologias acústicas, paisagens sonoras, não-humanos, ruídos industriais, poéticas do planeta e do pós-humano.

6. Som, memória, história e arquivo

Estudos sobre o papel do som audiovisual como documento, vestígio, testemunho, inscrição histórica e operador de memória.

7. Música fílmica: composição, dramaturgia e fabulação

Abordagens sobre composições originais, dramaturgia musical, poéticas experimentais, música popular no cinema e novas práticas composicionais na era digital.

8. Escuta, subjetividade e experiência sensória

Debates sobre modos de subjetivação pela escuta fílmica, experiências perceptivas, corporalidade, envolvimento emocional, imersão, atenção.

9. Cinema, indústria cultural e economia do som

Reflexões sobre dimensões econômicas, laborais e industriais da produção sonora audiovisual: fluxos de trabalho, profissões, políticas de crédito, precarização, automação.

10. Poéticas sonoras nas mídias digitais, plataformas e redes

Estudos sobre sonoridades em video games, plataformas de vídeo, redes sociais, ambientes de Realidade Expandida.

DATAS

1- recebimento de originais: até 17 de agosto de 2026

2 – anúncio dos resultados com os pareceres: 30 de setembro de 2026

3 – revisão dos textos pela equipe MusiMid: 15 de outubro de 2026

4 – devolutiva para os autores com correções: 30 de outubro de 2026

5 – publicação: a partir de 23 de novembro de 2026

https://revistamusimid.com.br/index.php/MusiMid/announcement/view/16

Heloísa de A. Duarte Valente Profª Titular Programa de Pós-Graduação em Comunicação – UNIP

MusiMid -Centro de Estudos em Música e Mídia/ Revista MusiMid

www.musimid.mus.br/ www.revistamusimid.com.br

Wagner Rodrigues Valente Prof. Livre-Docente em Educação – Unifesp

GHEMAT -Grupo Associado de Estudos e Pesquisas em História da Educação Matemática

http://www.ghemat.com.br


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Acorda para compor! – Chamada para compositoras e compositores

Acorda para compor! – Chamada para compositoras e compositores

O Acorda! Coletivo de Música, conjunto sediado no Rio de Janeiro/Brasil, promove uma chamada de propostas destinada a compositores e compositoras brasileiros(as), preferencialmente para estudantes de música em nível superior. O objetivo é selecionar composições para a formação completa do grupo, formado por Flauta, Viola, Violoncelo e Contrabaixo, com ou sem eletrônica (eletrônica mista e/ou eletrônica ao vivo).

 Como contrapartida, o Acorda! coletivo de música oferece aos compositores a gravação das peças selecionadas no estúdio Flecha, na cidade do Rio de Janeiro, e a estreia da composição com gravação ao vivo ao longo da temporada de concertos do Acorda! nos anos de 2026/27.

As inscrições serão aceitas até 01/08/2026.

Em caso de dúvidas, escreva para bernardofan@gmail.com

Para participar, acesse o formulário https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe9ejFLzpcmGQheGBTeWywDMoMeiUJthi-indZvR9AsWoD58w/viewform?usp=publish-editor


Î Voltar ao topo

CHAMADA: Publicações de livros de edições críticas de partituras musicais – edição 2026/2027

O Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural (CIDDIC), o Programa de Pós-Graduação em Música do Instituto de Artes da Unicamp (PPG-MÚSICA/IA/UNICAMP) e o Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) convidam pesquisadores a submeterem propostas de livros que serão publicados pela Coleção CIDDIC CDMC de maneira online e gratuita.

Poderão se inscrever alunos ou alunas regularmente matriculado/as em programas de pós-graduação (mestrado ou doutorado) e alunos ou alunas egresso/as mestres ou doutores, desde que o trabalho proposto seja resultado de pesquisa realizada junto a um programa de Pós-Graduação (mestrado ou doutorado).

As submissões deverão ser feitas exclusivamente pelo sistema OMP da Coleção CIDDIC/CDMC.

Prazo para submissão de propostas: de 1º de abril de 2026 a 31 de julho de 2026.

