Centro de Documentação de Música Contemporânea, Pesquisa, Documentação e Informação Musical.
- CONCERTO: Orquestra Jovem Sabra realiza Concertos Didáticos gratuitos para estudantes do EJA e comunidade em Betim
- CONCERTO: Docentes da UNIRIO organizam ciclo de sete concertos com a integral das obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert
- CONCERTO: Música no Museu – Concertos de Inverno
- CONCERTO: Canto e piano no recital do Centro de Música Brasileira com obras de 16 compositores diferentes
- CONCERTO: Programação de Agosto – Coral Unicamp Zíper na Boca
- FESTIVAL: Mostra CDMC Unicamp 2026 discute os desafios da musicologia na era da Ciência Aberta
- CALL: Open for artists – 21st Bucharest International JAZZ Competition 2027
- CHAMADA: Regimes da escuta audiovisual
- CHAMADA: Revista Música (USP) – Análise musical e construção de cânones na América Latina: repertórios, circulação e historiografia
- CHAMADA: Dossiê “Morton Feldman – Uma revolução silenciosa ao longo de 100 anos”
- CHAMADA: Artigos para a Revista MusiMid – Dossiê Regimes da Escuta Audiovisual
- CONCURSO: Professor Doutor – Departamento de Música FFCLRP – Flauta Transversal e Percepção Musical
- DIVULGAÇÃO: 22º Encontro Internacional de Música e Mídia – desafiando uma afinação do mundo…fiando outras tessituras de escuta
- DIVULGAÇÃO: Vaga aberta para Bolsa de Treinamento Técnico nível 3 – FAPESP
- DIVULGAÇÃO: Pesquisa em Neurociência da Performance Musical
- DIVULGAÇÃO: 2° Colóquio Nacional de Pesquisa em Música de Londrina
CONCERTO: Orquestra Jovem Sabra realiza Concertos Didáticos gratuitos para estudantes do EJA e comunidade em Betim
Série de apresentações acontece às terças-feiras, de maio a dezembro de 2026, no Teatro Municipal Newton Amaral Franco, com entrada franca
O Instituto Unimed-BH, patrocinador máster dos projetos da Sabra, convida para o início da uma série de Concertos Didáticos com a Orquestra Jovem Sabra voltada especialmente para estudantes do programa Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para a comunidade em geral. As apresentações ocorrerão sempre às 19h, às terças-feiras, de maio a dezembro de 2026, no Teatro Municipal Newton Amaral Franco. A entrada é franca, limitada à lotação do teatro, e a classificação é livre.
Formada por alunos da Escola de Música Sabra que ali iniciaram sua trajetória musical, a Orquestra Jovem Sabra é composta por jovens músicos que recebem bolsa incentivo – um instrumento fundamental para viabilizar a dedicação integral aos estudos e a futura profissionalização. A iniciativa não apenas forma intérpretes de excelência, mas também exerce profunda relevância sociocultural: promove a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade, afasta-os de riscos, desenvolve competências como disciplina, trabalho em equipe e pertencimento, e democratiza o acesso à música erudita, formando plateias e intérpretes na própria comunidade.
Um dos grandes diferenciais da série é o diálogo direto com o público do EJA, composto majoritariamente por pessoas de camadas populares, adultos e idosos que retornaram à escola para concluir sua formação. Ao assistir a esses concertos, esses estudantes têm contato com um repertório clássico e sinfônico, rompendo barreiras culturais e ampliando seu universo simbólico. A ação reforça o papel da música como ferramenta de emancipação e cidadania.
O programa musical foi cuidadosamente selecionado para apresentar ao público obras de alguns dos maiores nomes da música universal. Serão executadas composições de: Ludwig van Beethoven, Edward Elgar, Antonín Dvořák, Richard Strauss, Pyotr Ilyich Tchaikovsky, Edvard Grieg, Franz Liszt, Georges Bizet e Carlos Gomes.
O maestro Márcio Miranda Pontes, regente da Orquestra Jovem Sabra, convida a todos para prestigiar os concertos: “É uma alegria levar essa música grandiosa para o público do EJA e para a comunidade de Betim. Nossos jovens músicos se preparam com muito carinho e disciplina. Queremos que vocês se sintam em casa, se emocionem e descubram que a música clássica também é feita para vocês. Venham celebrar conosco!”
Serviço
Evento: Concertos Didáticos – Orquestra Jovem Sabra
Datas: Terças-feiras, de maio a dezembro de 2026
Horário: 19h
Local: Teatro Municipal Newton Amaral Franco – Av. Padre Osório Braga, 149 – Betim/MG
Ingressos: Entrada franca (sujeita à lotação do teatro) Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos nas segundas e terças-feiras na secretaria da Escola de Música Sabra, localizada na Praça Milton Campos, 28 – Centro, Betim/MG. A retirada ocorre em horário comercial, mediante disponibilidade.
Classificação: Livre
CONTATO PARA A IMPRENSA:
Escola de Música SABRA
Setor de Comunicação
E-mail: secretaria@sabra.org.br
Site: http://www.sabra.org.br
Sobre a Escola de Música SABRA:
A Sociedade Artística Brasileira SABRA, mantenedora da Escola de Música Sabra, é uma instituição sem fins lucrativos que oferece ensino musical de qualidade para crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e PcDs, independentemente de sua classe social ou origem. Desde sua fundação em 2013, a escola tem como missão democratizar o acesso à música e promover a formação de cidadãos conscientes e críticos. Para tanto, oferece uma gama completa de cursos para todas as idades, desde a musicalização infantil até orquestras sinfônicas e grupos instrumentais de câmara. A escola também promove concertos didáticos e apresentações públicas gratuitas, levando a música de qualidade para toda a comunidade. As atividades da SABRA são financiadas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio máster do Instituto Unimed-BH.
Sobre o Instituto Unimed-BH:
O Instituto Unimed-BH completa 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.
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CONCERTO: Docentes da UNIRIO organizam ciclo de sete concertos com a integral das obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert
Nenhum grande compositor rivalizou com o extraordinário legado deixado pelo austríaco Franz Schubert no repertório de obras para piano a quatro mãos. Cinquenta e quatro obras, dentre elas fantasias, aberturas, rondós, marchas, danças e variações, foram escritas entre 1810 e 1828, ao longo de toda a sua trajetória criativa. Pela primeira vez, esse conjunto de obras será apresentado integralmente no Rio de Janeiro, no segundo semestre de 2026. O ciclo de 7 concertos é organizado por docentes do Instituto Villa-Lobos da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), sob o título Schubertiade – Piano a quatro mãos.
Idealizadora do projeto, a pianista e professora Estela Caldi acalenta há tempos o sonho de levar aos palcos a integral dessa produção schubertiana, transformando o evento em uma verdadeira celebração da música de câmara para piano. Cada um dos sete concertos tem a curadoria de um pianista: Erika Ribeiro, Estela Caldi, José Wellington, Lúcia
Barrenechea, Maria Luísa Lundberg, Maria Teresa Madeira e Marina Spoladore.
Somados aos curadores, as apresentações reunirão um total de 45 pianistas.
Schubertiade – Piano a quatro mãos nasce da organização conjunta de quatro projetos de extensão do Instituto Villa-Lobos da UNIRIO, que combinam, em suas ações, atividades artísticas e pedagógicas: Difusão Musical Colaborativa, Recitais Unirio, Série Unirio Musical e Técnica e Interpretação Pianística. A programação começa em agosto, seguida por três concertos em outubro e mais três em novembro. Com entrada franca nas apresentações na Sala Villa-Lobos e ingressos a um real no Museu da República, o ciclo se consolida como um dos eventos mais importantes do calendário cultural carioca em 2026, oferecendo ao público uma imersão inédita na genialidade do pianismo de Schubert.
