Kit de imprensa da Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU)


Biografia

  • Foto da Orquestra sinfônica da Unicamp
    Créditos: Marilia Vasconcellos

    Fundada em 1982, a Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) construiu, ao longo de mais de quatro décadas, uma trajetória marcada pela excelência artística, pela inovação e pelo compromisso com a universidade e a sociedade. Vinculada ao Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural (CIDDIC), a OSU atua como um organismo artístico, pedagógico e de pesquisa, integrando a prática musical à produção de conhecimento e à formação cultural.

    Sua origem remonta ao grupo de cordas Unicâmara. Em 1990, a ampliação de sua formação deu origem à atual configuração sinfônica, consolidando a OSU como uma das principais instituições musicais do interior paulista.

    Mais do que uma estrutura dedicada à realização de concertos, a OSU constitui um espaço de experimentação e criação. Sua atuação abrange repertório sinfônico, música de câmara, ópera, música contemporânea, espetáculos multimídia, projetos de extensão e gravações, estabelecendo diálogos entre diferentes linguagens artísticas e campos do conhecimento.

    Ao longo de sua história, a orquestra participou de projetos que aproximam a universidade de diferentes públicos e contextos sociais, contribuindo para a democratização do acesso à música de concerto e para a formação de novos públicos. Sua atividade também estabelece uma ponte entre a produção acadêmica e a prática artística, valorizando compositores, pesquisadores, intérpretes e diferentes formas de criação musical.

    A OSU é, assim, parte da própria vocação da Unicamp: produzir conhecimento, formar pessoas e transformar a sociedade. Em sua trajetória, a orquestra tornou-se não apenas um conjunto de músicos, mas um espaço permanente de encontro entre arte, universidade e comunidade.

    Atualmente, a OSU tem como regente titular a maestra Cinthia Alireti e direção do violinista Eduardo Semencio.


  • COORDENADOR
    Eduardo Semencio

    REGENTE TITULAR
    Cinthia Alireti

    VIOLINOS
    Artur Huf
    Alexandre Chagas
    Eduardo Palatim Semencio
    Everton Amorim
    Ivenise Nitchepurenco
    Kleberson Cristiano Figueira Buzo
    Maurizio Maggio
    Paulo Sérgio A. de Brito
    Priscila Vargas Pellanda

    VIOLAS
    Giovanni Barbosa Melo
    Victor R. Ribeiro

    VIOLONCELOS
    Lara Ziggiatti Monteiro
    Daniel Pinto Lessa
    Érico Amaral
    Meila Tomé

    CONTRABAIXOS
    Sergio Luiz Pinto
    Filipe Augusto Vieira da Costa

    FLAUTAS
    Rogério Peruchi

    OBOÉS
    João Carlos Goehring
    Martin Lazarov

    CLARINETES
    Cleyton J. Tomazela
    Eduardo P. Freitas

    FAGOTES
    Francisco J. F. Amstalden
    Alexandre J. Abreu

    TROMPAS
    Silvio Batista
    Bruno Lopes Demarque

    TROMPETES
    Samuel Brisolla
    Oscarindo Roque Filho

    TROMBONES
    João José Leite
    Fernando Orsini Hehl

    TUBA
    Paulo César da Silva

    TÍMPANOS/PERCUSSÃO
    Orival Tarciso Boreli
    Fernanda V. Vieira

    ARQUIVO
    Leandro Ligocki

    INSPETOR
    Marcos Rontani

    TÉCNICO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO
    Daniela Martins


Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (CIDDIC)

  • COORDENADOR
    Prof. Dr. Adonhiran Reis

    COORDENADOR ADJUNTO
    Prof. Dr. Paulo Adriano Ronqui

    SUPERVISOR OSU
    Eduardo Jose Palatim Semencio

    REGÊNCIA
    Cinthia Pinheiro Alireti

    ADMINISTRAÇÃO
    Coordenadora de Serviço – Márcia Padovani
    Secretário – Vladimir Franco
    Executivo-administrativo – Elizabeth Cornélio
    Executivo-financeiro – Daniela Martins
    Executivo-financeiro – Julia Franco Llanos
    Profissional de T.I – Douglas Aparecido Borges
    Patrulheiro – Vinicius Fidelis dos Santos

    PRODUÇÃO-CULTURAL
    Produtor Cultural – Lucas de Lima Coelho
    Assistente Produção – Rogério Vicente Lourenço

    ARQUIVO DA OSU
    Arquivista – Leandro Ligocki

    BOLSISTA
    Jecino Nascimento da Silva


Cinthia Alireti (biografia longa)

  • Cinthia Alireti é a regente titular e co-diretora artística da Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) desde 2012. Sob sua direção, destacam-se as produções das óperas A Moreninha, de Ernst Mahle (2022), O Morcego, de Johann Strauss (2019), La Traviata, de Giuseppe Verdi (2018), A Flauta Mágica, de W.A. Mozart (2017), O Elixir do Amor, de Gaetano Donizetti (2016), e a estreia, no mesmo ano, da ópera multimodal Descobertas de J. Manzolli. Além de sua atuação em Campinas, tem colaborado como regente convidada à frente de diversas orquestras, coros e ensembles, tais como, Orquestra Sinfônica Nacional do Teatro Cláudio Santoro, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Theatro São Pedro (Porto Alegre), Collegium musicum Potsdam (Alemanha), Ensemble Abstrai (Rio de Janeiro), Fênix de los Ingenios (EUA), BLEMF Orchestra (EUA), do Coro Mixto Ciudad de Quito (Teatro Sucre), coro da New European Philharmonic (Paris), Ensemble Vocal Dolce Tempo e Ensemble Instrumental Musili (Paris), Orchestre Symphonique Ars Fidelis (Paris), entre outros.