Maiores informações na chamada a seguir: https://www.ciddic.unicamp.br/ciddic/chamada-para-publicacoes-edicao-2026-2027/


Î Voltar ao topo

CONCURSO: Professor Doutor – Departamento de Música FFCLRP – Flauta Transversal e Percepção Musical

Edital DVACAD 023/2026 – CONCURSO PROFESSOR DOUTOR

DOE 03/06/2026 – Caderno Executivo – Seção Atos de Gestão e Despesas

Período de Inscrição: 11/06/2026 – 08/09/2026

A Diretora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo torna público a todos os interessados que estarão abertas, pelo prazo de 90 (noventa) dias, com início às 09 horas (horário de Brasília) do dia 11/06/2026 e término às 17 horas (horário de Brasília) do dia 08/09/2026, as inscrições ao concurso público de títulos e provas para provimento de 01 (um) cargo de Professor Doutor, referência MS-3, em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), claro/cargo nº 1264249, com o salário de R$ 16.353,01 (maio/2025), junto ao Departamento de Música, na área de conhecimento em Flauta Transversal e Percepção Musical, nos termos do art. 125 do Regimento Geral da USP.

Abertura de Concurso Público:

https://www.ffclrp.usp.br/imagens_concursos/03_06_2026__08_51_04__159.pdf

As informações na íntegra estão disponíveis:

https://www.ffclrp.usp.br/concursos/?c=1

(utilizar o atalho do teclado “CTRL + F” para buscar pelo edital 023/2026)

Informações adicionais na Divisão Acadêmica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, pelo e-mail atac@listas.ffclrp.usp.br


Î Voltar ao topo

CONCURSO: Inscrições abertas para o VI Concurso Nacional de Violistas

VI Concurso Nacional de Violistas está com inscrições abertas até 31/07/2026. As fases Semifinal e Final acontecerão em São Paulo, de 10 a 12 de outubro de 2026, nas dependências do Instituto Fukuda (R. Braz Cubas, 258 – Jardim Nossa Sra. Aparecida, São Paulo – SP, 04109-040). O concurso é promovido pela Associação Brasileira de Violistas – ABRAV e tem o patrocínio do Instituto Fukuda.

VI Concurso Nacional de Violistas

Inscrições: de 01/05 a 31/07/2026

Maiores informações e inscrições: https://www.abrav.art.br/

Provas Semifinal e Final: 10 a 12/10/2026

Local: Instituto Fukuda

Endereço: R. Braz Cubas, 258 – Jardim Nossa Sra. Aparecida, São Paulo/SP – tel.: (11) 5083-4913
Promoção: ABRAV – Associação Brasileira de Violistas

Patrocínio: Instituto Fukuda


Î Voltar ao topo

DIVULGAÇÃO: Tese de Ricardo Tanganelli é publicada pela Editora Unesp

O egresso do Doutorado em Música do Instituto de Artes da Unesp teve sua tese publicada pelo selo Cultura Acadêmica da Editora Unesp. Além disso, o texto foi indicado pela editora para concorrer ao Prêmio ABEU (Associação Brasileira de Editoras Universitárias) 2026 na categoria Linguística, Letras e Artes.

A tese, “Memória em processos cognitivos: Percepção e organização da estrutura musical no repertório do século XXI”, aborda campos como acústica, psicologia e neurociência a fim de aprofundar a compreensão do som musical e do seu processamento pela memória, especialmente em novas formas de expressão sonora em quatro obras da música de concerto do século XXI, destacando de quais maneiras certos elementos sonoros salientes podem estruturar a memória musical.

O arquivo EPUB pode ser baixado gratuitamente pelo link:

https://www.culturaacademica.com.br/catalogo/memoria-em-processos-cognitivos

Ricardo Tanganelli da Silva é Professor Assistente de Regência na Faculdade de Comunicação e Artes da UFMT. Mestre e doutor em Música pelo IA-UNESP sob orientação do Prof. Dr. Marcos Mesquita, com bolsa Capes, graduado em regência pela mesma instituição, coordenador do “GPTAM, Grupo de Pesquisa em Teoria e Análise Musical”, e membro do grupo de pesquisa “Cogmus: Processos Analíticos, Criativos e Cognição Musical”. Sua atuação em regência se concentra especialmente em performance de música contemporânea e performance de música barroca historicamente informada. Foi responsável por estreias nacionais e internacionais e gravações de obras do repertório de concerto dos séculos XX e XXI.


Î Voltar ao topo
Rolar para cima