Concerto 1 – 05/08/2026, 4ª feira, 12h, Série Recitais Unirio – Museu da República
Data: 05 de agosto de 2026, 4ª feira
Horário: 12h
Nome do evento: Schubertíade – Piano a quatro mãos – Concerto 1 (Série Recitais UNIRIO)
Intérpretes: Bruno de Lorenzo, Cristiano Vogas, Estela Caldi, João Matos, José Wellington, Lúcia Barrenechea, Manoel Carlos Saisse, Marina Spoladore, Thomas Lenny.
Programa: Obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert: Abertura em Fa Maior D 675; Oito Variações sobre um Tema da Ópera “Marie” de Hérold D 908; Rondó em Ré Maior D 608; Três Marchas Heroicas D 602; Fantasia em Fa Menor D 940.
Local: Museu da República – Rua do Catete, 153, Catete, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 2127-0324
Ingresso: Um real
Concerto 2 – 14/10/2026, 4ª feira, 12h, Série Recitais Unirio – Museu da República
Data: 14 de outubro de 2026, 4ª feira
Horário: 12h
Nome do evento: Schubertíade – Piano a quatro mãos – Concerto 2 (Série Recitais UNIRIO)
Intérpretes: Camilla Moraes, Estela Caldi, Fernando Guilhon, José Wellington, Lúcia Barrenechea, Luiz Eduardo Domingues, Lilia Justi.
Programa: Obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert: Quatro Polonaises D 599; Allegro em Lá Menor D 947; Oito Variações sobre uma Canção Francesa D 624; Divertimento sobre Motivos Franceses Originais D 823.
Local: Museu da República – Rua do Catete, 153, Catete, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 2127-0324
Ingresso: Um real
Concerto 3 – 20/10/2026, 3ª feira, 12h, Série Unirio Musical – Sala Villa-Lobos, UNIRIO
Data: 20 de outubro de 2026, 3ª feira
Horário: 12h
Nome do evento: Schubertíade – Piano a quatro mãos – Concerto 3 (Série UNIRIO Musical) Intérpretes: Estela Caldi, José Wellington, Katia Balloussier, Maria Luisa Lundberg, Patricia Mol, Ronal Silveira.
Programa: Obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert: Seis Polonaises D 824; Introdução, Quatro Variações sobre um Tema Original e Finale D 603; Divertimento à L’Hongroise D 818.
Local: Instituto Villa-Lobos – Av. Pasteur, 436, Urca, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 3170-7041
Entrada gratuita
Concerto 4 – 27/10/2026, 12h, 3ª feira, Série Unirio Musical – Sala Villa-Lobos, UNIRIO
Data: 27 de outubro de 2026, 3ª feira
Horário: 12h
Nome do evento: Schubertíade – Piano a quatro mãos – Concerto 3 (Série UNIRIO Musical)
Intérpretes: Bruno de Lorenzo, Katia Balloussier, Maria Luisa Ludberg, Pablo Panaro, Tamara Ujakova, Yuka Shimizu.
Programa: Obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert: Sonata em Do Maior D 812; Grande Marcha Fúnebre D 859; Grande Marcha Heroica D 885.
Local: Instituto Villa-Lobos – Av. Pasteur, 436, Urca, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 3170-7041
Entrada gratuita
Concerto 5 – 3/11/2026, 3ª feira, 12h, Série Unirio Musical – Sala Villa-Lobos, UNIRIO
Data: 03 de novembro de 2026, 3ª feira
Horário: 12h
Nome do evento: Schubertíade – Piano a quatro mãos – Concerto 3 (Série UNIRIO Musical)
Intérpretes: Alessandro Albuquerque, Antonio Torres, Estela Caldi, Erika Ribeiro, Francisco Carriço, José Eduardo Sacramento, José Wellington, Lúcia Barrenechea, Susana Ramos, Viviane Gonzalez.
Programa: Obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert: Oito Variações sobre um Tema Original D 813; Sonata em Si bemol Maior D 617; Três Marchas Militares D 733; Duas Marchas Características D 968 B.
Local: Instituto Villa-Lobos – Av. Pasteur, 436, Urca, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 3170-7041 Entrada gratuita.
Concerto 6 – 4/11/2026, 12h, 4ª feira, Série Recitais Unirio – Museu da República
Data: 04 de novembro de 2026, 4ª feira
Horário: 12h
Nome do evento: Schubertíade – Piano a quatro mãos – Concerto 2 (Série Recitais UNIRIO)
Intérpretes: Ana Caroline Alencar, Camilla Moraes, Erika Ribeiro, Fernando Vago, Gabriel Mitzrael, Jacob Herzog, Kaká Facundo, Lúcia Barrenechea, Miguel Herzog, Pablo Panaro, Raquel Paixão, Tamara Ujakova.
Programa: Obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert: Seis Grandes Marchas D 819; Rondó em Lá Maior D 951.
Local: Museu da República – Rua do Catete, 153, Catete, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 2127-0324
Ingresso: Um real
Concerto 7 – 10/11/2026, 3ª feira, 12h, Série Unirio Musical – Sala Villa-Lobos, UNIRIO
Data: 10 de novembro de 2026, 3ª feira
Horário: 12h
Nome do evento: Schubertíade – Piano a quatro mãos – Concerto 3 (Série UNIRIO Musical)
Intérpretes: Amanda Cezário, Clara Bravo, Cleber Oliveira, Eliane Tauile, Estela Caldi, Flavio Augusto, Maria Teresa Madeira, Paola Cavalcante, Raminson dos Santos, Raquel Paixão, Talia Buarque.
Programa: Obras para piano a quatro mãos de Franz Schubert: Abertura em Sol Menor D 668; Deutscher com Dois Trios e Dois Ländler D 618; Quatro Ländler D 814; Marcha em Sol Maior D 928; Allegro Moderato e Andante D 968; Fuga em Mi Menor D 952; Fantasia em Sol Maior D 1; Fantasia em Sol Menor D 9; Fantasia em Dó Menor D 48.
Local: Instituto Villa-Lobos – Av. Pasteur, 436, Urca, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 3170-7041
Entrada gratuita
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CONCERTO: Música no Museu – Concertos de Inverno
Depois do sucesso do XXI RioHarpFestival em julho, Música no Museu dá sequência às comemorações dos seus 29 anos em 2026 trazendo mais novidades. Entre elas, no Espaço Sesc, FLAUTAS DOCES, ” FINO SOM” e”VOZES ENCANTO” Direção Musical: NELMA PATARO.
No CCBB, Leandro Turano, piano,Alexandre Raicevich, sax soprano, o jovem pianista Bruno Fonseca, os pianistas .Cecília Guimarães, Adriana Kellner, Ezequiel Peres, Fernanda Cruz e Maria Helena de Andrade apresentando musicas de Cecilia Guimarães e também Teclas Sonoras
Na Igreja da Glória do Outeiro o Madrigal Cruz Lopes, comemorações do Dia de N.Sa. da Gloria e no Palácio São Clemente, Consulado de Portugal, a pianista Fernanda Canaud ora radicada em Portugal com o violoncelista David Chew.
E a novidade, em setembro, além do mes dos pianos, será e versão latino-americana do XXI RioHarpFestival de 16 a 27 de setembro.