    Contribui extensivamente para a difusão de composições contemporâneas e também clássicos da literatura do século XX no seu país. Em 2017, criou o primeiro “Encontro de Música Contemporânea OSU”, que combina performances musicais com apresentações educativas de música contemporânea, incluindo entrevistas ao vivo. Paralelamente à música contemporânea, seu interesse pela interpretação historicamente informada levou a colaborações com autoridades do mundo da música antiga, como o violinista Stanley Ritchie, Paul Elliott, Eva Legêne, Barry Bauguess, Paige Whitley-Bauguess, Sherezade Panthaki, Daniel Bubeck e Elisabeth Wright, com quem estudou cravo durante seu doutorado na Universidade de Indiana (EUA). No mesmo período, fundou o Anima e Corpo Ensemble, grupo vocal e instrumental dedicado a performances de óperas barrocas. Em 2008, foi convidada para dirigir a ópera Tigrane, de Alessandro Scarlatti, com instrumentos de época, durante o Bloomington Early Music Festival (BLEMF, EUA).

    Foi idealizadora e coordenadora das três edições do “Fórum Gestão Orquestral e Compromisso Social”, evento em parceria com o Ciddic (Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural), o qual reuniu personalidades relevantes da música clássica, com o objetivo de discutir melhorias no ecossistema da música de concerto. Também idealizou e coordenou o ”Projeto Identidade, Música e Arquitetura”, ação cultural em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), que combina performances de música clássica com histórias dos patrimônios da cidade de Campinas.

    Importantes maestros contribuíram para sua formação, entre eles, Marc Minkowski, Ton Koopman, John Poole, Roberto Paternostro, Juan Pablo Isquierdo, John Nelson, Kenneth Kiesler, Rodolfo Fischer, Carmen Helena Tellez, Jan Harrington, Imre Palló e Thomas Baldner. Durante sua graduação, aperfeiçoou-se em piano com Gilberto Tinetti e em composição com Willy Corrêa de Oliveira. Na área de canto lírico, estudou com grandes nomes do cenário lírico brasileiro, tais como, Lenice Prioli, Adélia Issa, Benito Maresca e Vesna Bankovic, e nos Estados Unidos, com a soprano polonesa Teresa Kubiak e o tenor inglês Paul Elliott, com quem se aperfeiçoou em canto barroco.

    Possui mestrado e doutorado em regência coral e orquestral, com especialização em música antiga na Universidade de Indiana (Bloomington, EUA), bacharelados em Composição Musical (Universidade de São Paulo) e em Publicidade e Propaganda (Faculdade Armando Álvares Penteado), e mestrado franco-alemão em musicologia na Universidade de Paris–Sorbonne e na Universidade de Saarland (Alemanha). Como musicóloga, realizou edições críticas de óperas barrocas para duas edições do Festival della Valle d’Itria na Itália (2014, 2016), utilizadas em apresentações ao vivo, transmissões pela RAI e registros em CDs.

    www.cinthiaalireti.com


Cinthia Alireti (biografia curta)

  • Cinthia Alireti é a regente titular e co-diretora artística da Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU). Tem se destacado como diretora musical de diversas produções de óperas, tais como, O Morcego, de Johann Strauss, La Traviata, de Giuseppe Verdi, A Flauta Mágica, de W.A. Mozart, O Elixir do Amor, de Gaetano Donizetti, Tigrane, de Alessandro Scarlatti, realizada com instrumentos originais, A Moreninha, de Ernst Mahle, e a ópera multimodal Descobertas de J. Manzolli. Sob sua direção, constam inúmeras estreias de obras sinfônicas e vocais, a realização de projetos multidisciplinares, performances historicamente informadas, juntamente com clássicos da literatura sinfônica. Paralelamente à sua atuação como regente titular da OSU, tem colaborado como regente convidada em outras localidades no Brasil, na Alemanha, na França, no Equador e nos Estados Unidos. Paralelamente à atividade artística, vem fomentando o desenvolvimento do ecossistema da música de concerto no Brasil, através de eventos para discussão e informação sobre o tema, com a participação de importantes personalidades do meio, tais como, o fórum Gestão orquestral e Compromisso Social e o simpósio internacional Mulheres na Música de Concerto Hoje.

    Possui mestrado e doutorado em regência coral e orquestral, com especialização em música antiga na Universidade de Indiana (Bloomington, EUA), bacharelados em Composição Musical (Universidade de São Paulo) e em Publicidade e Propaganda (Faculdade Armando Álvares Penteado) e mestrado franco-alemão em musicologia na Universidade de Paris–Sorbonne e na Universidade de Saarland (Alemanha).


Logotipos

Fotos OSU e Cinthia Alireti

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