Esperamos por vocês.
Saudações musicais,
Sergio da Costa e Silva
Diretor de Música no Museu
Tel: (21) 3854-2880.
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CONCERTO: Canto e piano no recital do Centro de Música Brasileira com obras de 16 compositores diferentes
No dia 29 de agosto, sábado, às 18h, o Centro de Música Brasileira apresenta o pianista José Carlos Vasconcelos com o recital Este Brasil que tanto amo e o duo de canto e piano com Adriana Bernardes e Antônio Eduardo. A apresentação acontece na Universidade Presbiteriana Mackenzie,em Higienópolis. Grátis!
Os artistas interpretarão obras de 16 compositores brasileiros diferentes em estilo, época e gênero: Alberto Nepomuceno, Babi de Oliveira, Branco Bernardes, Camargo Guarnieri, Carlos Gomes, Chiquinha Gonzaga, Claudio Santoro, Emília Correia do Lago, Ernesto Nazareth, Francisco Mignone, Gilberto Mendes, Henrique Oswald, Leopoldo Miguez, Osvaldo Lacerda, Villa-Lobos e Xisto Bahia.
A apresentação de José Carlos Vasconcelos será um tributo a Eudóxia de Barros e ao CD da artista, Este Brasil que tanto amo. José Carlos tem extensa carreira pianística, entre os prêmios estão 1º Prêmio na Fanny Mendelssohn International Music Competition (2023) e 2º Prêmio, com Prêmio Especial do Júri, na Las Conchillas International Music Competition.
Adriana Bernardes é mestra em Práticas Interpretativas pela Unicamp e bacharel em canto lírico pela Faculdade Mozarteum. Antônio Eduardo é autor de O Antropofagismo na obra pianística de Gilberto Mendes. Como o Centro de Música Brasileira que promove e difunde a música erudita brasileira, o pianista colabora com o canal Música Rara Brasileira, registrando primeiras gravações de importantes compositores brasileiros.
Programa
José Carlos Vasconcellos (piano)
Sequência “Este Brasil que tanto amo” (Tributo a Eudóxia de Barros)
Alberto Nepomuceno – Prece (transcrição de Barrozo Neto)
Henrique Oswald – Valsa Lenta
Leopoldo Miguez – Noturno opus 10
Ernesto Nazareth – Coração que sente
Babi de Oliveira – Tu, doce poema
Osvaldo Lacerda – Metrônomo dodecafônico (de Cromos, vol. 5)
Villa-Lobos – Canto do cisne negro (transcrição de Mignone)
Francisco Mignone – Prelúdio nº 6 (Caiçaras)
Improviso (transcrição de J. C. Vasconcellos)
Adriana Bernardes (canto) e Antônio Eduardo (piano)
Emílio Correia do Lago – Último Adeus de Amor (poesia de A.B. Júnior)
Carlos Gomes – Quem sabe!? (poesia de Francisco Leite de Bittencourt Sampaio)
Xisto Bahia – A Mulata
Villa-Lobos – Melodia Sentimental (poesia de Dora Vasconcelos)
Chiquinha Gonzaga – Lua Branca de (poesia retirada da peça Forrobodó)
Osvaldo Lacerda – Ponteio nº 10 – piano solo
Receita para o Amor (poesia de Marina Tricânico)
Gilberto Mendes – A Mulher e o Dragão (Fragmento de “O Apocalipse” de São João)
Branco Bernardes – Canção (poesia de Paulo Leminsky)
Claudio Santoro – Acalanto da Rosa (poesia de Vinícius de Moraes)
Nesta Rua – folclore popular – harmonização de José Siqueira
Camargo Guarnieri – Azulão (poesia de Luiz Peixoto)
Biografias
José Carlos Vasconcellos estudou piano sob a orientação dos professores Aracy Coutinho Pereira da Silva, Myrian Dauelsberg e Luiz Carlos de Moura Castro. Participou de festivais e cursos internacionais de música na Europa, em que teve contato com mestres como Helena Sá e Costa (Portugal) e Ludovica Mosca (Espanha). Há cerca de 20 anos vem se apresentando no Brasil e no exterior, em países como Portugal, Espanha, França, Estados Unidos e Argentina. É autor do livro “A Natureza do Brasil no Piano de Villa-Lobos”, bem como artigos sobre a obra do compositor. É membro da Academia Nacional de Música, no Rio de Janeiro. Dentre as premiações recebidas como pianista, citam-se: 1º Prêmio na Fanny Mendelssohn International Music Competition (2023); 2º Prêmio, com Prêmio Especial do Júri, na Las Conchillas International Music Competition. Em 2024, foi o músico mais laureado na Georges Bizet International Music Competition, com 2 prêmios “Diamond” (o mais alto nesse concurso) e 2 prêmios “Platinum”, além de um prêmio especial por “excelente musicalidade”. Em sua ficha de avaliação, o júri destacou que “o toque de José Carlos é marcado por natural facilidade, fluência emocional ininterrupta, refinado controle de som e expressividade intensa, que reflete sua profunda musicalidade”.
Adriana Bernardes é soprano coloratura, mestra em Práticas Interpretativas pela Unicamp, bacharel em canto lírico pela Faculdade Mozarteum e tem formação como professora de Yoga pelo Instituto Ayur Nidhi. Além da pesquisa de mestrado, participações em congressos e realização do repertório de música brasileira dos séculos XVIII, XIX e XX (modinhas, lundus e canções), tem realizado primeiras audições e gravações em CD de obras inéditas de compositores brasileiros contemporâneos. Já se apresentou como solista e recitalista nas mais diversas salas de espetáculo de São Paulo e Rio de Janeiro, dentre elas (Sala São Paulo, Theatro Municipal de SP, CCBB RJ e SP e CCSP), e frequentemente participa da Programação Especial do Festival de Inverno de Campos do Jordão, do Festival Música Nova Gilberto Mendes e da Cia de Ópera SP. Atualmente é professora de canto e técnica vocal da Faculdade Carlos Gomes, de canto e performance em música brasileira na Etec Artes e professora de Yoga para Cantores no Estúdio Encanto. Além de atuar como cantora em diversos teatros, espaços e eventos.
Antonio Eduardo é pianista, pesquisador e professor dedicado à música contemporânea brasileira. Sua atuação reúne rigor intelectual e intensa presença artística, destacando-se em festivais e encontros especializados. Autor de O Antropofagismo na obra pianística de Gilberto Mendes e de diversos artigos, tornou-se referência nos estudos sobre o compositor santista e sobre a música nova no país. Atuou como docente na Universidade Católica de Santos e coordena projetos que aproximam novos públicos da criação contemporânea. Dirige a Antonio Eduardo Collection e colabora com o canal Música Rara Brasileira, registrando primeiras gravações de importantes compositores brasileiros.
O Centro de Música Brasileira – CMB tem 40 anos de existência e é uma sociedade civil sem fins lucrativos, fundada em São Paulo, em 18 de dezembro de 1984, iniciando suas atividades em 29 de abril de 1985, no Teatro de Cultura Artística, com recital de Eudóxia de Barros, que é a atual Presidente. O compositor Osvaldo Lacerda foi o Presidente até 2011.
O CMB visa defender e promover a música brasileira erudita de todas as épocas e estilos. Por duas vezes recebeu Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA. Realizou 375 apresentações em São Paulo, e um total de 48 em cidades do interior dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Desde 2022, as apresentações acontecem no Auditório Escola Americana do Mackenzie.
Financeiramente sobrevive por investimento da pianista Eudóxia de Barros, parceria com a Universidade Presbiteriana Mackenzie que cede o auditório e por anuidades de músicos interessados, R$ 250,00 (individual) e R$ 400,00 (casal).
Promoveu vários concursos nacionais de Interpretação: 7 da Canção de Câmara Brasileira; 5 de Músicas Brasileiras para Piano; 2 de Músicas Brasileiras para Flauta.
Realizou um Concurso de Monografia “O Dobrado”, e dois de Composição: o primeiro, em parceria com a Biblioteca Municipal Mário de Andrade de São Paulo, em 2008, o Concurso de Tocata para Piano, vencido em 1º lugar por Nelson Lin, que teve prêmio oferecido pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e a impressão da Tocata, pela Academia Brasileira de Música. Em 2009, na Casa Mário de Andrade, foram realizados o II Concurso de Interpretação de Músicas Brasileiras para Flauta e o V Concurso de Interpretação de Músicas Brasileiras para Piano, com prêmios oferecidos pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
Facebook: https://www.facebook.com/centrodemusicabrasileira
Vídeo: Henrique Oswald – Estudo nº 2 – https://youtu.be/Ze8AfBguXaY?si=Bj8cqNLjhqiAss97
Serviço:
Recital do Centro de Música Brasileira
José Carlos Vasconcellos (piano)
Adriana Bernardes (canto) e Antônio Eduardo Santos (piano)
29 de agosto, sábado, às 18h
Local: Auditório Escola Americana – Campus Higienópolis
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Rua Piauí, 130
Higienópolis
Próximo ao Metrô Higienópolis-Mackenzie
Tem acessibilidade
250 lugares
Duração: 1h30
Classificação Livre
Grátis!
Assessoria de imprensa do Centro de Música Brasileira
Miriam Bemelmans
miriam@bemelmans.com.br
(11) 99969-0416
http://www.bemelmans.com.br
Instagram: @mbemel
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CONCERTO: Programação de Agosto – Coral Unicamp Zíper na Boca
Confira a agenda de apresentações do Coral Unicamp Zíper na Boca para o mês de agosto de 2026. O grupo se apresentará nos campi de Limeira e Campinas.
Agenda de Apresentações:
- 21 de agosto
- Evento: SIPAT 2026 – Unicamp Campus Limeira
- Horário: 14h
- Local: Auditório Aloísio – Cotil / Unicamp Limeira
- 22 de agosto
- Evento: UPA – Universidade de Portas Abertas
- Horário: 12h
- Local: Teatro de Arena da Unicamp (Campinas)
- 25 de agosto
- Evento: SIPAT 2026 – Unicamp Campus Campinas
- Horário: 13h
- Local: Auditório GGBS / Unicamp Campinas
Todas as apresentações têm entrada gratuita.
Site: https://www.ciddic.unicamp.br/ciddic/programacao-de-agosto-coral-unicamp-ziper-na-boca/
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FESTIVAL: Mostra CDMC Unicamp 2026 discute os desafios da musicologia na era da Ciência Aberta
Evento gratuito e presencial na UNICAMP promete unir performances ao vivo e debates científicos, para construir novos paradigmas na pesquisa musical
contemporânea.
O Centro de Documentação de Música Contemporânea (CDMC), anuncia a abertura das inscrições para a Mostra CDMC UNICAMP 2026, um festival científico-musical que busca debater a Musicologia e divulgar o acervo do centro. O evento, que acontecerá nos dias 20 e 21 de outubro de 2026, terá como tema “Musicologia e interdisciplinaridade: desafios frente ao novo contexto da ciência aberta”. As atividades vão acontencer na Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho (BORA). O evento também conta com o apoio cultural da Biblioteca Comunitária da UNICAMP (BIBCOM).
A Mostra CDMC surge em um momento crucial para a pesquisa em artes, que se caracteriza pela união indissociável entre a prática artística (poiesis) e a reflexão metodológica. Nesta segunda edição, o evento propõe uma reflexão sobre como conciliar as particularidades do texto musical, a performance, os registros sonoros e as exigências de uma ciência aberta, que prioriza a transparência, a colaboração interdisciplinar e o compartilhamento de dados.
PROGRAMAÇÃO: CONCERTOS, DEBATES E INTERATIVIDADE
A programação da Mostra CDMC 2026 foi elaborada para estimular o diálogo entre a teoria e a prática musical. No primeiro dia (20/10), o evento será aberto com um concerto ao vivo, seguido por apresentações musicais e a dinâmica do “Pint of Science”, promovendo uma troca descontraída e acessível sobre as pesquisas apresentadas. O segundo dia (21/10) será marcado por uma mesa redonda sobre o tema central, com a participação da flautista e pesquisadora Beatriz Magalhães Castro (UnB) e da pianista e pesquisadora Andressa Nathanailidis (UVV). A programação ainda conta com uma oficina de improvisação ministrada pelo pianista e compositor André Tuffo e uma sessão de cinema comentada sobre a obra de Dmitri Shostakovich para o cinema, mediada por Martin Lazarov .
SUBMISSÃO DE TRABALHOS: UM CHAMADO À PESQUISA COLABORATIVA
Pesquisadores, artistas, docentes e estudantes de pós-graduação e graduação estão convidados a submeter seus resumos para compor a programação científica do evento. As inscrições para submissão de trabalhos estão abertas até o dia 30 de agosto de 2026 e devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial .
Os resumos, de até 300 palavras, devem se enquadrar em um dos quatro eixos temáticos que norteiam os debates da mostra:
1. Barreiras jurídicas e éticas: Análise dos impasses e soluções regulatórias na abertura de dados musicais, considerando leis de direitos autorais, propriedade intelectual e privacidade em pesquisas com performances vivas ou acervos restritos.
2. Diversidade cultural e Inclusão na Ciência Aberta: Validação de protocolos de pesquisa que respeitem e incluam matrizes musicais diversas (como a música indígena e quilombola), contrapondo-se a modelos eurocêntricos como única base de validação científica .
3. Epistemologia interdisciplinar: Diálogos da Musicologia com áreas como a neurociência, sociologia, antropologia e tecnologia, integrando a música ao seu contexto biológico, social e tecnológico.
4. Gestão de dados complexos (princípios FAIR): Estratégias para lidar com arquivos multimídia pesados (áudio, vídeo, partituras digitais), discutindo a transição para práticas “suficientemente boas” de curadoria e reúso de dados, e a necessidade de repositórios específicos para a área .
INOVAÇÃO NA APRESENTAÇÃO: O FORMATO VÍDEO CURTO
Em uma iniciativa que alia inovação tecnológica e acessibilidade, os trabalhos aceitos não serão apresentados em sessões orais tradicionais. Os autores deverão enviar um vídeo curto de 3 a 5 minutos, no estilo “Reels/TikTok”, contando a “jornada” da pesquisa: do problema inicial, passando pelo método, até as descobertas e conclusões. Os vídeos serão exibidos em uma sessão exclusiva durante o evento, seguida de um debate ao vivo com os autores. Além disso, todos os vídeos serão publicados nas redes sociais do CDMC com recursos de acessibilidade, como legendas e audiodescrição, servindo como uma vitrine para as pesquisas e ampliando seu alcance para além do ambiente acadêmico .
INSCRIÇÕES GRATUITAS E PARTICIPAÇÃO PRESENCIAL
A Mostra CDMC UNICAMP 2026 é um evento 100% gratuito e presencial. Os interessados em participar como ouvintes, sem submissão de trabalho, podem se inscrever gratuitamente pelo site oficial. A organização do evento reforça a importância do debate e a da troca de experiências entre os participantes, consolidando a Musicologia como uma ciência mais inclusiva, transparente, colaborativa e conectada com as transformações da sociedade contemporânea .
SERVIÇO:
O quê: II Mostra CDMC UNICAMP 2026
Tema: Musicologia e interdisciplinaridade: desafios frente ao novo contexto da ciência aberta
Quando: 20 e 21 de outubro de 2026
Onde: UNICAMP, Campinas/SP.
Inscrições e Submissões: Até 30/08/2026, pelo site: [https://www.even3.com.br/mostra-cdmc-unicamp-2026-724140/](https://www.even3.com.br/mostra-cdmc-unicamp-2026-724140/)
Evento: Gratuito e presencial.
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CALL: Open for artists – 21st Bucharest International JAZZ Competition 2027
@ EUROPAfest
100 % jazz & more… competition, concerts, jam sessions, jazz workshops…
Date: 2 – 10 July 2027
open for: instrumentalists and vocalists of all nationalities
NEW ! Age limit: up to 45 years old ( born after the 1st of July 1982 ). The leader can be older than 45.
Prizes: The total amount is 10.000 Euro, cash and concerts
Info: jmevents.ro@gmail.com
Website: www.jazzfest.ro, www.jazzcompetition.ro
Facebook: https://www.facebook.com/Bucharest.International.Jazz.Competition
Facebook Event ( to share ): https://fb.me/e/6X3i1AR75
The application is OPEN.
Deadline: 1st March 2027
Please find attached in our website: https://www.jazzcompetition.ro/2027.html
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CHAMADA: Regimes da escuta audiovisual
Organizadores: Rodrigo Carreiro (UFPE), Débora Opolski (IFPR e Unespar) e Renan Chaves (Unicamp)
A consolidação do formato sonoro-visual do cinema encontra seu centenário na nossa atual década, os anos 2020. Entre o começo do século passado e os dias de hoje, o cinema — e a forma fílmica — penetrou meandros profundos da sociedade em múltiplos territórios: nos projetos de construção de identidade nacional, na disseminação de imaginários, nas vanguardas artísticas, no testemunho da história, na fabulação de novos mundos. Ele se fez presente na poesia do cotidiano, no lazer, no entretenimento, no ativismo político, na vocalização dos marginalizados, nas investigações sobre a subjetividade, na construção da indústria cultural. É com esse vasto repertório histórico, sensório e estético que a tradição cinematográfica desembarca em nossa contemporaneidade.
O historiador Thomas Elsaesser aponta para essa penetração polivalente do cinema na sociedade propondo que o pensemos como um dispositivo arqueológico das mídias digitais e audiovisuais. O cinema e a forma fílmica como disparadores de modos de fruição e criação. Sob essa perspectiva, o cinema passa a ser compreendido como uma máquina do audível e do visível, um artefato tecnológico fundamental na instauração e modulação de regimes de escuta e visão, marcando o cinema como a história da nossa atualidade virtual e de nossos modos de ver e ouvir.
O cinema instaura no século XX uma maneira particular de percepção sonora e musical: aquela em que o sonoro se torna indissociável materialmente, simbolicamente e esteticamente da visualidade. A percepção sonora, nesse raciocínio, seria uma percepção sonoro-visual; tal como a percepção visual seria uma percepção sonoro-visual. Michel Chion bem definiu esse regime sensório com sua noção de audiovisão. A música e o som deixam de operar como categorias autônomas para adquirirem o estatuto de materialidade fílmica, inextricáveis da visualidade: a música do filme não seria apenas música, seria música fílmica; o som do filme não seria apenas som, seria som fílmico.
Neste dossiê temático, interessa-nos explorar, em especial, os regimes de escuta audiovisual: as dimensões históricas, culturais, sociais, econômicas, estéticas, éticas e tecnológicas que posicionam e reposicionam a especificidade da escuta fílmica, seja no cinema ou nas mídias digitais. São bem-vindos manuscritos nos seguintes eixos temáticos (e em eixos correlatos).
1. Regimes contemporâneos de escuta audiovisual
Abordagens sobre como escutamos sons no cinema e nas mídias digitais, incluindo atualizações das noções de audiovisão, transdução sensória e imbricação sensório-material.
2. Histórias e genealogias do som fílmico
Estudos históricos sobre transformações das práticas sonoras e musicais no cinema, do primeiro cinema às tecnologias digitais e streaming, incluindo periodizações, rupturas e continuidades.
3. Tecnologias sonoras, mediações e materialidades
Análises das técnicas, dispositivos e infraestruturas que moldam a escuta audiovisual: captação, edição, mixagem, reprodução, algoritmos, IA generativa, plataformas, salas de cinema, home theater, fones.
4. Estéticas e poéticas sonoras no audiovisual contemporâneo
Discussões sobre estratégias sonoras e musicais na ficção, no documentário, no experimental, no ensaio, no cinema expandido e nas práticas híbridas.
5. Antropoceno, ecologias do som e políticas da escuta
Investigações sobre como filmes e obras audiovisuais articulam crises ambientais, ecologias acústicas, paisagens sonoras, não-humanos, ruídos industriais, poéticas do planeta e do pós-humano.
6. Som, memória, história e arquivo
Estudos sobre o papel do som audiovisual como documento, vestígio, testemunho, inscrição histórica e operador de memória.
7. Música fílmica: composição, dramaturgia e fabulação
Abordagens sobre composições originais, dramaturgia musical, poéticas experimentais, música popular no cinema e novas práticas composicionais na era digital.
8. Escuta, subjetividade e experiência sensória
Debates sobre modos de subjetivação pela escuta fílmica, experiências perceptivas, corporalidade, envolvimento emocional, imersão, atenção.
9. Cinema, indústria cultural e economia do som
Reflexões sobre dimensões econômicas, laborais e industriais da produção sonora audiovisual: fluxos de trabalho, profissões, políticas de crédito, precarização, automação.
10. Poéticas sonoras nas mídias digitais, plataformas e redes
Estudos sobre sonoridades em vídeo games, plataformas de vídeo, redes sociais, ambientes de Realidade Expandida.
MAIORES INFORMAÇÕES EM: www.revistamusimid.com.br
Heloísa de A. Duarte Valente Profª Titular Programa de Pós-Graduação em Comunicação – UNIP
MusiMid -Centro de Estudos em Música e Mídia/ Revista MusiMid
www.musimid.mus.br/ www.revistamusimid.com.br
Wagner Rodrigues Valente Prof. Livre-Docente em Educação – Unifesp
GHEMAT -Grupo Associado de Estudos e Pesquisas em História da Educação Matemática
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CHAMADA: Revista Música (USP) – Análise musical e construção de cânones na América Latina: repertórios, circulação e historiografia
Português BR / Español / English
DOSSIÊ TEMÁTICO – REVISTA MÚSICA (USP)
Tema: Análise musical e construção de cânones na América Latina: repertórios, circulação e historiografia
Prazo para submissão de trabalhos: 10 de setembro de 2026
Editora convidada: Adriana Lopes Moreira
Edição: Vol. 26, N. 2, 2026
Website: https://revistas.usp.br/revistamusica/pt_BR/announcement
Caras e caros colegas,
Este dossiê convida pesquisadoras e pesquisadores a refletirem sobre o papel da análise musical na constituição, revisão e ampliação de cânones, tomando como foco obras latino-americanas. Nosso argumento considera que, ao interagir com aspectos estruturais, poéticos, estéticos e culturais de obras musicais, a pessoa que analisa contribui para sua inserção em redes de significado que frequentemente extrapolam os limites do próprio objeto investigado.
Serão bem-vindas contribuições que discutam repertórios, compositoras e compositores, processos criativos, redes de influência, questões historiográficas e abordagens analíticas capazes de ampliar a compreensão da participação latino-americana na construção do pensamento musical contemporâneo.
Sugerimos abaixo algumas linhas temáticas para enquadramento dos trabalhos, os quais poderão se relacionar com mais de uma das categorias apresentadas:
1. Análise musical e processos de canonização de repertórios latino-americanos;
2. Relações entre análise musical, performance, escuta e práticas interpretativas de obras latino-americanas;
3. Teoria e análise da música popular latino-americana;
4. Processos de circulação, recepção e legitimação de repertórios musicais na América Latina;
5. Redes de influência, intercâmbio e transferência cultural entre compositoras e compositores latino-americanos e de outras regiões do mundo;
6. Contribuições latino-americanas para a formulação de técnicas, procedimentos composicionais e linguagens musicais contemporâneas;
7. Análise de processos criativos, esboços, manuscritos, correspondências e documentos de trabalho de compositoras e compositores latino-americanos;
8. Abordagens analíticas aplicadas à música eletroacústica, mista, experimental e às novas tecnologias musicais na América Latina;
9. Análise de música para cinema, teatro, dança, performance multimídia e outras formas de criação interdisciplinar na América Latina;
10. Estudos sobre ritmo, métrica, temporalidade e corporeidade em repertórios latino-americanos;
11. Recursos analíticos aplicados à produção musical latino-americana;
12. Análise musical e revisão historiográfica;
13. Redes de influência, intercâmbio e transferência cultural;
14. Relações entre análise musical, performance e construção de repertórios;
15. O papel da análise musical na formação acadêmica, na elaboração de repertórios e na construção da memória musical.
Español
DOSIER TEMÁTICO – REVISTA MÚSICA (USP)
Tema: Análisis musical y construcción de cánones en América Latina: repertorios, circulación e historiografía
Fecha límite para el envío de trabajos: 10 de septiembre de 2026
Editora invitada: Adriana Lopes Moreira
Website: https://revistas.usp.br/revistamusica/pt_BR/announcement
Estimadas y estimados colegas:
Este dosier invita a investigadoras e investigadores a reflexionar sobre el papel del análisis musical en la constitución, revisión y ampliación de los cánones, tomando como objeto de estudio obras musicales latinoamericanas. Partimos de la premisa de que, al interactuar con los aspectos estructurales, poéticos, estéticos y culturales de las obras musicales, la labor analítica contribuye a su inserción en redes de significado que con frecuencia trascienden los límites del propio objeto investigado.
Serán bienvenidas contribuciones que aborden repertorios, compositoras y compositores, procesos creativos, redes de influencia, cuestiones historiográficas y enfoques analíticos capaces de ampliar la comprensión de la participación latinoamericana en la construcción del pensamiento musical contemporáneo.
Se sugieren a continuación algunas líneas temáticas para la presentación de trabajos, que podrán relacionarse con una o varias de las categorías propuestas:
1. Análisis musical y procesos de canonización de repertorios latinoamericanos;
2. Relaciones entre análisis musical, interpretación, escucha y prácticas interpretativas de obras latinoamericanas;
3. Teoría y análisis de la música popular latinoamericana;
4. Procesos de circulación, recepción y legitimación de repertorios musicales en América Latina;
5. Redes de influencia, intercambio y transferencia cultural entre compositoras y compositores latinoamericanos y de otras regiones del mundo;
6. Contribuciones latinoamericanas a la formulación de técnicas, procedimientos compositivos y lenguajes musicales contemporáneos;
7. Análisis de procesos creativos, bocetos, manuscritos, correspondencia y documentos de trabajo de compositoras y compositores latinoamericanos;
8. Enfoques analíticos aplicados a la música electroacústica, mixta, experimental y a las nuevas tecnologías musicales en América Latina;
9. Análisis de música para cine, teatro, danza, performance multimedia y otras formas de creación interdisciplinaria en América Latina;
10. Estudios sobre ritmo, métrica, temporalidad y corporalidad en repertorios latinoamericanos;
11. Recursos y herramientas analíticas aplicados a la producción musical latinoamericana;
12. Análisis musical y revisión historiográfica;
13. Redes de influencia, intercambio y transferencia cultural;
14. Relaciones entre análisis musical, interpretación y construcción de repertorios;
15. El papel del análisis musical en la formación académica, la elaboración de repertorios y la construcción de la memoria musical.
English
THEMATIC DOSSIER – REVISTA MÚSICA (USP)
Theme: Musical Analysis and the Construction of Canons in Latin America: Repertoires, Circulation, and Historiography
Submission deadline: 10 September 2026
Guest Editor: Adriana Lopes Moreira
Website: https://revistas.usp.br/revistamusica/pt_BR/announcement
Dear Colleagues,
This thematic dossier invites scholars to reflect on the role of musical analysis in the constitution, revision, and expansion of canons, with a particular focus on Latin American musical works. Our premise is that, by engaging with the structural, poetic, aesthetic, and cultural dimensions of musical compositions, analytical inquiry contributes to their insertion into networks of meaning that often extend beyond the boundaries of the object under investigation itself.
We welcome contributions that address repertoires, composers, creative processes, networks of influence, historiographical questions, and analytical approaches capable of broadening our understanding of Latin America’s contribution to the construction of contemporary musical thought.
The following thematic areas are suggested as possible frameworks for submissions. Contributions may engage with more than one of the categories listed below:
1. Musical analysis and processes of canon formation in Latin American repertoires;
2. Relationships between musical analysis, performance, listening practices, and interpretation in Latin American works;
3. Theory and analysis of Latin American popular music;
4. Processes of circulation, reception, and legitimisation of musical repertoires in Latin America;
5. Networks of influence, exchange, and cultural transfer between Latin American composers and those from other regions of the world;
6. Latin American contributions to the development of compositional techniques, procedures, and contemporary musical languages;
7. Analysis of creative processes, sketches, manuscripts, correspondence, and working documents of Latin American composers;
8. Analytical approaches to electroacoustic, mixed, experimental music, and new musical technologies in Latin America;
9. Analysis of music for film, theatre, dance, multimedia performance, and other forms of interdisciplinary artistic creation in Latin America;
10. Studies of rhythm, metre, temporality, and corporeality in Latin American repertoires;
11. Analytical tools and methodologies applied to Latin American musical production;
12. Musical analysis and historiographical revision;
13. Networks of influence, exchange, and cultural transfer;
14. Relationships between musical analysis, performance, and repertoire formation;
15. The role of musical analysis in academic training, repertoire development, and the construction of musical memory.
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CHAMADA: Dossiê “Morton Feldman – Uma revolução silenciosa ao longo de 100 anos”
O ano de 2026 sinaliza um importante marco: o centenário do nascimento e da obra de Morton Feldman (1926–1987), uma das figuras mais provocativas da música de concerto do século XX. Para além de sua produção musical, os textos de Feldman constituem obras literárias dignas de leitura atenta, apresentando uma singularidade comparável à de suas composições e delineando muitas das questões abordadas nesta chamada de trabalhos.
“PARA QUE A ARTE TENHA ÊXITO, SEU CRIADOR DEVE FRACASSAR” (Feldman, 2000, p. 27).
Feldman foi um compositor judeu nascido em Nova York, estreitamente associado à tradição da música experimental norte-americana. Manteve relações próximas com figuras centrais da cena da nova música experimental nos Estados Unidos — como John Cage, Pauline Oliveros, Earle Brown, Christian Wolff e David Tudor —, que indubitavelmente influenciaram seu pensamento artístico. Feldman compôs para uma ampla variedade de formações instrumentais, abrangendo desde obras solo e camerísticas até contextos orquestrais, corais e operísticos. Apesar de sua conhecida provocação — “Do we really need electronics?” (Feldman, 2008, p. 752) —, realizou também uma incursão, ainda que cautelosa, na música eletroacústica. Em 1973, tornou-se titular da Cátedra Edgard Varèse de Composição na State University of New York at Buffalo (SUNY Buffalo), contribuindo de maneira decisiva para a consolidação de uma tradição composicional em Buffalo que perdura até os dias atuais. Feldman faleceu em 1987, aos 61 anos de idade, em sua residência em Buffalo, Nova York.
Chamada completa em: https://periodicos.unespar.edu.br/vortex/libraryFiles/downloadPublic/242
É nesse horizonte conceitual que convidamos autoras e autores a submeter contribuições que abordem a obra de Morton Feldman, acolhendo esse amplo espectro de perspectivas e desdobramentos possíveis. Entre os temas sugeridos incluem-se, sem se limitar a eles:
- Abordagens analíticas das obras de Feldman em diferentes períodos
- Os escritos de Feldman e suas dimensões estéticas, filosóficas ou literárias
- Tempo, duração, repetição e forma não teleológica
- Som, acústica e fenomenologia na música de Feldman
- Feldman e as artes visuais
- Feldman em relação à música experimental norte-americana
- Práticas de performance e interpretação
- Feldman a partir de perspectivas decoloniais, transnacionais ou do Sul Global
As submissões podem adotar abordagens analíticas, históricas, teóricas, filosóficas ou baseadas na prática. Todos os artigos devem seguir as diretrizes do periódico e estarão sujeitos à avaliação por pares.
SUBMISSÕES E PRAZOS
Submissões: até 01/09/2026
Diretrizes, modelo e plataforma de submissão:
https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/about/submissions
Contato dos editores: revista.vortex@unespar.edu.br
Website: http://vortex.unespar.edu.br/
Formulário de autorização de uso de imagem:
https://periodicos.unespar.edu.br/index.php/vortex/libraryFiles/downloadPublic/35
SOBRE A REVISTA
A Revista Vórtex é um periódico de acesso aberto dedicado às seguintes áreas musicais: Criação, Estética e Composição Musical; Performance Musical; Análise, Percepção e Teoria Musical; Musicologia e Etnomusicologia; Computação Musical e Tecnologia Musical. A Política Editorial incentiva a submissão de trabalhos originais em português, inglês ou espanhol. Os trabalhos submetidos são avaliados por meio de um sistema de revisão por pares duplo-cego e, quando publicados, são depositados e indexados em diversas bases bibliométricas, tais como DOAJ, Web of Science, RILM, Google Scholar, SciELO, entre outras.
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CHAMADA: Artigos para a Revista MusiMid – Dossiê Regimes da Escuta Audiovisual
Organizadores: Rodrigo Carreiro (UFPE), Débora Opolski (IFPR e Unespar) e Renan Chaves (Unicamp)
A consolidação do formato sonoro-visual do cinema encontra seu centenário na nossa atual década, os anos 2020. Entre o começo do século passado e os dias de hoje, o cinema — e a forma fílmica — penetrou meandros profundos da sociedade em múltiplos territórios: nos projetos de construção de identidade nacional, na disseminação de imaginários, nas vanguardas artísticas, no testemunho da história, na fabulação de novos mundos. Ele se fez presente na poesia do cotidiano, no lazer, no entretenimento, no ativismo político, na vocalização dos marginalizados, nas investigações sobre a subjetividade, na construção da indústria cultural. É com esse vasto repertório histórico, sensório e estético que a tradição cinematográfica desembarca em nossa contemporaneidade.
O historiador Thomas Elsaesser aponta para essa penetração polivalente do cinema na sociedade propondo que o pensemos como um dispositivo arqueológico das mídias digitais e audiovisuais. O cinema e a forma fílmica como disparadores de modos de fruição e criação. Sob essa perspectiva, o cinema passa a ser compreendido como uma máquina do audível e do visível, um artefato tecnológico fundamental na instauração e modulação de regimes de escuta e visão, marcando o cinema como a história da nossa atualidade virtual e de nossos modos de ver e ouvir.
O cinema instaura no século XX uma maneira particular de percepção sonora e musical: aquela em que o sonoro se torna indissociável materialmente, simbolicamente e esteticamente da visualidade. A percepção sonora, nesse raciocínio, seria uma percepção sonoro-visual; tal como a percepção visual seria uma percepção sonoro-visual. Michel Chion bem definiu esse regime sensório com sua noção de audiovisão. A música e o som deixam de operar como categorias autônomas para adquirirem o estatuto de materialidade fílmica, inextricáveis da visualidade: a música do filme não seria apenas música, seria música fílmica; o som do filme não seria apenas som, seria som fílmico.
Neste dossiê temático, interessa-nos explorar, em especial, os regimes de escuta audiovisual: as dimensões históricas, culturais, sociais, econômicas, estéticas, éticas e tecnológicas que posicionam e reposicionam a especificidade da escuta fílmica, seja no cinema ou nas mídias digitais. São bem-vindos manuscritos nos seguintes eixos temáticos (e em eixos correlatos).
1. Regimes contemporâneos de escuta audiovisual
Abordagens sobre como escutamos sons no cinema e nas mídias digitais, incluindo atualizações das noções de audiovisão, transdução sensória e imbricação sensório-material.
2. Histórias e genealogias do som fílmico
Estudos históricos sobre transformações das práticas sonoras e musicais no cinema, do primeiro cinema às tecnologias digitais e streaming, incluindo periodizações, rupturas e continuidades.
3. Tecnologias sonoras, mediações e materialidades
Análises das técnicas, dispositivos e infraestruturas que moldam a escuta audiovisual: captação, edição, mixagem, reprodução, algoritmos, IA generativa, plataformas, salas de cinema, home theater, fones.
4. Estéticas e poéticas sonoras no audiovisual contemporâneo
Discussões sobre estratégias sonoras e musicais na ficção, no documentário, no experimental, no ensaio, no cinema expandido e nas práticas híbridas.
5. Antropoceno, ecologias do som e políticas da escuta
Investigações sobre como filmes e obras audiovisuais articulam crises ambientais, ecologias acústicas, paisagens sonoras, não-humanos, ruídos industriais, poéticas do planeta e do pós-humano.
6. Som, memória, história e arquivo
Estudos sobre o papel do som audiovisual como documento, vestígio, testemunho, inscrição histórica e operador de memória.
7. Música fílmica: composição, dramaturgia e fabulação
Abordagens sobre composições originais, dramaturgia musical, poéticas experimentais, música popular no cinema e novas práticas composicionais na era digital.
8. Escuta, subjetividade e experiência sensória
Debates sobre modos de subjetivação pela escuta fílmica, experiências perceptivas, corporalidade, envolvimento emocional, imersão, atenção.
9. Cinema, indústria cultural e economia do som
Reflexões sobre dimensões econômicas, laborais e industriais da produção sonora audiovisual: fluxos de trabalho, profissões, políticas de crédito, precarização, automação.
10. Poéticas sonoras nas mídias digitais, plataformas e redes
Estudos sobre sonoridades em video games, plataformas de vídeo, redes sociais, ambientes de Realidade Expandida.
DATAS
1- recebimento de originais: até 17 de agosto de 2026
2 – anúncio dos resultados com os pareceres: 30 de setembro de 2026
3 – revisão dos textos pela equipe MusiMid: 15 de outubro de 2026
4 – devolutiva para os autores com correções: 30 de outubro de 2026
5 – publicação: a partir de 23 de novembro de 2026
https://revistamusimid.com.br/index.php/MusiMid/announcement/view/16
Heloísa de A. Duarte Valente Profª Titular Programa de Pós-Graduação em Comunicação – UNIP
MusiMid -Centro de Estudos em Música e Mídia/ Revista MusiMid
www.musimid.mus.br/ www.revistamusimid.com.br
Wagner Rodrigues Valente Prof. Livre-Docente em Educação – Unifesp
GHEMAT -Grupo Associado de Estudos e Pesquisas em História da Educação Matemática
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CONCURSO: Professor Doutor – Departamento de Música FFCLRP – Flauta Transversal e Percepção Musical
Edital DVACAD 023/2026 – CONCURSO PROFESSOR DOUTOR
DOE 03/06/2026 – Caderno Executivo – Seção Atos de Gestão e Despesas
Período de Inscrição: 11/06/2026 – 08/09/2026
A Diretora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo torna público a todos os interessados que estarão abertas, pelo prazo de 90 (noventa) dias, com início às 09 horas (horário de Brasília) do dia 11/06/2026 e término às 17 horas (horário de Brasília) do dia 08/09/2026, as inscrições ao concurso público de títulos e provas para provimento de 01 (um) cargo de Professor Doutor, referência MS-3, em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), claro/cargo nº 1264249, com o salário de R$ 16.353,01 (maio/2025), junto ao Departamento de Música, na área de conhecimento em Flauta Transversal e Percepção Musical, nos termos do art. 125 do Regimento Geral da USP.
Abertura de Concurso Público:
https://www.ffclrp.usp.br/imagens_concursos/03_06_2026__08_51_04__159.pdf
As informações na íntegra estão disponíveis:
https://www.ffclrp.usp.br/concursos/?c=1
(utilizar o atalho do teclado “CTRL + F” para buscar pelo edital 023/2026)
Informações adicionais na Divisão Acadêmica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, pelo e-mail atac@listas.ffclrp.usp.br
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DIVULGAÇÃO: 22º Encontro Internacional de Música e Mídia – desafiando uma afinação do mundo…fiando outras tessituras de escuta
Entre os dias 16 e 18 de setembro de 2026, o Campus Indianópolis da Universidade Paulista (UNIP) sediará o 22º Encontro Internacional de Música e Mídia, promovido pelo Centro de Estudos em Música e Mídia (MusiMid), grupo de pesquisa vinculado ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Comunicação.
Em um momento em que as transformações do meio ambiente vêm alterando profundamente as paisagens sonoras e a nossa relação com o mundo, o evento convida à reflexão: como essas mudanças estão alterando a forma como ouvimos, sentimos e compreendemos o ambiente que nos cerca? Reunindo pesquisadores, docentes, estudantes e profissionais do Brasil e do exterior, o encontro promoverá debates sobre as múltiplas relações entre som, sociedade e meio ambiente, abordando temas como composição musical, audiovisual, paisagens sonoras, diversidade cultural e práticas de escuta.
Maiores informações e inscrições na página: https://doity.com.br/22-encontro-internacional-de-musica…
Inscrições para ouvintes, no endereço:
https://pos.unip.br/eventos/248
Local: Universidade Paulista – UNIP, campus Indianópolis. Rua Dr. Bacelar 1212. São Paulo (SP)
Possibilidade de participação remota
Participe! Contamos com a sua presença!
Equipe MusiMid
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DIVULGAÇÃO: Vaga aberta para Bolsa de Treinamento Técnico nível 3 – FAPESP
O CDMC está com uma vaga aberta para bolsa de Treinamento Técnico nível 3 da FAPESP para início imediato. O bolsista irá atuar em projeto pertencente ao Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP) para Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos.
As atividades envolvem o auxílio ao processamento técnico do acervo do CDMC.
Os interessados devem enviar e-mail para cdmc@unicamp.br com as seguintes informações:
- Currículo atualizado.
- Carta de apresentação (até 1 página).
- Contato de uma referência acadêmica ou profissional.
Para se inscrever, é necessário ter nível superior completo e conhecimentos em catalogação bibliográfica (AARC, RDA, MARC, indexação etc.).
É desejável que o candidato tenha conhecimentos em escrita musical.
Carga horária: 40 horas.
Duração: 24 meses.
Valor: R$ 1.800,00.
Cidade: Campinas (SP).
Horário: a combinar (possibilidade de regime híbrido).
Site: https://www.ciddic.unicamp.br/ciddic/vaga-aberta-para-bolsa-de-treinamento-tecnico-nivel-3-fapesp/
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DIVULGAÇÃO: Pesquisa em Neurociência da Performance Musical
Prezados(as),
O Grupo NEUROMÚSICA da Universidade Federal do ABC (UFABC) está desenvolvendo um projeto de pesquisa voltado à performance musical, investigando processos centrais da prática de piano em conjunto (como coordenação temporal e interação social) por meio da integração entre análise da performance e métodos da neurociência. Nesse contexto, gostaríamos de contar com a colaboração na divulgação do projeto junto a pianistas proficientes (maiores de 18 anos), independentemente de experiência prévia com repertório de duos de piano. A participação no estudo pode ser compreendida como uma oportunidade de desenvolvimento artístico e pedagógico, na medida em que:
• favorece a reflexão sobre processos fundamentais da performance em conjunto, como sincronização motora, coordenação e interação social;
• proporciona uma experiência diferenciada de observação e análise da própria prática performática.
O projeto busca fortalecer a aproximação entre a pesquisa em neurociência da música e a formação instrumental, ampliando perspectivas para músicos, professores e estudantes.
Os interessados podem se inscrever por meio do formulário:
https://forms.gle/XQyrrtaDCgZ2hYXB8
Agradecemos desde já pela atenção e colaboração.
Atenciosamente,
Thenille Braun Janzen
Grupo NEUROMÚSICA – UFABC
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DIVULGAÇÃO: 2° Colóquio Nacional de Pesquisa em Música de Londrina
O Colóquio Nacional de Pesquisa em Música de Londrina (CONPEM) chega à sua segunda edição, consolidando-se como o primeiro evento de abrangência nacional dedicado à pesquisa em música realizado na cidade de Londrina.
O CONPEM 2026 irá reunir pesquisadores de diferentes instituições do país nas áreas de musicologia, etnomusicologia, educação musical, composição musical e performance, bem como convidados de destaque e uma programação de apresentações artísticas que dialogam com os eixos temáticos do evento.
Submissao de trabalhos: 09/07 a 14/08
Link de submissão
Edital
Página do evento
Período de Inscrição: 06/07/2026 00:00 a 28/08/2026 23:59
Período de Realização: 08/09/2026 a 11/09/2026
Site do evento: https://www.instagram.com/conpem_londrina
E-mail: coloquiomusicauel@gmail.com
Fone: 4333714761
Local: SESC Cadeião, Londrina
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